quarta-feira, 21 de dezembro de 2011


Qual o Papel da Escola Frente às Dificuldades de Aprendizagem de Seus Alunos ?

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As crianças com dificuldades de aprendizagem não são crianças incapazes, apenas apresentam alguma dificuldade para aprender.

São crianças que tem um nível de inteligência bom, não apresentam problemas de visão ou audição, são emocionalmente bem organizadas e fracassam na escola.

Para Guerra (2001) crianças com dificuldades de aprendizagem não são deficientes, não são incapazes e, ao mesmo tempo, demonstram dificuldades para aprender. Incapacidades de aprendizagem não devem ser confundidas com dificuldades de aprendizagem.

Para Strick e Smith (2001), as dificuldades de aprendizagem refere-se não a um único distúrbio, mas a uma ampla gama de problemas que podem afetar qualquer área do desempenho acadêmico. As dificuldades são definidas como problemas que interferem no domínio de habilidades escolares básicas, e elas só podem ser formalmente identificadas até que uma criança comece a ter problemas na escola. As crianças com dificuldades de aprendizagem são crianças suficientemente inteligentes, mas enfrentam muitos obstáculos na escola. São curiosos e querem aprender, mas sua inquietação e incapacidade de prestar atenção tornam difícil explicar qualquer coisa a eles. Essas crianças têm boas intenções, no que se refere a deveres e tarefas de casa, mas no meio do trabalho esquecem as instruções ou os objetivos.

Segundo o “DSM-IV: Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais” (1995), desmoralização e baixa auto-estima podem estar associadas às dificuldades de aprendizagem. A criança com dificuldades de aprendizagem muitas vezes é rotulada, sendo chamada de “perturbada”, incapaz “ou” retardada”.

Vygotsky (1989) afirma que o auxílio prestado à criança em suas atividades de aprendizagem é válido, pois, aquilo que a criança faz hoje com o auxílio de um adulto ou de outra criança maior, amanhã estará realizando sozinha. Desta forma, o autor enfatiza o valor da interação e das relações sociais no processo de aprendizagem.

Segundo Fonseca (1995), a aprendizagem é uma função do cérebro. A aprendizagem satisfatória se dá quando determinadas condições de integridade estão presentes, tais como: funções do sistema nervoso periférico, funções do sistema nervoso central, sendo que os fatores psicológicos também são essenciais.

Vários estudos têm assegurado que os dois hemisférios do cérebro trabalham em conjunto. Ainda de acordo com o autor, o hemisfério esquerdo é responsável pelas funções de análise, organização, seriação, atenção auditiva, fluência verbal, regulação dos comportamentos pela fala, praxias, raciocínio verbal, vocabulário, cálculo, leitura e escrita. É o hemisfério dominante da linguagem e das funções psicolingüísticas. O hemisfério direito é responsável pelas funções de síntese, organização, processo emocional, atenção visual, memória visual de objetos e figuras. O hemisfério direito processa os conteúdos não-verbais, como as experiências, as atividades de vida diária, a imagem as orientações espaço-temporais e as atividades interpessoais.

O autor refere que para que uma criança aprenda é necessário que se respeitem várias integridades, como o desenvolvimento perceptivo-motor, perceptivo e cognitivo, e a maturação neurobiológica, além de inúmeros aspectos psicossociais, como: oportunidades de experiências, exploração de objetos e brinquedos, assistência médica, nível cultural, etc.

Souza (1996) coloca que os fatores relacionados ao sucesso e ao fracasso acadêmico se divide em três variáveis interligadas, denominadas de ambiental, psicológica e metodológica. O contexto ambiental engloba fatores relativos ao nível sócio-econômico e suas relações com ocupação dos pais, número de filhos, escolaridade dos pais, etc. Esse contexto é o mais amplo em que vive o indivíduo. O contexto psicológico refere-se aos fatores envolvidos na organização familiar, ordem de nascimento dos filhos, nível de expectativa, etc, e as relações desses fatores são respostas como ansiedade, agressão, auto-estima, atitudes de desatenção, isolamento, não concentração. O contexto metodológico engloba o que é ensinado nas escolas e sua relação com valores como pertinência e significado, com o fator professor e com o processo de avaliação em suas várias acepções e modalidades.

A autora ressalta que em conseqüência do fracasso escolar, devido à inadequação para a aprendizagem, a criança é envolvida por sentimentos de inferioridade, frustração, e perturbação emocional, o que torna sua auto-imagem anulada, principalmente se este sentimento já fora instalado no seu ambiente de origem. Se o clima dominante no lar é de tensões e preocupações constantes, provavelmente a criança se tornará um acriança tensa, com tendência a aumentar a proporção dos pequenos fracassos e preceitos próprios da contingência da vida humana. Se o clima é autoritário, onde os pais estão sempre certos e as crianças sempre erradas, a criança pode se tornar acovardada e submissa com professores, e dominadora, hostil com crianças mais jovens que ela, ou pode revoltar-se contra qualquer tipo de autoridade. Se o clima emocional do lar é acolhedor e permite a livre expressão emocional da criança, ela tenderá a reagir com seus sentimentos, positivos ou negativos, livremente.

