
domingo, 27 de junho de 2010


O QUE É SER FELIZ!!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
O que é a Terapia Comportamental-Cognitiva?
A Terapia Comportamental-Cognitiva ou Cognitiva-Comportamental é a união de duas abordagens:
Comportamental: visa entender os padrões gerais de comportamento de cada pessoa, analisando o histórico de vida do indivíduo e verificando a presença de padrões de comportamentos que possam ser improdutivos e/ou causar sofrimento. Assim, é possível que o paciente, junto com o terapeuta, venham a pensar em outras alternativas de comportamento que sejam mais saudáveis. Criada pelo psicólogo americano John B. Watson (1879-1958) e aprimorada por B.F. Skinner (1904-1990).
Cognitiva: baseia-se no princípio de que a maneira como pensamos ou julgamos os fatos que nos acometem determina o modo como nos sentimos. Por exemplo: uma pessoa negativista tende a enxergar tudo que lhe acontece de maneira ruim, o que a leva a se sentir triste, preocupada e angustiada. Neste caso, o terapeuta trabalha em conjunto com o paciente para descobrir padrões de pensamento disfuncionais que estejam gerando dor (chamados pensamentos irracionais) e quais seriam as possíveis alternativas para compreender a situação de modo mais realista. Desenvolvida pelo psicólogo americano Aaron Beck.
A TCC é a forma mais eficaz de tratar inúmeros distúrbios psiquiátricos como:
Depressão
Transtorno Afetivo-Bipolar
Síndrome do Pânico
Ansiedade Generalizada
Fobia Social
Transtorno Obsessivo-Compulsivo
Esquizofrenia
Dependência Química e Alcoolismo
Anorexia Nervosa, Bulimia e outros transtornos alimentares
Transtornos Sexuais
Adicção (vício) ao Jogo
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
dentre outros.
sexta-feira, 18 de junho de 2010

Idade para ser Feliz!!
Existe somente uma idade para ser feliz...
Mário Quintana
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Qual a linha de psicoterapia usada pela psicóloga Lilian Wolski:
Terapia cognitivo-comportamental (TCC). Cognição diz respeito ao conhecimento, raciocínio e pensamento.
Como funciona a psicoterapia TCC?
Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma terapia breve porque trabalha com um número de sessões reduzidas. O terapeuta ensina métodos para que os clientes resolvam os seus problemas atuais e possam evitar problemas futuros. Estes métodos foram testados muitas vezes em estudos científicos realizados nas maiores universidades no mundo todo.
Qual a teoria que embasa os métodos da Terapia cognitivo-comportamental (TCC)?
Nossas cognições influenciam sobre nossas emoções e comportamentos. Os comportamento afetam os pensamentos e emoções. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) se baseia em preceitos sobre a função da cognição no controle da emoção e dos comportamentos.
A personalidade é moldada por crenças que se desenvolvem cedo na vida, como resultado de experiências pessoais e da influência dos pais e da sociedade. As pessoas criam crenças rígidas e absolutas com base em suposições errôneas, pensamentos distorcidos, conceitos vagos e processamento falho das informações. As crenças provocam dificuldades nos relacionamentos.
Para resolver os problemas é preciso ter consciência das crenças e dos pensamentos distorcidos.
Exemplo: um homem que tem o pensamento distorcido “dificilmente serei bem sucedido como os outros”, poderá interpretar negativamente uma avaliação neutra ou boa, na escola ou trabalho. A avaliação negativa dele provocará comportamentos ruins: frustração, desânimo, irritação e todas as conseqüências dos sentimentos negativos.
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) ensina o paciente a “pensar sobre o pensamento” para trazer à consciência os pensamentos automáticos, reconhecer os erros de cognição e a conseguir o controle sobre eles.
Como o terapeuta ajuda o cliente?
Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o terapeuta ajuda o cliente a enxergar as crenças (= ter conhecimento, consciência), os prejuízos que elas causam e a desfazer os pensamentos distorcidos. O cliente aprende a corrigir o pensamento distorcido que julgava ser infalível. Como corrige? Testando a validade da crença, encontrado falhas nelas e substituindo as mesmas por pensamentos alternativos, mais favoráveis à qualidade de vida e mental. O terapeuta ajuda o cliente ir à busca da raiz das crenças, a enxergar pensamentos irrealistas/distorcidos, os comportamentos destrutivos e a comunicação inadequada.
