domingo, 27 de junho de 2010


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ATAQUE DE PÂNICO

O paciente com pânico avalia o perigo em fatores externos e internos, sente apreensão e crê na catástrofe iminente, e então tem mais sintomas de ansiedade, um aumento na respiração, uma interpretação errônea e catastrófica dos sintomas fisiológicos e das situações de pânico que provocam a perpetuação da interpretação catastrófica e levam a mais dificuldades.
Além disso, os indivíduos se tornam mais atentos a sintomas físicos que interpretam como evidência de desastres fisiológicos potenciais.
Quando os ataques de pânico ocorrem, as pessoas tendem a desenvolver um sistema de evitação de sintomas ou de situações em que tiveram os ataques, isto é chamado de comportamento de segurança.
Os comportamentos de segurança são definidos como evitação real de situações ou sintomas.
A fuga quando os sintomas começam e os pensamentos ou comportamentos que o paciente usa, e que ele acredita ser a única razão para não ter havido uma catástrofe é o que acaba mantendo o transtorno.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental o paciente é ensinado a se distrair quando começar a ter as sensações físicas que tanto teme, são habilitados a desenvolver uma série de estratégias para impedir que se concentre nos sintomas e nas sensações que tem quando enfrentam uma situação que provoque ansiedade e que não possa evitar.
O tratamento dos ataques de pânico envolve reduzir a superestimação de eventos desastrosos e corrigir as interpretações catastróficas sobre sensações corporais que os pacientes desenvolvem. Os pacientes aprendem que a razão para os seus sintomas é que eles interpretam um fenômeno fisiológico normal de forma incorreta. Pode-se comparar um alarme de carro que dispara na ausência de um ladrão, ao alarme que o corpo das pessoas emitem e que são interpretados de forma incorreta.
Para os que pensam que transtorno do pânico "é frescura, maneira de chamar atenção", não é! É sim um transtorno complexo e incapacitante, por isso, diante dos primeiros sinais não hesite, procure ajuda especializada.

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O QUE É SER FELIZ!!



Ser feliz não é ter uma vida isenta de perdas e frustrações.
É ser alegre, mesmo se vier a chorar;
É viver intensamente, mesmo no leito de um hospital;
É nunca deixar de sonhar, mesmo se tiver pesadelos;
É dialogar consigo mesmo, ainda que a solidão o cerque;
É sempre ser jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem.
É contar histórias para os filhos, mesmo se o tempo for escasso;
É amar os pais, mesmo se eles não compreenderem;
É agradecer muito, mesmo se as coisas derem erradas;
É transformar erros em lições de vida;
Ser feliz é sentir o sabor da água, sentir o frescor de uma brisa a tocar-lhe o rosto, é sentir o cheiro de terra molhada;
É extrair das pequenas coisas, grandes emoções;
É encontrar todos os dias, motivos para sorrir, mesmo que não existam grandes fatos;
É rir de suas próprias tolices;
É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções;
É ter amigos para pedir consolo e dividir alegrias;
É agradecer a Deus pelo espetáculo da vida... e perceber o quanto é facil e simples ser feliz...

quinta-feira, 24 de junho de 2010


Mensagem linda -Hoje é tempo de ser feliz

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segunda-feira, 21 de junho de 2010


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O que é a Terapia Comportamental-Cognitiva?

A Terapia Comportamental-Cognitiva ou Cognitiva-Comportamental é a união de duas abordagens:

Comportamental: visa entender os padrões gerais de comportamento de cada pessoa, analisando o histórico de vida do indivíduo e verificando a presença de padrões de comportamentos que possam ser improdutivos e/ou causar sofrimento. Assim, é possível que o paciente, junto com o terapeuta, venham a pensar em outras alternativas de comportamento que sejam mais saudáveis. Criada pelo psicólogo americano John B. Watson (1879-1958) e aprimorada por B.F. Skinner (1904-1990).

Cognitiva: baseia-se no princípio de que a maneira como pensamos ou julgamos os fatos que nos acometem determina o modo como nos sentimos. Por exemplo: uma pessoa negativista tende a enxergar tudo que lhe acontece de maneira ruim, o que a leva a se sentir triste, preocupada e angustiada. Neste caso, o terapeuta trabalha em conjunto com o paciente para descobrir padrões de pensamento disfuncionais que estejam gerando dor (chamados pensamentos irracionais) e quais seriam as possíveis alternativas para compreender a situação de modo mais realista. Desenvolvida pelo psicólogo americano Aaron Beck.

