quarta-feira, 9 de junho de 2010


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Mude a Sua Vida





Os sentimentos de opressão, tristeza e angústia indicam que, de alguma forma, você está bloqueando acesso ao bem-estar que deveria fluir livremente através do seu ser. Por outro lado, no exato momento em que passa a sentir-se bem, automaticamente o Universo passa a conspirar a seu favor, abrindo portas onde antes só havia muros imaginários, supostamente intransponíveis.
Permita o fluxo do bem-estar em você e permaneça nele para que idéias poderosamente produtivas passem a afluir à superfície da sua mente. Ao mudar a maneira como você se sente diante da vida, da aflição para o bem-estar, as circunstâncias favoráveis se desenrolarão porque você estará sintonizado com a frequência da Energia que cria mundos.
A primeira mudança a que você deve submeter-se é a mudança da mente, sede dos conflitos e das emoções. Comece por acreditar em você mesmo com mais intensidade. Depois, acredite na perfeição da Justiça Universal. Finalmente, tenha fé na vida, tenha fé no ser humano, mesmo que as aparências o iludam a pensar diferente.
A mudança interna, trabalhada com afinco através da manutenção de bons pensamentos e nobres sentimentos, gerará uma nova vibração em sua vida. Essa boa vibração fará com que o Universo se rearranje à sua maneira, atraindo pessoas, circunstâncias e eventos que contribuam para que o mundo ao seu redor seja condizente com essa transformação interior.
Assim funcionam as coisas nesse Universo de vibrações onde nada - absolutamente nada - é fruto de puro acaso.


Por: Francisco Ferreira

segunda-feira, 7 de junho de 2010


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O PODER DO PENSAMENTO POSITIVO

O corpo sempre está conversando conosco,é preciso aprender a escuta-lo.Cada célula reage a cada pensamento seu,a cada palavra que você pronuncia,suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou para sua doença.É importante estar atento a isso,as vezes nossas crenças são capazes de nos fazer muito feliz,mas também pode estar limitando nossa possibilidade de criar exatamente,as coisas que desejamos.O que você quer e aquilo que acredita merecer,podem não ser a mesma coisa.


Um exemplo muito comum é o de pessoas que não aceitam seu corpo físico.O pensamento do tipo,odeio o meu corpo,fará você se sentir mal,causando uma rejeição, e isso não criará uma boa saúde para você.A boa saúde é resultado do amor e da admiração.O correto seria conversar com seu corpo de forma carinhosa.Ex:amo e admiro meu corpo.


Pense dessa forma:


Todo pensamento seu é importante,portanto,não desperdice seus preciosos pensamentos.Pensamentos positivos trazem benefícios a sua vida,enquanto o pensamento negativo fecha as portas,fazendo com que as coisas boas não aconteçam.


Quantas vezes na vida você quase conseguiu algo de bom,e então isso lhe foi tirado no ultimo minuto?


Então tenha pensamentos felizes.cultive pensamentos positivos,permitindo-se viver em paz,olhando a vida com outros olhos. Faça de sua vida a melhor , ao abrir os olhos de manhã se permita entrar em contato com a energia criadora que é Deus,se deixa contagiar por essa paz.....seja grato.....agradeça por mais um dia que lhe foi concedido, solicite que sua jornada terrena seja abençoada,que você possa ser um Ser de Luz,um instrumento de amor,paz , tranquilidade, um ser que emana em todas as suas ações, todos os pensamentos positivos,atraindo todas as coisas positivas,para si. Quando vibramos no positivo,os nossos sonhos são concretizados,pois o Universo conspira ao nosso favor,e todas as portas para a prosperidade são abertas, as coisas fluem naturalmente para você,sem nenhum esforço.


Lembre-se sempre que você é, filho legítimo de Deus,e como herdeiro do Pai,você tem o universo inteiro ao seu dispor....conspirando a seu favor...basta pedir....solicitar...que será atendido.Você é um ser especial e merece tudo de bom que o Universo tem a lhe oferecer,basta estar aberto a isso.