Como age o terapeuta?
Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o terapeuta é pragmático (prático), objetivo, vai direto ao ponto. Por isto a terapia é breve. O cliente não fica analisando por meses ou anos as influências dos pais e da sociedade. Saiba mais sobre a relação entre terapeuta e paciente.
Qual o objetivo daTerapia cognitivo-comportamental (TCC)?
É comprovar através de técnicas que os pensamentos distorcidos/automáticos do cliente estão ligados a emoções e como estas são originadas das crenças aprendidas, que por sua vez se originaram de falhas no processamento de informações. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) reeduca o cliente. Ele aprende a processar adequadamente as informações.
Quais as ferramentas que o terapeuta usa?
Entrevistas, formulários para coletar informações, questionários, exercícios e tarefas. Os exercícios servem para trazer à tona as crenças básicas e mostrar ao cliente sobre o que elas causam.
Qual a diferença entre a Terapia cognitivo-comportamental (TCC) e outras terapias?
Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) se difere por ser orientada para um alto grau de colaboração entre o paciente e o terapeuta, por ser fortemente empírica (prática) e pelo uso de técnicas direcionadas para a ação. O terapeuta cognitivo-comportamental é normalmente mais ativo do que os terapeutas de outras formas de terapia.
Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o “paciente” é incentivado a ser ativo, assumir responsabilidades na relação terapêutica porque precisa colaborar com o terapeuta. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é focada para o trabalho prático e para o senso de equipe (cliente + terapeuta). A TCC usa o questionamento socrático e descoberta guiada que consiste em fazer perguntas ao cliente estimulando-o a inquirir, a ser curioso e se envolver na aprendizagem de descobrir padrões de comportamento inadequados. A TCC é psicoeducativa. O terapeuta usa mini-aulas para esclarecer o cliente e recomenda leitura de livros. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) usa métodos de estruturação como estabelecimentos de metas, prescrição de tarefas de casa e realização de avaliação de sintomas.
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC)trabalha com a reestruturação cognitiva porque ajuda o cliente a identificar pensamentos automáticos/distorcidos e a mudar estes pensamentos.
A TCC usa métodos comportamentais que ajudam o cliente a romper padrões de desesperança, emoções dolorosas, fuga, evitação e a ser habilidoso em padrões de enfrentamento responsável. Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o cliente aprende treinamento de respiração e de relaxamento, entre outros.
Quantas sessões de psicoterapia serão necessárias?
Depende das dificuldades. Sugere-se entre 10 ou 15 sessões.
Fontes de pesquisa para este texto:
1. Aprendendo a terapia cognitivo – comportamental, de Jesse Wright, Mônica Basco e Michael Thase, Artemed Editora.
sexta-feira, 11 de junho de 2010

A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo. Mas e quando tudo tem causado medo e não conseguimos agir?
Todo mundo teme algo - assaltos, aviões, doenças, dentistas, solidão, entre outras coisas. Claro que a intensidade do medo é intensificada pelo histórico de vida de cada um. Portanto, diante de nossos pavores, só nos restam duas alternativas: lutar ou fugir.
Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva. Isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa.
O mesmo não acontece quando estamos sob o domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência. Quando em pânico, a pessoa nem foge nem enfrenta, mas fica paralisada e sem controle. Nesses casos, deve-se buscar a sua origem para conseguir agir.
Como surge o medo?
Além dos perigos iminentes e reais, nossos temores podem aparecer por causa das associações que fazemos ao longo da vida. Por exemplo, uma criança que teve sua casa destruída durante uma tempestade pode sentir-se ameaçada por uma tragédia toda vez que chover intensamente. Querendo ou não, sua mente fará essa relação. Ou pessoas que passaram por muitas privações quando crianças e que não tinham o que comer, ou "brigavam" com os irmãos pela comia, podem desenvolver uma tendência de comer exageradamente, como se sentissem, ainda que inconscientemente, medo de passar fome novamente ou então para compensar aquilo que não tiveram.