A TCC é a forma mais eficaz de tratar inúmeros distúrbios psiquiátricos como:

Depressão
Transtorno Afetivo-Bipolar
Síndrome do Pânico
Ansiedade Generalizada
Fobia Social
Transtorno Obsessivo-Compulsivo
Esquizofrenia
Dependência Química e Alcoolismo
Anorexia Nervosa, Bulimia e outros transtornos alimentares
Transtornos Sexuais
Adicção (vício) ao Jogo
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
dentre outros.

sexta-feira, 18 de junho de 2010


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VIVA O PRESENTE!!!


Idade para ser Feliz!!



Existe somente uma idade para ser feliz...
Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos...

E ter bastante energia para realizá-las a respeito de todas as dificuldades e obstáculos...

Uma só idade para se encantar com a vida e viver apaixonadamente...

E desfrutar tudo com toda intensidade...

Sem medo, nem culpa de sentir prazer...

Fase dourada em que podemos criare recriar a vida...

A nossa própria imagem e semelhança...

E vestir-se com todas as cores...

E experimentar todos os sabores...

E entregar-se a todos os amores...

Sem preconceito nem pudor...

Tempo de entusiasmo e coragemem que todo o desafio é mais um convite à luta...

Que enfrentamos com toda disposiçãode tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso...

Essa idade tão fugaz na vida chama-se PRESENTE...

E tem a duração do instante que se passa!!!


Mário Quintana

segunda-feira, 14 de junho de 2010


Você é fruto de suas escolhas...

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sábado, 12 de junho de 2010


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Qual a linha de psicoterapia usada pela psicóloga Lilian Wolski:


Terapia cognitivo-comportamental (TCC). Cognição diz respeito ao conhecimento, raciocínio e pensamento.


Como funciona a psicoterapia TCC?

Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma terapia breve porque trabalha com um número de sessões reduzidas. O terapeuta ensina métodos para que os clientes resolvam os seus problemas atuais e possam evitar problemas futuros. Estes métodos foram testados muitas vezes em estudos científicos realizados nas maiores universidades no mundo todo.


Qual a teoria que embasa os métodos da Terapia cognitivo-comportamental (TCC)?

Nossas cognições influenciam sobre nossas emoções e comportamentos. Os comportamento afetam os pensamentos e emoções. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) se baseia em preceitos sobre a função da cognição no controle da emoção e dos comportamentos.
A personalidade é moldada por crenças que se desenvolvem cedo na vida, como resultado de experiências pessoais e da influência dos pais e da sociedade. As pessoas criam crenças rígidas e absolutas com base em suposições errôneas, pensamentos distorcidos, conceitos vagos e processamento falho das informações. As crenças provocam dificuldades nos relacionamentos.
Para resolver os problemas é preciso ter consciência das crenças e dos pensamentos distorcidos.
Exemplo: um homem que tem o pensamento distorcido “dificilmente serei bem sucedido como os outros”, poderá interpretar negativamente uma avaliação neutra ou boa, na escola ou trabalho. A avaliação negativa dele provocará comportamentos ruins: frustração, desânimo, irritação e todas as conseqüências dos sentimentos negativos.
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) ensina o paciente a “pensar sobre o pensamento” para trazer à consciência os pensamentos automáticos, reconhecer os erros de cognição e a conseguir o controle sobre eles.


Como o terapeuta ajuda o cliente?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o terapeuta ajuda o cliente a enxergar as crenças (= ter conhecimento, consciência), os prejuízos que elas causam e a desfazer os pensamentos distorcidos. O cliente aprende a corrigir o pensamento distorcido que julgava ser infalível. Como corrige? Testando a validade da crença, encontrado falhas nelas e substituindo as mesmas por pensamentos alternativos, mais favoráveis à qualidade de vida e mental. O terapeuta ajuda o cliente ir à busca da raiz das crenças, a enxergar pensamentos irrealistas/distorcidos, os comportamentos destrutivos e a comunicação inadequada.


Como age o terapeuta?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o terapeuta é pragmático (prático), objetivo, vai direto ao ponto. Por isto a terapia é breve. O cliente não fica analisando por meses ou anos as influências dos pais e da sociedade. Saiba mais sobre a relação entre terapeuta e paciente.


Qual o objetivo daTerapia cognitivo-comportamental (TCC)?

É comprovar através de técnicas que os pensamentos distorcidos/automáticos do cliente estão ligados a emoções e como estas são originadas das crenças aprendidas, que por sua vez se originaram de falhas no processamento de informações. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) reeduca o cliente. Ele aprende a processar adequadamente as informações.


Quais as ferramentas que o terapeuta usa?

Entrevistas, formulários para coletar informações, questionários, exercícios e tarefas. Os exercícios servem para trazer à tona as crenças básicas e mostrar ao cliente sobre o que elas causam.


