segunda-feira, 21 de junho de 2010


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O que é a Terapia Comportamental-Cognitiva?

A Terapia Comportamental-Cognitiva ou Cognitiva-Comportamental é a união de duas abordagens:

Comportamental: visa entender os padrões gerais de comportamento de cada pessoa, analisando o histórico de vida do indivíduo e verificando a presença de padrões de comportamentos que possam ser improdutivos e/ou causar sofrimento. Assim, é possível que o paciente, junto com o terapeuta, venham a pensar em outras alternativas de comportamento que sejam mais saudáveis. Criada pelo psicólogo americano John B. Watson (1879-1958) e aprimorada por B.F. Skinner (1904-1990).

Cognitiva: baseia-se no princípio de que a maneira como pensamos ou julgamos os fatos que nos acometem determina o modo como nos sentimos. Por exemplo: uma pessoa negativista tende a enxergar tudo que lhe acontece de maneira ruim, o que a leva a se sentir triste, preocupada e angustiada. Neste caso, o terapeuta trabalha em conjunto com o paciente para descobrir padrões de pensamento disfuncionais que estejam gerando dor (chamados pensamentos irracionais) e quais seriam as possíveis alternativas para compreender a situação de modo mais realista. Desenvolvida pelo psicólogo americano Aaron Beck.

A TCC é a forma mais eficaz de tratar inúmeros distúrbios psiquiátricos como:

Depressão
Transtorno Afetivo-Bipolar
Síndrome do Pânico
Ansiedade Generalizada
Fobia Social
Transtorno Obsessivo-Compulsivo
Esquizofrenia
Dependência Química e Alcoolismo
Anorexia Nervosa, Bulimia e outros transtornos alimentares
Transtornos Sexuais
Adicção (vício) ao Jogo
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
dentre outros.

sexta-feira, 18 de junho de 2010


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VIVA O PRESENTE!!!


Idade para ser Feliz!!



Existe somente uma idade para ser feliz...
Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos...

E ter bastante energia para realizá-las a respeito de todas as dificuldades e obstáculos...

Uma só idade para se encantar com a vida e viver apaixonadamente...

E desfrutar tudo com toda intensidade...

Sem medo, nem culpa de sentir prazer...

Fase dourada em que podemos criare recriar a vida...

A nossa própria imagem e semelhança...

E vestir-se com todas as cores...

E experimentar todos os sabores...

E entregar-se a todos os amores...

Sem preconceito nem pudor...

Tempo de entusiasmo e coragemem que todo o desafio é mais um convite à luta...

Que enfrentamos com toda disposiçãode tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso...

Essa idade tão fugaz na vida chama-se PRESENTE...

E tem a duração do instante que se passa!!!


Mário Quintana

segunda-feira, 14 de junho de 2010


Você é fruto de suas escolhas...

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sábado, 12 de junho de 2010


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Qual a linha de psicoterapia usada pela psicóloga Lilian Wolski:


Terapia cognitivo-comportamental (TCC). Cognição diz respeito ao conhecimento, raciocínio e pensamento.


Como funciona a psicoterapia TCC?

Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma terapia breve porque trabalha com um número de sessões reduzidas. O terapeuta ensina métodos para que os clientes resolvam os seus problemas atuais e possam evitar problemas futuros. Estes métodos foram testados muitas vezes em estudos científicos realizados nas maiores universidades no mundo todo.


Qual a teoria que embasa os métodos da Terapia cognitivo-comportamental (TCC)?

Nossas cognições influenciam sobre nossas emoções e comportamentos. Os comportamento afetam os pensamentos e emoções. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) se baseia em preceitos sobre a função da cognição no controle da emoção e dos comportamentos.
A personalidade é moldada por crenças que se desenvolvem cedo na vida, como resultado de experiências pessoais e da influência dos pais e da sociedade. As pessoas criam crenças rígidas e absolutas com base em suposições errôneas, pensamentos distorcidos, conceitos vagos e processamento falho das informações. As crenças provocam dificuldades nos relacionamentos.
Para resolver os problemas é preciso ter consciência das crenças e dos pensamentos distorcidos.
Exemplo: um homem que tem o pensamento distorcido “dificilmente serei bem sucedido como os outros”, poderá interpretar negativamente uma avaliação neutra ou boa, na escola ou trabalho. A avaliação negativa dele provocará comportamentos ruins: frustração, desânimo, irritação e todas as conseqüências dos sentimentos negativos.
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) ensina o paciente a “pensar sobre o pensamento” para trazer à consciência os pensamentos automáticos, reconhecer os erros de cognição e a conseguir o controle sobre eles.