Isso pode ocorrer. Nossa mente inconsciente é atemporal: não tem passado nem futuro. É como se tudo estivesse sendo vivenciado no momento presente. Não há discernimento do que aconteceu, o passado e o presente se misturam. O medo de que não vai conseguir é muito comum e acaba interferindo diretamente na auto-estima, no amor-próprio e na autoconfiança. Uma pessoa que não age por medo de não conseguir, não acredita em sua capacidade e, assim, está perdendo também a oportunidade de reverter todo esse quadro.
Pode ainda haver o medo de aumentar mais o peso e, assim, ter problemas de saúde, sobrecarregar os órgãos, medo esse por motivos concretos que podem estimular muitos a mudar seus hábitos em busca de uma melhor qualidade de vida. Se você consegue, ao menos, pensar que pode enfrentar a situação, já é um progresso. Mas, e quando nada conseguimos fazer, a não ser sentir medo?
Quando alguém diz que não consegue, que vai desistir porque sabe que não irá conseguir, geralmente são pessoas que estão com a auto-estima muito baixa e que se amam muito pouco ou não se sentem capazes de cuidar de si mesmas. Querem fórmulas mágicas, resultados imediatos. Querem o impossível, pois assim fica mais fácil justificarem para si mesmas que irão desistir por medo.
Procure descobrir o que o medo simboliza para você, o que ele representa, pois, quanto mais o negamos, mais poderoso ele se torna. Explore seu medo, descubra o que está por trás dele. Se tiver dificuldade para fazer isso, busque ajuda profissional. A pessoa mais prejudicada nesse processo todo é você mesma. Por isso, arregace as mangas e trabalhe contra tudo isso, sem pensar em desistir. Afinal, ou o medo controla você ou você o controla. Qual você prefere?
Por: Rosemeire Zago
quinta-feira, 10 de junho de 2010

A esquizofrenia é uma doença mental crônica e incapacitante, que geralmente se manifesta na adolescência ou início da idade adulta, entre 20 e 30 anos de idade. Sua freqüência na população em geral é da ordem de 1 para cada 100 pessoas. No Brasil estima-se que há cerca de 1,6 milhão de esquizofrênicos.
Quais são os sintomas da doença?
A esquizofrenia se manifesta de forma bastante variável e, às vezes, é difícil identificá-la em sua fase inicial. Os principais sintomas são descritos em dois grupos, chamados de sintomas positivos e sintomas negativos.
Os sintomas positivos são uma exacerbação ou distorção do funcionamento psíquico normal e compreendem os delírios, as alucinações, a desorganização do pensamento.
Os sintomas negativos são a diminuição ou perda das funções psíquicas e incluem uma redução da afetividade, da motivação, a pobreza de discurso e o retraimento social.
Qual é a causa da esquizofrenia?
Como é feito o diagnóstico da esquizofrenia?
Como é o tratamento da esquizofrenia?
Qual deve ser a participação dos familiares no tratamento do paciente?
IMPORTANTE
Por: Dra. Shirley de Campos
quarta-feira, 9 de junho de 2010

Mude a Sua Vida
Os sentimentos de opressão, tristeza e angústia indicam que, de alguma forma, você está bloqueando acesso ao bem-estar que deveria fluir livremente através do seu ser. Por outro lado, no exato momento em que passa a sentir-se bem, automaticamente o Universo passa a conspirar a seu favor, abrindo portas onde antes só havia muros imaginários, supostamente intransponíveis.
Por: Francisco Ferreira
segunda-feira, 7 de junho de 2010

Um exemplo muito comum é o de pessoas que não aceitam seu corpo físico.O pensamento do tipo,odeio o meu corpo,fará você se sentir mal,causando uma rejeição, e isso não criará uma boa saúde para você.A boa saúde é resultado do amor e da admiração.O correto seria conversar com seu corpo de forma carinhosa.Ex:amo e admiro meu corpo.
Pense dessa forma:
Todo pensamento seu é importante,portanto,não desperdice seus preciosos pensamentos.Pensamentos positivos trazem benefícios a sua vida,enquanto o pensamento negativo fecha as portas,fazendo com que as coisas boas não aconteçam.
Quantas vezes na vida você quase conseguiu algo de bom,e então isso lhe foi tirado no ultimo minuto?