Qual a diferença entre a Terapia cognitivo-comportamental (TCC) e outras terapias?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) se difere por ser orientada para um alto grau de colaboração entre o paciente e o terapeuta, por ser fortemente empírica (prática) e pelo uso de técnicas direcionadas para a ação. O terapeuta cognitivo-comportamental é normalmente mais ativo do que os terapeutas de outras formas de terapia.
Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o “paciente” é incentivado a ser ativo, assumir responsabilidades na relação terapêutica porque precisa colaborar com o terapeuta. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é focada para o trabalho prático e para o senso de equipe (cliente + terapeuta). A TCC usa o questionamento socrático e descoberta guiada que consiste em fazer perguntas ao cliente estimulando-o a inquirir, a ser curioso e se envolver na aprendizagem de descobrir padrões de comportamento inadequados. A TCC é psicoeducativa. O terapeuta usa mini-aulas para esclarecer o cliente e recomenda leitura de livros. A Terapia
cognitivo-comportamental (TCC) usa métodos de estruturação como estabelecimentos de metas, prescrição de tarefas de casa e realização de avaliação de sintomas.
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC)trabalha com a reestruturação cognitiva porque ajuda o cliente a identificar pensamentos automáticos/distorcidos e a mudar estes pensamentos.
A TCC usa métodos comportamentais que ajudam o cliente a romper padrões de desesperança, emoções dolorosas, fuga, evitação e a ser habilidoso em padrões de enfrentamento responsável. Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o cliente aprende treinamento de respiração e de relaxamento, entre outros.


Quantas sessões de psicoterapia serão necessárias?

Depende das dificuldades. Sugere-se entre 10 ou 15 sessões.


Fontes de pesquisa para este texto:

1. Aprendendo a terapia cognitivo – comportamental, de Jesse Wright, Mônica Basco e Michael Thase, Artemed Editora.


Agel Portas que se abrem - www.f1franquia.com

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sexta-feira, 11 de junho de 2010


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De onde vem seu medo?



Todos sabemos que o medo é uma reação protetora e saudável do ser humano. O medo "normal" vem de estímulos reais de ameaça à vida.


A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo. Mas e quando tudo tem causado medo e não conseguimos agir?


Todo mundo teme algo - assaltos, aviões, doenças, dentistas, solidão, entre outras coisas. Claro que a intensidade do medo é intensificada pelo histórico de vida de cada um. Portanto, diante de nossos pavores, só nos restam duas alternativas: lutar ou fugir.
Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva. Isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa.


Tudo depende da situação e é preciso reconhecer os próprios limites.

Quando há uma situação de ameaça real à sua vida, o medo não é uma reação patológica, mas de proteção e autopreservação.
O mesmo não acontece quando estamos sob o domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência. Quando em pânico, a pessoa nem foge nem enfrenta, mas fica paralisada e sem controle. Nesses casos, deve-se buscar a sua origem para conseguir agir.

Situações reais de perigo exigem discernimento, mas o medo irracional, sem causa real, deve ser enfrentado. Nosso inconsciente não diferencia fantasia de realidade. Por isso, ficar pensando em todas as vezes que não conseguiu, ou ainda, que nem adianta começar, baseando-se nas experiências anteriores negativas, fará com que sua mente reaja de acordo com esse pensamento, pois o medo nasce da associação que nossa mente estabelece com essas experiências, sem discernir que não ocorrerão mais. Sua mente não sabe distinguir o que é passado e presente, realidade e fantasia. E se esse seu pensamento continuar presente, sua mente irá acreditar nele como real.

Como surge o medo?


Além dos perigos iminentes e reais, nossos temores podem aparecer por causa das associações que fazemos ao longo da vida. Por exemplo, uma criança que teve sua casa destruída durante uma tempestade pode sentir-se ameaçada por uma tragédia toda vez que chover intensamente. Querendo ou não, sua mente fará essa relação. Ou pessoas que passaram por muitas privações quando crianças e que não tinham o que comer, ou "brigavam" com os irmãos pela comia, podem desenvolver uma tendência de comer exageradamente, como se sentissem, ainda que inconscientemente, medo de passar fome novamente ou então para compensar aquilo que não tiveram.
Isso pode ocorrer. Nossa mente inconsciente é atemporal: não tem passado nem futuro. É como se tudo estivesse sendo vivenciado no momento presente. Não há discernimento do que aconteceu, o passado e o presente se misturam. O medo de que não vai conseguir é muito comum e acaba interferindo diretamente na auto-estima, no amor-próprio e na autoconfiança. Uma pessoa que não age por medo de não conseguir, não acredita em sua capacidade e, assim, está perdendo também a oportunidade de reverter todo esse quadro.