Por: Guerreira da Paz

sábado, 5 de junho de 2010


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Aprenda a lidar com a raiva


É necessário aprender a lidar com a raiva e nos livrar de seus efeitos negativos tanto físicos, mentais e espirituais. Como o desejo está muito ligado à raiva, é importante quando sentimos raiva perguntar a nós mesmos o que queremos desta situação que não estamos conseguindo. Isto cria uma mudança em nosso foco. E em vez de ficarmos presos na raiva, nós a observamos. E logo depois, podemos perguntar a nós mesmos de que outra maneira podemos conseguir o que queremos. E podemos perceber que idéias alternativas surgem na mente e isto melhora nossa frustração e diminui a raiva.Existem pessoas que gostam de ficar com raiva. Sentem satisfação, poder e liberdade quando têm explosões de raiva. Acham que até aliviam as tensões, mas depois se culpam e lutam para controlar isso. Ajudaria muito se elas entendessem que mesmo que possam sentir alívio no momento, isto não funciona.A raiva apenas escraviza, e é prejudicial tanto fisicamente, psicologicamente e espiritualmente. Porém existem momentos que a raiva é incontrolável e nem temos tempo de nos fazer perguntas sobre o que queremos. Nesses momentos, não é possível sentir desapego, ficamos presos completamente.




O que podemos fazer?




A melhor saídaA melhor saída é sair da situação, dar uma volta, se afastar do ambiente ou da pessoa, tomar um copo de água, respirar algumas vezes profundamente, lembrar-se de Deus. Depois quando nos acalmarmos, podemos voltar e lidar com o assunto de uma maneira mais equilibrada, sem ofender e magoar os outros; sem nos desequilibrar. Quando falamos de uma maneira tranqüila sem raiva, o outro pode até nos entender e ouvir melhor, mas quando falamos com raiva só criamos mais conflitos e desarmonia.Para se afastar no momento da discussão ou apenas ficar calado até se acalmar é necessário humildade. Quando estamos com muita raiva, queremos que a outra pessoa admita que está errada e isto é orgulho. Esse orgulho impede que nos acalmemos. Mas se você admitir que dissolver a raiva é mais importante do que provar que o outro está errado, você sente a humildade que lhe liberta da tirania da raiva. Todos os inimigos internos alimentam uns aos outros e se estamos presos no orgulho é mais difícil lidar com a raiva. A humildade nos ajuda a testemunhar o que está acontecendo dentro de nós. Em vez de guardamos raiva por horas, ou dias, podemos largá-la logo e evitar assim muitos momentos de sofrimento. Basta não alimentarmos essa raiva, não remoendo e lembrando acontecimentos passados. Se voltarmos nossa atenção para outras coisas e para o momento presente, ficamos livres da raiva e podemos ter momentos felizes. A raiva acumulada desde a infância gera a depressão que tira a alegria de viver. Hoje em dia muitos médicos receitam remédios para depressão que podem até aliviar um pouco os sintomas, mas enquanto a pessoa não for na causa verdadeira da depressão, ela vai ficar sempre dependente e triste, pois depressão é uma doença da alma.Como diz a Bhagavad Gita, uma escritura do Yoga: Aquele que é capaz de suportar, aqui na terra, a agitação que resulta do desejo e da raiva, é disciplinado; ele é verdadeiramente um homem feliz.



Cultive emoções positivas.



Porém não podemos nos libertar da raiva simplesmente suprimindo-a. É necessário cultivar com constância os antídotos da raiva: a tolerância e a paciência. Perceba em sua vida os efeitos benéficos da tolerância e da paciência e perceba também os efeitos destrutivos e negativos da raiva, dos ressentimentos e mágoas. Estas contemplação e conscientização vai lhe motivar a desenvolver esses sentimentos de tolerância, paciência e aceitação além de fazer com que você tenha mais cuidado em não alimentar pensamentos de raiva. Para ficarmos livres desse inimigo interno tão destrutivo que surge de uma mente insatisfeita e descontente, é essencial gerar o contentamento interior, a gratidão e o entusiasmo; cultivar a bondade, a benevolência e a compaixão. Isto vai produzindo serenidade mental que impede a raiva de se manifestar. A prática regular da meditação nos ajuda muito a dissolver a raiva e transformá-la em paciência, aceitação, e o perdão surgirá espontaneamente. Com o perdão podemos abandonar os sentimentos negativos associados aos acontecimentos passados nos livrando das sensações de raiva e ressentimentos.