Então tenha pensamentos felizes.cultive pensamentos positivos,permitindo-se viver em paz,olhando a vida com outros olhos. Faça de sua vida a melhor , ao abrir os olhos de manhã se permita entrar em contato com a energia criadora que é Deus,se deixa contagiar por essa paz.....seja grato.....agradeça por mais um dia que lhe foi concedido, solicite que sua jornada terrena seja abençoada,que você possa ser um Ser de Luz,um instrumento de amor,paz , tranquilidade, um ser que emana em todas as suas ações, todos os pensamentos positivos,atraindo todas as coisas positivas,para si. Quando vibramos no positivo,os nossos sonhos são concretizados,pois o Universo conspira ao nosso favor,e todas as portas para a prosperidade são abertas, as coisas fluem naturalmente para você,sem nenhum esforço.
Por: Guerreira da Paz
sábado, 5 de junho de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A importância do sorriso
O sorriso não é o mesmo que o riso. Separa-os um fosso tão grande como o que separa as lágrimas silenciosas, diante de um desgosto, dos gritos histéricos e lancinantes de quem não sabe dominar-se.
Bergson escreveu: "O riso é algo que irrompe num estrondo e vai retumbando como o trovão na montanha, num eco que, no entanto, não chega ao infinito". O sorriso, pelo contrário é silencioso como chuva mansa que cai e fertiliza a terra ou como brisa suave que acaricia e refresca o rosto. Enquanto o riso é extroversão, o sorriso desvenda delicadamente o interior de quem sorri. O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele". O sorriso traduz, geralmente, um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém, a participar do que lhe vai no íntimo. É por isso que o homem é o único animal que sorri; e, como é dotado de inteligência e vontade, pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo que as coisas corram menos bem - tudo se resume na harmonia interior. O sorriso é o que primeiro acontece quando um rapaz e uma rapariga se olham e se enamoram. Não sabem explicar por que se enamoram, mas é-lhes impossível deixar de sorrir um para o outro, num sorriso cúmplice de quem não precisa de palavras para dizer o que sente. Se o enamoramento continua vem a fase em que, juntos, acham graça a tudo, sem prestarem atenção a nada do que os rodeia. Então, por vezes o seu sorriso muda-se em riso estrondoso, mas cristalino manifestando toda a força da sua juventude. Se o enamoramento leva ao namoro e este ao amor que conduz ao casamento estável, então saber sorrir é fundamental para vencer o desgaste da rotina do dia a dia e para evitar o afastamento de dois seres que, vivendo muito perto, estão interiormente afastados - não estão em sintonia. É pois muito importante saber sorrir. Um sorriso pode dissipar uma angústia, se for simpático, ou aumentá-la se for sarcástico; pode estimular um trabalho, se for de aprovação, ou desanimar quem trabalha se for cínico; pode criar uma amizade, se for sincero e transparente, ou um afastamento se for hipócrita; pode humilhar de modo irreversível se não for autêntico e espontâneo. O sorriso pode ser um grande auxiliar na educação. Não o sorriso que pactua com a asneira, mas o sorriso que acompanha uma repreensão justa e que mostra ao visado que, apesar da dureza e firmeza da repreensão, há amizade e compreensão. Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. Perguntaram um dia a uma doente em grande sofrimento: "Como te sentes?". A resposta foi desconcertante: com um sorriso-dorido respondeu: "dói-me tudo". Mas como anda desvirtuado o sorriso! Será que podemos chamar sorriso o que vemos no rosto dos que assinam os "tratados de paz e cooperação"? Não, o que vemos não passa de um esgar. Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. Perguntaram um dia a uma doente em grande sofrimento: "Como te sentes?". A resposta foi desconcertante: com um sorriso-dorido respondeu: "dói-me tudo". Mas como anda desvirtuado o sorriso! Será que podemos chamar sorriso o que vemos no rosto dos que assinam os "tratados de paz e cooperação"? Não, o que vemos não passa de um esgar. E termino com uma frase que vinha num calendário de bolso que me deram: "Não critique, ajude; não grite, converse; não acuse, ampare e... não se irrite, sorria".