Pode ainda haver o medo de aumentar mais o peso e, assim, ter problemas de saúde, sobrecarregar os órgãos, medo esse por motivos concretos que podem estimular muitos a mudar seus hábitos em busca de uma melhor qualidade de vida. Se você consegue, ao menos, pensar que pode enfrentar a situação, já é um progresso. Mas, e quando nada conseguimos fazer, a não ser sentir medo?


Quando alguém diz que não consegue, que vai desistir porque sabe que não irá conseguir, geralmente são pessoas que estão com a auto-estima muito baixa e que se amam muito pouco ou não se sentem capazes de cuidar de si mesmas. Querem fórmulas mágicas, resultados imediatos. Querem o impossível, pois assim fica mais fácil justificarem para si mesmas que irão desistir por medo.


Procure descobrir o que o medo simboliza para você, o que ele representa, pois, quanto mais o negamos, mais poderoso ele se torna. Explore seu medo, descubra o que está por trás dele. Se tiver dificuldade para fazer isso, busque ajuda profissional. A pessoa mais prejudicada nesse processo todo é você mesma. Por isso, arregace as mangas e trabalhe contra tudo isso, sem pensar em desistir. Afinal, ou o medo controla você ou você o controla. Qual você prefere?

Por: Rosemeire Zago

quinta-feira, 10 de junho de 2010


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Esquizofrenia - quais os sintomas




A esquizofrenia é uma doença mental crônica e incapacitante, que geralmente se manifesta na adolescência ou início da idade adulta, entre 20 e 30 anos de idade. Sua freqüência na população em geral é da ordem de 1 para cada 100 pessoas. No Brasil estima-se que há cerca de 1,6 milhão de esquizofrênicos.

Quais são os sintomas da doença?

A esquizofrenia se manifesta de forma bastante variável e, às vezes, é difícil identificá-la em sua fase inicial. Os principais sintomas são descritos em dois grupos, chamados de sintomas positivos e sintomas negativos.
Os sintomas positivos são uma exacerbação ou distorção do funcionamento psíquico normal e compreendem os delírios, as alucinações, a desorganização do pensamento.
Os sintomas negativos são a diminuição ou perda das funções psíquicas e incluem uma redução da afetividade, da motivação, a pobreza de discurso e o retraimento social.



Descreveremos alguns destes principais sintomas: 1. Delírios: são idéias ou pensamentos que não correspondem à realidade, das quais o paciente tem convicção absoluta. Por exemplo, o paciente acredita que está sendo vigiado ou perseguido ou observado por câmeras escondidas, acredita que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal. 2. Alucinações: são percepções irreais dos órgãos dos sentidos. As alucinações auditivas são as mais freqüentes. O paciente diz que ouve vozes. Essas lhe dão ordens de como agir ou falam sobre ele. Podem ocorrer mais raramente outras formas de alucinações, como visuais, táteis ou olfativas.

3. Alterações do pensamento: as idéias podem se tornar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. 4. Alterações da afetividade: O paciente perde a capacidade de expressar suas emoções e de reagir emocionalmente às circunstâncias, ficando indiferente e sem expressão afetiva. Outras vezes o paciente apresenta reações afetivas que são inadequadas em relação ao contexto em que se encontra.Muitos outros sintomas podem ser observados nos pacientes com esquizofrenia, como diminuição da motivação, dificuldade de concentração, alterações da motricidade, desconfiança excessiva, indiferença. A esquizofrenia evolui geralmente em episódios agudos onde aparecem os vários sintomas acima descritos, principalmente delírios e alucinações, intercalados por períodos de remissão, com poucos sintomas manifestos.


Qual é a causa da esquizofrenia?


Até hoje não foi descoberta a causa da esquizofrenia. Fatores hereditários têm uma importância relativa, sabe-se que parentes de primeiro grau de um esquizofrênico têm chance maior de desenvolver a doença do que as pessoas em geral. Fatores ambientais (p. ex., complicações da gravidez e do parto, infecções, entre outros) que possam alterar o desenvolvimento do sistema nervoso no período de gestação parecem ter importância na doença. Alterações bioquímicas dos neurotransmissores cerebrais, particularmente da dopamina, parecem estar implicados na doença.



Como é feito o diagnóstico da esquizofrenia?



O médico psiquiatra é capaz de fazer o diagnóstico da doença a partir dos sinais e sintomas descritos acima. Não há nenhum tipo de exame de laboratório (exame de sangue, raio X, tomografia, eletroencefalograma etc.) que permita confirmar o diagnóstico da doença. Muitas vezes o clínico solicita exames, mas estes servem apenas para excluir outras doenças que podem apresentar manifestações semelhantes à esquizofrenia.