Como o terapeuta ajuda o cliente?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o terapeuta ajuda o cliente a enxergar as crenças (= ter conhecimento, consciência), os prejuízos que elas causam e a desfazer os pensamentos distorcidos. O cliente aprende a corrigir o pensamento distorcido que julgava ser infalível. Como corrige? Testando a validade da crença, encontrado falhas nelas e substituindo as mesmas por pensamentos alternativos, mais favoráveis à qualidade de vida e mental. O terapeuta ajuda o cliente ir à busca da raiz das crenças, a enxergar pensamentos irrealistas/distorcidos, os comportamentos destrutivos e a comunicação inadequada.


Como age o terapeuta?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o terapeuta é pragmático (prático), objetivo, vai direto ao ponto. Por isto a terapia é breve. O cliente não fica analisando por meses ou anos as influências dos pais e da sociedade. Saiba mais sobre a relação entre terapeuta e paciente.


Qual o objetivo daTerapia cognitivo-comportamental (TCC)?

É comprovar através de técnicas que os pensamentos distorcidos/automáticos do cliente estão ligados a emoções e como estas são originadas das crenças aprendidas, que por sua vez se originaram de falhas no processamento de informações. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) reeduca o cliente. Ele aprende a processar adequadamente as informações.


Quais as ferramentas que o terapeuta usa?

Entrevistas, formulários para coletar informações, questionários, exercícios e tarefas. Os exercícios servem para trazer à tona as crenças básicas e mostrar ao cliente sobre o que elas causam.


Qual a diferença entre a Terapia cognitivo-comportamental (TCC) e outras terapias?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) se difere por ser orientada para um alto grau de colaboração entre o paciente e o terapeuta, por ser fortemente empírica (prática) e pelo uso de técnicas direcionadas para a ação. O terapeuta cognitivo-comportamental é normalmente mais ativo do que os terapeutas de outras formas de terapia.
Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o “paciente” é incentivado a ser ativo, assumir responsabilidades na relação terapêutica porque precisa colaborar com o terapeuta. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é focada para o trabalho prático e para o senso de equipe (cliente + terapeuta). A TCC usa o questionamento socrático e descoberta guiada que consiste em fazer perguntas ao cliente estimulando-o a inquirir, a ser curioso e se envolver na aprendizagem de descobrir padrões de comportamento inadequados. A TCC é psicoeducativa. O terapeuta usa mini-aulas para esclarecer o cliente e recomenda leitura de livros. A Terapia
cognitivo-comportamental (TCC) usa métodos de estruturação como estabelecimentos de metas, prescrição de tarefas de casa e realização de avaliação de sintomas.
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC)trabalha com a reestruturação cognitiva porque ajuda o cliente a identificar pensamentos automáticos/distorcidos e a mudar estes pensamentos.
A TCC usa métodos comportamentais que ajudam o cliente a romper padrões de desesperança, emoções dolorosas, fuga, evitação e a ser habilidoso em padrões de enfrentamento responsável. Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o cliente aprende treinamento de respiração e de relaxamento, entre outros.


Quantas sessões de psicoterapia serão necessárias?

Depende das dificuldades. Sugere-se entre 10 ou 15 sessões.


Fontes de pesquisa para este texto:

1. Aprendendo a terapia cognitivo – comportamental, de Jesse Wright, Mônica Basco e Michael Thase, Artemed Editora.


Agel Portas que se abrem - www.f1franquia.com

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sexta-feira, 11 de junho de 2010


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De onde vem seu medo?



Todos sabemos que o medo é uma reação protetora e saudável do ser humano. O medo "normal" vem de estímulos reais de ameaça à vida.


A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo. Mas e quando tudo tem causado medo e não conseguimos agir?


Todo mundo teme algo - assaltos, aviões, doenças, dentistas, solidão, entre outras coisas. Claro que a intensidade do medo é intensificada pelo histórico de vida de cada um. Portanto, diante de nossos pavores, só nos restam duas alternativas: lutar ou fugir.
Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva. Isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa.