Por Emilce Shrividya

sexta-feira, 4 de junho de 2010


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A importância do sorriso


O sorriso não é o mesmo que o riso. Separa-os um fosso tão grande como o que separa as lágrimas silenciosas, diante de um desgosto, dos gritos histéricos e lancinantes de quem não sabe dominar-se.
Bergson escreveu: "O riso é algo que irrompe num estrondo e vai retumbando como o trovão na montanha, num eco que, no entanto, não chega ao infinito". O sorriso, pelo contrário é silencioso como chuva mansa que cai e fertiliza a terra ou como brisa suave que acaricia e refresca o rosto. Enquanto o riso é extroversão, o sorriso desvenda delicadamente o interior de quem sorri. O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele". O sorriso traduz, geralmente, um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém, a participar do que lhe vai no íntimo. É por isso que o homem é o único animal que sorri; e, como é dotado de inteligência e vontade, pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo que as coisas corram menos bem - tudo se resume na harmonia interior. O sorriso é o que primeiro acontece quando um rapaz e uma rapariga se olham e se enamoram. Não sabem explicar por que se enamoram, mas é-lhes impossível deixar de sorrir um para o outro, num sorriso cúmplice de quem não precisa de palavras para dizer o que sente. Se o enamoramento continua vem a fase em que, juntos, acham graça a tudo, sem prestarem atenção a nada do que os rodeia. Então, por vezes o seu sorriso muda-se em riso estrondoso, mas cristalino manifestando toda a força da sua juventude. Se o enamoramento leva ao namoro e este ao amor que conduz ao casamento estável, então saber sorrir é fundamental para vencer o desgaste da rotina do dia a dia e para evitar o afastamento de dois seres que, vivendo muito perto, estão interiormente afastados - não estão em sintonia. É pois muito importante saber sorrir. Um sorriso pode dissipar uma angústia, se for simpático, ou aumentá-la se for sarcástico; pode estimular um trabalho, se for de aprovação, ou desanimar quem trabalha se for cínico; pode criar uma amizade, se for sincero e transparente, ou um afastamento se for hipócrita; pode humilhar de modo irreversível se não for autêntico e espontâneo. O sorriso pode ser um grande auxiliar na educação. Não o sorriso que pactua com a asneira, mas o sorriso que acompanha uma repreensão justa e que mostra ao visado que, apesar da dureza e firmeza da repreensão, há amizade e compreensão. Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. Perguntaram um dia a uma doente em grande sofrimento: "Como te sentes?". A resposta foi desconcertante: com um sorriso-dorido respondeu: "dói-me tudo". Mas como anda desvirtuado o sorriso! Será que podemos chamar sorriso o que vemos no rosto dos que assinam os "tratados de paz e cooperação"? Não, o que vemos não passa de um esgar. Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. Perguntaram um dia a uma doente em grande sofrimento: "Como te sentes?". A resposta foi desconcertante: com um sorriso-dorido respondeu: "dói-me tudo". Mas como anda desvirtuado o sorriso! Será que podemos chamar sorriso o que vemos no rosto dos que assinam os "tratados de paz e cooperação"? Não, o que vemos não passa de um esgar. E termino com uma frase que vinha num calendário de bolso que me deram: "Não critique, ajude; não grite, converse; não acuse, ampare e... não se irrite, sorria".