Como é o tratamento da esquizofrenia?


O tratamento da esquizofrenia tem como objetivo o controle dos sintomas e a reintegração do paciente.O tratamento da esquizofrenia é feito através de duas abordagens: medicamentosa e psicossocial. Tratamento medicamentoso:Os medicamentos têm duas funções principais:1. Alívio dos sintomas na fase aguda da doença;2. Prevenção de novos episódios da doença.O tratamento medicamentoso é imprescindível na esquizofrenia. Esses medicamentos são chamados de antipsicóticos ou neurolépticos. A maioria dos pacientes precisa utilizar a medicação de forma contínua para não ter novas crises. Portanto, o paciente deve ser avaliado pelo médico periodicamente.A abordagem psicossocial é necessária para promover a reintegração do paciente à família e à sociedade.



Qual deve ser a participação dos familiares no tratamento do paciente?



É muito importante que os familiares estejam orientados quanto à doença e que compreendam os sintomas e as atitudes do paciente, evitando interpretações errôneas. Os familiares são fundamentais no tratamento e na reintegração do paciente. O impacto inicial da notícia de que alguém da família tem esquizofrenia é bastante doloroso. Como a doença é pouco conhecida e sujeita a muita desinformação as pessoas se sentem perplexas e confusas. Freqüentemente, diante das atitudes excêntricas dos pacientes, os familiares reagem também com atitudes inadequadas, perpetuando um círculo vicioso difícil de ser rompido. Atitudes hostis, críticas e superproteção prejudicam o paciente. Apoio e compreensão são necessários para que ele possa ter uma vida independente e conviva satisfatoriamente com a doença.

IMPORTANTE

Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.


Por: Dra. Shirley de Campos

quarta-feira, 9 de junho de 2010


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Mude a Sua Vida





Os sentimentos de opressão, tristeza e angústia indicam que, de alguma forma, você está bloqueando acesso ao bem-estar que deveria fluir livremente através do seu ser. Por outro lado, no exato momento em que passa a sentir-se bem, automaticamente o Universo passa a conspirar a seu favor, abrindo portas onde antes só havia muros imaginários, supostamente intransponíveis.
Permita o fluxo do bem-estar em você e permaneça nele para que idéias poderosamente produtivas passem a afluir à superfície da sua mente. Ao mudar a maneira como você se sente diante da vida, da aflição para o bem-estar, as circunstâncias favoráveis se desenrolarão porque você estará sintonizado com a frequência da Energia que cria mundos.
A primeira mudança a que você deve submeter-se é a mudança da mente, sede dos conflitos e das emoções. Comece por acreditar em você mesmo com mais intensidade. Depois, acredite na perfeição da Justiça Universal. Finalmente, tenha fé na vida, tenha fé no ser humano, mesmo que as aparências o iludam a pensar diferente.
A mudança interna, trabalhada com afinco através da manutenção de bons pensamentos e nobres sentimentos, gerará uma nova vibração em sua vida. Essa boa vibração fará com que o Universo se rearranje à sua maneira, atraindo pessoas, circunstâncias e eventos que contribuam para que o mundo ao seu redor seja condizente com essa transformação interior.
Assim funcionam as coisas nesse Universo de vibrações onde nada - absolutamente nada - é fruto de puro acaso.


Por: Francisco Ferreira

segunda-feira, 7 de junho de 2010


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O PODER DO PENSAMENTO POSITIVO

O corpo sempre está conversando conosco,é preciso aprender a escuta-lo.Cada célula reage a cada pensamento seu,a cada palavra que você pronuncia,suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou para sua doença.É importante estar atento a isso,as vezes nossas crenças são capazes de nos fazer muito feliz,mas também pode estar limitando nossa possibilidade de criar exatamente,as coisas que desejamos.O que você quer e aquilo que acredita merecer,podem não ser a mesma coisa.


Um exemplo muito comum é o de pessoas que não aceitam seu corpo físico.O pensamento do tipo,odeio o meu corpo,fará você se sentir mal,causando uma rejeição, e isso não criará uma boa saúde para você.A boa saúde é resultado do amor e da admiração.O correto seria conversar com seu corpo de forma carinhosa.Ex:amo e admiro meu corpo.


Pense dessa forma:


Todo pensamento seu é importante,portanto,não desperdice seus preciosos pensamentos.Pensamentos positivos trazem benefícios a sua vida,enquanto o pensamento negativo fecha as portas,fazendo com que as coisas boas não aconteçam.