Tudo depende da situação e é preciso reconhecer os próprios limites.

Quando há uma situação de ameaça real à sua vida, o medo não é uma reação patológica, mas de proteção e autopreservação.
O mesmo não acontece quando estamos sob o domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência. Quando em pânico, a pessoa nem foge nem enfrenta, mas fica paralisada e sem controle. Nesses casos, deve-se buscar a sua origem para conseguir agir.

Situações reais de perigo exigem discernimento, mas o medo irracional, sem causa real, deve ser enfrentado. Nosso inconsciente não diferencia fantasia de realidade. Por isso, ficar pensando em todas as vezes que não conseguiu, ou ainda, que nem adianta começar, baseando-se nas experiências anteriores negativas, fará com que sua mente reaja de acordo com esse pensamento, pois o medo nasce da associação que nossa mente estabelece com essas experiências, sem discernir que não ocorrerão mais. Sua mente não sabe distinguir o que é passado e presente, realidade e fantasia. E se esse seu pensamento continuar presente, sua mente irá acreditar nele como real.

Como surge o medo?


Além dos perigos iminentes e reais, nossos temores podem aparecer por causa das associações que fazemos ao longo da vida. Por exemplo, uma criança que teve sua casa destruída durante uma tempestade pode sentir-se ameaçada por uma tragédia toda vez que chover intensamente. Querendo ou não, sua mente fará essa relação. Ou pessoas que passaram por muitas privações quando crianças e que não tinham o que comer, ou "brigavam" com os irmãos pela comia, podem desenvolver uma tendência de comer exageradamente, como se sentissem, ainda que inconscientemente, medo de passar fome novamente ou então para compensar aquilo que não tiveram.
Isso pode ocorrer. Nossa mente inconsciente é atemporal: não tem passado nem futuro. É como se tudo estivesse sendo vivenciado no momento presente. Não há discernimento do que aconteceu, o passado e o presente se misturam. O medo de que não vai conseguir é muito comum e acaba interferindo diretamente na auto-estima, no amor-próprio e na autoconfiança. Uma pessoa que não age por medo de não conseguir, não acredita em sua capacidade e, assim, está perdendo também a oportunidade de reverter todo esse quadro.


Pode ainda haver o medo de aumentar mais o peso e, assim, ter problemas de saúde, sobrecarregar os órgãos, medo esse por motivos concretos que podem estimular muitos a mudar seus hábitos em busca de uma melhor qualidade de vida. Se você consegue, ao menos, pensar que pode enfrentar a situação, já é um progresso. Mas, e quando nada conseguimos fazer, a não ser sentir medo?


Quando alguém diz que não consegue, que vai desistir porque sabe que não irá conseguir, geralmente são pessoas que estão com a auto-estima muito baixa e que se amam muito pouco ou não se sentem capazes de cuidar de si mesmas. Querem fórmulas mágicas, resultados imediatos. Querem o impossível, pois assim fica mais fácil justificarem para si mesmas que irão desistir por medo.


Procure descobrir o que o medo simboliza para você, o que ele representa, pois, quanto mais o negamos, mais poderoso ele se torna. Explore seu medo, descubra o que está por trás dele. Se tiver dificuldade para fazer isso, busque ajuda profissional. A pessoa mais prejudicada nesse processo todo é você mesma. Por isso, arregace as mangas e trabalhe contra tudo isso, sem pensar em desistir. Afinal, ou o medo controla você ou você o controla. Qual você prefere?

Por: Rosemeire Zago

quinta-feira, 10 de junho de 2010


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Esquizofrenia - quais os sintomas




A esquizofrenia é uma doença mental crônica e incapacitante, que geralmente se manifesta na adolescência ou início da idade adulta, entre 20 e 30 anos de idade. Sua freqüência na população em geral é da ordem de 1 para cada 100 pessoas. No Brasil estima-se que há cerca de 1,6 milhão de esquizofrênicos.

Quais são os sintomas da doença?

A esquizofrenia se manifesta de forma bastante variável e, às vezes, é difícil identificá-la em sua fase inicial. Os principais sintomas são descritos em dois grupos, chamados de sintomas positivos e sintomas negativos.
Os sintomas positivos são uma exacerbação ou distorção do funcionamento psíquico normal e compreendem os delírios, as alucinações, a desorganização do pensamento.
Os sintomas negativos são a diminuição ou perda das funções psíquicas e incluem uma redução da afetividade, da motivação, a pobreza de discurso e o retraimento social.