Maria Fernanda Barroca
quinta-feira, 3 de junho de 2010

O termo stress (ou estresse) foi apresentado ao público pela primeira vez em 1936 pelo médico Hans Selye na revista científica Nature. Logo, o stress começou a ser usado popularmente, e o termo se difundiu ao redor do mundo.O stress é uma sensação de caráter físico ou psicológico no qual a pessoa sente um certo tipo de angústia.
Sintomas do Stress
Os sintomas mais comuns do stress são: angustia, ansiedade, antagonismo, frustração e o desespero.
As principais causas do stress são: dor e mágoa, certo tipos de eventos pessoais (casamentos, nascimentos, mudanças, doenças), responsabilidades (dívidas a pagar, falta de dinheiro), trabalho e estudos demorados e complexos e relacionamentos.
Como combater o Stress - Tratamento Anti Stress
Existem várias formas de se combater o stress, que variam das mais simples as mais complexas. Uma alimentação saudável a base de frutas, verduras e legumes, atividades físicas regulares, massagens anti-stress (shiatsu, quick massage), yoga, acupuntura, cromoterapia, aromo terapia, fito terapia.
Há também tratamentos a base de remédios. Somente um profissional qualificado poderá indicar o melhor remédio para cada caso. É de extrema importância que se você não estiver se sentindo bem e apresente alguns sintomas do stress, procure um médico. Lembre-se: NUNCA utilize medicamentos sem a autorização de um médico, pode fazer muito mal a sua saúde.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O que é Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico ?
A Síndrome do Pânico é um transtorno psicológico caracterizada pela ocorrência de inesperados ataques de pânico e por uma expectativa ansiosa sobre a possibilidade de ter novos ataques.
Os ataques de pânico - ou crises - consistem em períodos de intensa ansiedade, geralmente com início súbito e acompanhados por uma sensação de catástrofe iminente. A freqüência das crises varia de pessoa para pessoa e sua duração é variável, sendo geralmente de alguns minutos.
Há crises de pânico mais completas e outras menores, com poucos sintomas. No geral, as crises de pânico apresentam pelo menos quatro dos sintomas abaixo:
Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visão, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.
Geralmente as crises de pânico se iniciam com o disparo de uma reação inicial de ansiedade, que por sua vez ativa um medo em relação às reações que começam a ocorrer no corpo. A partir da reação inicial de ansiedade, começam a surgir na mente da pessoa uma série de pensamentos negativos sobre o que está ocorrendo, sendo muito comuns pensamentos catastróficos como o de que a pessoa está perdendo o controle, que vai desmaiar, que está enlouquecendo ou que vai morrer.
No intervalo entre as crises a pessoa costuma viver na expectativa de ter uma nova crise. Este processo, denominado ansiedade antecipatória, leva muitas pessoas a evitarem certas situações e a restringirem suas vidas.
O Medo das Sensações do Corpo
A pessoa com pânico vive um profundo estranhamento em relação às suas sensações corporais, seu corpo é vivido como uma fonte constante de ameaça. A pessoa faz constantes interpretações equivocadas e catastróficas de suas sensações corporais, achando que vai ter um ataque cardíaco, que está doente, que vai desmaiar, que vai morrer, etc. H á uma perda de confiança no funcionamento do corpo e um medo das sensações que dele derivam.
É comum a pessoa viver ansiosamente o que poderia ser vivido como sentimentos diferenciados. Numa situação que poderia despertar alegria, a pessoa se sente ansiosa; numa situação que provocaria raiva ela também se sente ansiosa. Qualquer reação interna ou sentimento mais intenso pode disparar reações de ansiedade.
As crises geralmente se iniciam a partir de um susto em relação às sensações do próprio corpo. As sensações disparadoras podem ser variadas, desde uma alteração nos batimentos cardíacos, uma sensação de tontura, falta de ar, enjôo, palpitação, tremor, etc. A presença destes gatilhos corporais pode disparar ansiedade mesmo quando a pessoa não se dá conta de sua presença. Pesquisas apontam, por exemplo, que numa crise de pânico noturna, reações corporais associadas a perigo surgem com a pessoa ainda dormindo, e levam a disparar uma ansiedade que acorda a pessoa, muitas vezes já tendo crise. Enfraquecer esta associação reações do corpo-perigo, que dispara uma crise de pânico é um dos focos do tratamento.
Artur Scarpato