Quantas vezes na vida você quase conseguiu algo de bom,e então isso lhe foi tirado no ultimo minuto?


Então tenha pensamentos felizes.cultive pensamentos positivos,permitindo-se viver em paz,olhando a vida com outros olhos. Faça de sua vida a melhor , ao abrir os olhos de manhã se permita entrar em contato com a energia criadora que é Deus,se deixa contagiar por essa paz.....seja grato.....agradeça por mais um dia que lhe foi concedido, solicite que sua jornada terrena seja abençoada,que você possa ser um Ser de Luz,um instrumento de amor,paz , tranquilidade, um ser que emana em todas as suas ações, todos os pensamentos positivos,atraindo todas as coisas positivas,para si. Quando vibramos no positivo,os nossos sonhos são concretizados,pois o Universo conspira ao nosso favor,e todas as portas para a prosperidade são abertas, as coisas fluem naturalmente para você,sem nenhum esforço.


Lembre-se sempre que você é, filho legítimo de Deus,e como herdeiro do Pai,você tem o universo inteiro ao seu dispor....conspirando a seu favor...basta pedir....solicitar...que será atendido.Você é um ser especial e merece tudo de bom que o Universo tem a lhe oferecer,basta estar aberto a isso.


Por: Guerreira da Paz

sábado, 5 de junho de 2010


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Aprenda a lidar com a raiva


É necessário aprender a lidar com a raiva e nos livrar de seus efeitos negativos tanto físicos, mentais e espirituais. Como o desejo está muito ligado à raiva, é importante quando sentimos raiva perguntar a nós mesmos o que queremos desta situação que não estamos conseguindo. Isto cria uma mudança em nosso foco. E em vez de ficarmos presos na raiva, nós a observamos. E logo depois, podemos perguntar a nós mesmos de que outra maneira podemos conseguir o que queremos. E podemos perceber que idéias alternativas surgem na mente e isto melhora nossa frustração e diminui a raiva.Existem pessoas que gostam de ficar com raiva. Sentem satisfação, poder e liberdade quando têm explosões de raiva. Acham que até aliviam as tensões, mas depois se culpam e lutam para controlar isso. Ajudaria muito se elas entendessem que mesmo que possam sentir alívio no momento, isto não funciona.A raiva apenas escraviza, e é prejudicial tanto fisicamente, psicologicamente e espiritualmente. Porém existem momentos que a raiva é incontrolável e nem temos tempo de nos fazer perguntas sobre o que queremos. Nesses momentos, não é possível sentir desapego, ficamos presos completamente.




O que podemos fazer?




A melhor saídaA melhor saída é sair da situação, dar uma volta, se afastar do ambiente ou da pessoa, tomar um copo de água, respirar algumas vezes profundamente, lembrar-se de Deus. Depois quando nos acalmarmos, podemos voltar e lidar com o assunto de uma maneira mais equilibrada, sem ofender e magoar os outros; sem nos desequilibrar. Quando falamos de uma maneira tranqüila sem raiva, o outro pode até nos entender e ouvir melhor, mas quando falamos com raiva só criamos mais conflitos e desarmonia.Para se afastar no momento da discussão ou apenas ficar calado até se acalmar é necessário humildade. Quando estamos com muita raiva, queremos que a outra pessoa admita que está errada e isto é orgulho. Esse orgulho impede que nos acalmemos. Mas se você admitir que dissolver a raiva é mais importante do que provar que o outro está errado, você sente a humildade que lhe liberta da tirania da raiva. Todos os inimigos internos alimentam uns aos outros e se estamos presos no orgulho é mais difícil lidar com a raiva. A humildade nos ajuda a testemunhar o que está acontecendo dentro de nós. Em vez de guardamos raiva por horas, ou dias, podemos largá-la logo e evitar assim muitos momentos de sofrimento. Basta não alimentarmos essa raiva, não remoendo e lembrando acontecimentos passados. Se voltarmos nossa atenção para outras coisas e para o momento presente, ficamos livres da raiva e podemos ter momentos felizes. A raiva acumulada desde a infância gera a depressão que tira a alegria de viver. Hoje em dia muitos médicos receitam remédios para depressão que podem até aliviar um pouco os sintomas, mas enquanto a pessoa não for na causa verdadeira da depressão, ela vai ficar sempre dependente e triste, pois depressão é uma doença da alma.Como diz a Bhagavad Gita, uma escritura do Yoga: Aquele que é capaz de suportar, aqui na terra, a agitação que resulta do desejo e da raiva, é disciplinado; ele é verdadeiramente um homem feliz.



Cultive emoções positivas.