Por:
Maria Fernanda Barroca

quinta-feira, 3 de junho de 2010


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O termo stress (ou estresse) foi apresentado ao público pela primeira vez em 1936 pelo médico Hans Selye na revista científica Nature. Logo, o stress começou a ser usado popularmente, e o termo se difundiu ao redor do mundo.O stress é uma sensação de caráter físico ou psicológico no qual a pessoa sente um certo tipo de angústia.
Sintomas do Stress
Os sintomas mais comuns do stress são: angustia, ansiedade, antagonismo, frustração e o desespero.
As principais causas do stress são: dor e mágoa, certo tipos de eventos pessoais (casamentos, nascimentos, mudanças, doenças), responsabilidades (dívidas a pagar, falta de dinheiro), trabalho e estudos demorados e complexos e relacionamentos.
Como combater o Stress - Tratamento Anti Stress


Existem várias formas de se combater o stress, que variam das mais simples as mais complexas. Uma alimentação
saudável a base de frutas, verduras e legumes, atividades físicas regulares, massagens anti-stress (shiatsu, quick massage), yoga, acupuntura, cromoterapia, aromo terapia, fito terapia.
Há também tratamentos a base de remédios. Somente um profissional qualificado poderá indicar o melhor remédio para cada caso. É de extrema importância que se você não estiver se sentindo bem e apresente alguns sintomas do stress, procure um médico. Lembre-se: NUNCA utilize medicamentos sem a autorização de um médico, pode fazer muito mal a sua
saúde.


Por: TudoemFoco

quarta-feira, 2 de junho de 2010


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DEFINIÇÃO:

O que é Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico ?

A Síndrome do Pânico é um transtorno psicológico caracterizada pela ocorrência de inesperados ataques de pânico e por uma expectativa ansiosa sobre a possibilidade de ter novos ataques.
Os ataques de pânico - ou crises - consistem em períodos de intensa ansiedade, geralmente com início súbito e acompanhados por uma sensação de catástrofe iminente. A freqüência das crises varia de pessoa para pessoa e sua duração é variável, sendo geralmente de alguns minutos.
Há crises de pânico mais completas e outras menores, com poucos sintomas. No geral, as crises de pânico apresentam pelo menos quatro dos sintomas abaixo:
Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visão, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.
Geralmente as crises de pânico se iniciam com o disparo de uma reação inicial de ansiedade, que por sua vez ativa um medo em relação às reações que começam a ocorrer no corpo. A partir da reação inicial de ansiedade, começam a surgir na mente da pessoa uma série de pensamentos negativos sobre o que está ocorrendo, sendo muito comuns pensamentos catastróficos como o de que a pessoa está perdendo o controle, que vai desmaiar, que está enlouquecendo ou que vai morrer.

No intervalo entre as crises a pessoa costuma viver na expectativa de ter uma nova crise. Este processo, denominado ansiedade antecipatória, leva muitas pessoas a evitarem certas situações e a restringirem suas vidas.

O Medo das Sensações do Corpo

A pessoa com pânico vive um profundo estranhamento em relação às suas sensações corporais, seu corpo é vivido como uma fonte constante de ameaça. A pessoa faz constantes interpretações equivocadas e catastróficas de suas sensações corporais, achando que vai ter um ataque cardíaco, que está doente, que vai desmaiar, que vai morrer, etc. H á uma perda de confiança no funcionamento do corpo e um medo das sensações que dele derivam.
É comum a pessoa viver ansiosamente o que poderia ser vivido como sentimentos diferenciados. Numa situação que poderia despertar alegria, a pessoa se sente ansiosa; numa situação que provocaria raiva ela também se sente ansiosa. Qualquer reação interna ou sentimento mais intenso pode disparar reações de ansiedade.
As crises geralmente se iniciam a partir de um susto em relação às sensações do próprio corpo. As sensações disparadoras podem ser variadas, desde uma alteração nos batimentos cardíacos, uma sensação de tontura, falta de ar, enjôo, palpitação, tremor, etc. A presença destes gatilhos corporais pode disparar ansiedade mesmo quando a pessoa não se dá conta de sua presença. Pesquisas apontam, por exemplo, que numa crise de pânico noturna, reações corporais associadas a perigo surgem com a pessoa ainda dormindo, e levam a disparar uma ansiedade que acorda a pessoa, muitas vezes já tendo crise. Enfraquecer esta associação reações do corpo-perigo, que dispara uma crise de pânico é um dos focos do tratamento.
Artur Scarpato