Descreveremos alguns destes principais sintomas: 1. Delírios: são idéias ou pensamentos que não correspondem à realidade, das quais o paciente tem convicção absoluta. Por exemplo, o paciente acredita que está sendo vigiado ou perseguido ou observado por câmeras escondidas, acredita que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal. 2. Alucinações: são percepções irreais dos órgãos dos sentidos. As alucinações auditivas são as mais freqüentes. O paciente diz que ouve vozes. Essas lhe dão ordens de como agir ou falam sobre ele. Podem ocorrer mais raramente outras formas de alucinações, como visuais, táteis ou olfativas.

3. Alterações do pensamento: as idéias podem se tornar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. 4. Alterações da afetividade: O paciente perde a capacidade de expressar suas emoções e de reagir emocionalmente às circunstâncias, ficando indiferente e sem expressão afetiva. Outras vezes o paciente apresenta reações afetivas que são inadequadas em relação ao contexto em que se encontra.Muitos outros sintomas podem ser observados nos pacientes com esquizofrenia, como diminuição da motivação, dificuldade de concentração, alterações da motricidade, desconfiança excessiva, indiferença. A esquizofrenia evolui geralmente em episódios agudos onde aparecem os vários sintomas acima descritos, principalmente delírios e alucinações, intercalados por períodos de remissão, com poucos sintomas manifestos.


Qual é a causa da esquizofrenia?


Até hoje não foi descoberta a causa da esquizofrenia. Fatores hereditários têm uma importância relativa, sabe-se que parentes de primeiro grau de um esquizofrênico têm chance maior de desenvolver a doença do que as pessoas em geral. Fatores ambientais (p. ex., complicações da gravidez e do parto, infecções, entre outros) que possam alterar o desenvolvimento do sistema nervoso no período de gestação parecem ter importância na doença. Alterações bioquímicas dos neurotransmissores cerebrais, particularmente da dopamina, parecem estar implicados na doença.



Como é feito o diagnóstico da esquizofrenia?



O médico psiquiatra é capaz de fazer o diagnóstico da doença a partir dos sinais e sintomas descritos acima. Não há nenhum tipo de exame de laboratório (exame de sangue, raio X, tomografia, eletroencefalograma etc.) que permita confirmar o diagnóstico da doença. Muitas vezes o clínico solicita exames, mas estes servem apenas para excluir outras doenças que podem apresentar manifestações semelhantes à esquizofrenia.



Como é o tratamento da esquizofrenia?


O tratamento da esquizofrenia tem como objetivo o controle dos sintomas e a reintegração do paciente.O tratamento da esquizofrenia é feito através de duas abordagens: medicamentosa e psicossocial. Tratamento medicamentoso:Os medicamentos têm duas funções principais:1. Alívio dos sintomas na fase aguda da doença;2. Prevenção de novos episódios da doença.O tratamento medicamentoso é imprescindível na esquizofrenia. Esses medicamentos são chamados de antipsicóticos ou neurolépticos. A maioria dos pacientes precisa utilizar a medicação de forma contínua para não ter novas crises. Portanto, o paciente deve ser avaliado pelo médico periodicamente.A abordagem psicossocial é necessária para promover a reintegração do paciente à família e à sociedade.



Qual deve ser a participação dos familiares no tratamento do paciente?



É muito importante que os familiares estejam orientados quanto à doença e que compreendam os sintomas e as atitudes do paciente, evitando interpretações errôneas. Os familiares são fundamentais no tratamento e na reintegração do paciente. O impacto inicial da notícia de que alguém da família tem esquizofrenia é bastante doloroso. Como a doença é pouco conhecida e sujeita a muita desinformação as pessoas se sentem perplexas e confusas. Freqüentemente, diante das atitudes excêntricas dos pacientes, os familiares reagem também com atitudes inadequadas, perpetuando um círculo vicioso difícil de ser rompido. Atitudes hostis, críticas e superproteção prejudicam o paciente. Apoio e compreensão são necessários para que ele possa ter uma vida independente e conviva satisfatoriamente com a doença.

IMPORTANTE

Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.


Por: Dra. Shirley de Campos