Porém não podemos nos libertar da raiva simplesmente suprimindo-a. É necessário cultivar com constância os antídotos da raiva: a tolerância e a paciência. Perceba em sua vida os efeitos benéficos da tolerância e da paciência e perceba também os efeitos destrutivos e negativos da raiva, dos ressentimentos e mágoas. Estas contemplação e conscientização vai lhe motivar a desenvolver esses sentimentos de tolerância, paciência e aceitação além de fazer com que você tenha mais cuidado em não alimentar pensamentos de raiva. Para ficarmos livres desse inimigo interno tão destrutivo que surge de uma mente insatisfeita e descontente, é essencial gerar o contentamento interior, a gratidão e o entusiasmo; cultivar a bondade, a benevolência e a compaixão. Isto vai produzindo serenidade mental que impede a raiva de se manifestar. A prática regular da meditação nos ajuda muito a dissolver a raiva e transformá-la em paciência, aceitação, e o perdão surgirá espontaneamente. Com o perdão podemos abandonar os sentimentos negativos associados aos acontecimentos passados nos livrando das sensações de raiva e ressentimentos.




Por Emilce Shrividya

sexta-feira, 4 de junho de 2010


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A importância do sorriso


O sorriso não é o mesmo que o riso. Separa-os um fosso tão grande como o que separa as lágrimas silenciosas, diante de um desgosto, dos gritos histéricos e lancinantes de quem não sabe dominar-se.
Bergson escreveu: "O riso é algo que irrompe num estrondo e vai retumbando como o trovão na montanha, num eco que, no entanto, não chega ao infinito". O sorriso, pelo contrário é silencioso como chuva mansa que cai e fertiliza a terra ou como brisa suave que acaricia e refresca o rosto. Enquanto o riso é extroversão, o sorriso desvenda delicadamente o interior de quem sorri. O poder do sorriso é grande, e saber sorrir é algo de muito importante. Antoine de Saint-Exupéry diz: "No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele". O sorriso traduz, geralmente, um estado de alma; é um convite a entrar na intimidade de alguém, a participar do que lhe vai no íntimo. É por isso que o homem é o único animal que sorri; e, como é dotado de inteligência e vontade, pode sorrir quando tudo vai bem ou sorrir mesmo que as coisas corram menos bem - tudo se resume na harmonia interior. O sorriso é o que primeiro acontece quando um rapaz e uma rapariga se olham e se enamoram. Não sabem explicar por que se enamoram, mas é-lhes impossível deixar de sorrir um para o outro, num sorriso cúmplice de quem não precisa de palavras para dizer o que sente. Se o enamoramento continua vem a fase em que, juntos, acham graça a tudo, sem prestarem atenção a nada do que os rodeia. Então, por vezes o seu sorriso muda-se em riso estrondoso, mas cristalino manifestando toda a força da sua juventude. Se o enamoramento leva ao namoro e este ao amor que conduz ao casamento estável, então saber sorrir é fundamental para vencer o desgaste da rotina do dia a dia e para evitar o afastamento de dois seres que, vivendo muito perto, estão interiormente afastados - não estão em sintonia. É pois muito importante saber sorrir. Um sorriso pode dissipar uma angústia, se for simpático, ou aumentá-la se for sarcástico; pode estimular um trabalho, se for de aprovação, ou desanimar quem trabalha se for cínico; pode criar uma amizade, se for sincero e transparente, ou um afastamento se for hipócrita; pode humilhar de modo irreversível se não for autêntico e espontâneo. O sorriso pode ser um grande auxiliar na educação. Não o sorriso que pactua com a asneira, mas o sorriso que acompanha uma repreensão justa e que mostra ao visado que, apesar da dureza e firmeza da repreensão, há amizade e compreensão. Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. Perguntaram um dia a uma doente em grande sofrimento: "Como te sentes?". A resposta foi desconcertante: com um sorriso-dorido respondeu: "dói-me tudo". Mas como anda desvirtuado o sorriso! Será que podemos chamar sorriso o que vemos no rosto dos que assinam os "tratados de paz e cooperação"? Não, o que vemos não passa de um esgar. Sorrir, porém, pode ser uma tarefa difícil. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Se há fortaleza interior então há sorriso, mas dorido. Perguntaram um dia a uma doente em grande sofrimento: "Como te sentes?". A resposta foi desconcertante: com um sorriso-dorido respondeu: "dói-me tudo". Mas como anda desvirtuado o sorriso! Será que podemos chamar sorriso o que vemos no rosto dos que assinam os "tratados de paz e cooperação"? Não, o que vemos não passa de um esgar. E termino com uma frase que vinha num calendário de bolso que me deram: "Não critique, ajude; não grite, converse; não acuse, ampare e... não se irrite, sorria".


Por:
Maria Fernanda Barroca

quinta-feira, 3 de junho de 2010


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O termo stress (ou estresse) foi apresentado ao público pela primeira vez em 1936 pelo médico Hans Selye na revista científica Nature. Logo, o stress começou a ser usado popularmente, e o termo se difundiu ao redor do mundo.O stress é uma sensação de caráter físico ou psicológico no qual a pessoa sente um certo tipo de angústia.
Sintomas do Stress
Os sintomas mais comuns do stress são: angustia, ansiedade, antagonismo, frustração e o desespero.
As principais causas do stress são: dor e mágoa, certo tipos de eventos pessoais (casamentos, nascimentos, mudanças, doenças), responsabilidades (dívidas a pagar, falta de dinheiro), trabalho e estudos demorados e complexos e relacionamentos.
Como combater o Stress - Tratamento Anti Stress


Existem várias formas de se combater o stress, que variam das mais simples as mais complexas. Uma alimentação
saudável a base de frutas, verduras e legumes, atividades físicas regulares, massagens anti-stress (shiatsu, quick massage), yoga, acupuntura, cromoterapia, aromo terapia, fito terapia.
Há também tratamentos a base de remédios. Somente um profissional qualificado poderá indicar o melhor remédio para cada caso. É de extrema importância que se você não estiver se sentindo bem e apresente alguns sintomas do stress, procure um médico. Lembre-se: NUNCA utilize medicamentos sem a autorização de um médico, pode fazer muito mal a sua
saúde.


Por: TudoemFoco

quarta-feira, 2 de junho de 2010


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DEFINIÇÃO:

O que é Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico ?

A Síndrome do Pânico é um transtorno psicológico caracterizada pela ocorrência de inesperados ataques de pânico e por uma expectativa ansiosa sobre a possibilidade de ter novos ataques.
Os ataques de pânico - ou crises - consistem em períodos de intensa ansiedade, geralmente com início súbito e acompanhados por uma sensação de catástrofe iminente. A freqüência das crises varia de pessoa para pessoa e sua duração é variável, sendo geralmente de alguns minutos.
Há crises de pânico mais completas e outras menores, com poucos sintomas. No geral, as crises de pânico apresentam pelo menos quatro dos sintomas abaixo:
Taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, embaçamento da visão, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.
Geralmente as crises de pânico se iniciam com o disparo de uma reação inicial de ansiedade, que por sua vez ativa um medo em relação às reações que começam a ocorrer no corpo. A partir da reação inicial de ansiedade, começam a surgir na mente da pessoa uma série de pensamentos negativos sobre o que está ocorrendo, sendo muito comuns pensamentos catastróficos como o de que a pessoa está perdendo o controle, que vai desmaiar, que está enlouquecendo ou que vai morrer.

No intervalo entre as crises a pessoa costuma viver na expectativa de ter uma nova crise. Este processo, denominado ansiedade antecipatória, leva muitas pessoas a evitarem certas situações e a restringirem suas vidas.

O Medo das Sensações do Corpo

A pessoa com pânico vive um profundo estranhamento em relação às suas sensações corporais, seu corpo é vivido como uma fonte constante de ameaça. A pessoa faz constantes interpretações equivocadas e catastróficas de suas sensações corporais, achando que vai ter um ataque cardíaco, que está doente, que vai desmaiar, que vai morrer, etc. H á uma perda de confiança no funcionamento do corpo e um medo das sensações que dele derivam.
É comum a pessoa viver ansiosamente o que poderia ser vivido como sentimentos diferenciados. Numa situação que poderia despertar alegria, a pessoa se sente ansiosa; numa situação que provocaria raiva ela também se sente ansiosa. Qualquer reação interna ou sentimento mais intenso pode disparar reações de ansiedade.
As crises geralmente se iniciam a partir de um susto em relação às sensações do próprio corpo. As sensações disparadoras podem ser variadas, desde uma alteração nos batimentos cardíacos, uma sensação de tontura, falta de ar, enjôo, palpitação, tremor, etc. A presença destes gatilhos corporais pode disparar ansiedade mesmo quando a pessoa não se dá conta de sua presença. Pesquisas apontam, por exemplo, que numa crise de pânico noturna, reações corporais associadas a perigo surgem com a pessoa ainda dormindo, e levam a disparar uma ansiedade que acorda a pessoa, muitas vezes já tendo crise. Enfraquecer esta associação reações do corpo-perigo, que dispara uma crise de pânico é um dos focos do tratamento.
Artur Scarpato