Strick e Smith (2001) ressaltam que o ambiente doméstico exerce um importante papel para determinar se qualquer criança aprende bem ou mal. As crianças que recebem um incentivo carinhoso durante toda a vida tendem a ter atitudes positivas, tanto sobre a aprendizagem quanto sobre si mesmas. Essas crianças buscam e encontram modos de contornar as dificuldades, mesmo quando são bastante graves.

As autoras colocam que o estresse emocional também compromete a capacidade das crianças para aprender. A ansiedade em relação a dinheiro ou mudanças de residência, a discórdia familiar ou doença pode não apenas ser prejudicial em si mesma, mas com o tempo pode corroer a disposição de uma criança para confiar, assumir riscos e ser receptiva a novas situações que são importantes para o sucesso na escola.

Para Fernadez (1990) quando o fracasso escolar se instala, profissionais (fonoaudiólogos, psicólogos, pedagogos, psicopedagogos) devem intervir, ajudando através de indicações adequadas.

José e Coelho (2002) colocam que as crianças não conseguem acompanhar o currículo estabelecido pela escola e, porque fracassam, são classificados como retardados mentais, emocionalmente perturbados ou simplesmente rotulados como alunos fracos e multirrepetentes.

Souza (1996) afirma que o ambiente de origem da criança é altamente responsável pelas suas atividades de segurança no desempenho de suas atividades e na aquisição de experiências bem sucedidas, o que faz a criança obter conceito positivo sobre si mesma, fator importante para a aprendizagem.

Para Garcia (1998) é possível conceber a família como um sistema de organização, de comunicação e de estabilidade. Esse sistema, a família, pode desordenar a aprendizagem infantil, o mesmo que podem fazer os fatores sociais tais como a raça e o gênero na escola.

O autor ainda refere que as dificuldades de aprendizagem devem ser diagnosticadas de forma diferente em relação a outros transtornos próximos, ainda que, frente a presença em uma pessoa de uma dificuldade de aprendizagem e de outro transtorno, seja necessário classificar ambos os transtornos, sabendo que se trata de dois transtornos diferentes.

Para Strick e Smith (2001) a rigidez na sala de aula para as crianças com dificuldades de aprendizagem, é fatal. Para progredirem, tais estudantes devem ser encorajados a trabalhar ao seu próprio modo. Se forem colocados com um professor inflexível sobre tarefas e testes, ou que usa materiais e métodos inapropriados às suas necessidades, eles serão reprovados.

Souza (1996) afirma que as dificuldades de aprendizagem aparecem quando a prática pedagógica diverge das necessidades dos alunos. Neste aspecto, sendo a aprendizagem significativa para o aluno, este tornar-se-á menos rígido, mais flexível, menos bloqueado, isto é, perceberá mais seus sentimentos, interesses, limitações e necessidades.

Para Fonseca (1995) as dificuldades de aprendizagem aumentam na presença de escolas superlotadas e mal equipadas, carentes de materiais didáticos inovadores, além de freqüentemente contarem com muitos professores “derrotados” e “desmotivados”. A escola não pode continuar a ser uma fábrica de insucessos. Na escola, a criança deve ser amada, pois só assim se poderá considerar útil.

Roman e Steyer (2001) ressaltam que é importante o estabelecimento de uma Rotina na escola. A Rotina deve ser desenvolvida para possibilitar, a partir da organização externa, a segurança emocional e a organização interna de cada criança. Desse modo, a Rotina favorece e complementa o processo de socialização por meio da aprendizagem das regras de convívio em grupo, da formação de vínculos e da aquisição de conhecimentos em todos os âmbitos de desenvolvimento.

É através da rotina da escola que são identificadas algumas das queixas comuns na primeira infância, as quais em geral são erroneamente confundidas, por desconhecimento, com diagnósticos como agressividade, hiperatividade e desatenção. Esses diagnósticos, quando analisados com o devido cuidado por meio de entrevista com os pais ou responsáveis pela criança, podem revelar dados importantíssimos e que demandam orientações da própria escola.

Para os autores, uma das formas de prevenção nas propostas de trabalho da educação é preparar teoricamente o corpo docente para a prática dos jogos e atividades lúdicas, realizando, principalmente, um aprofundamento sobre a importância do ato de brincar para o desenvolvimento infantil. Os fatores experienciais potencializam suas condições intelectivas, propostas pedagógicas que privilegiam atividades lúdicas e estimulantes possibilitarão aprendizagens cada vez mais complexas e mais eficientes.

Roman e Steyer (2001) referem que os conflitos emocionais interferem muito no rendimento da criança. Cabe a escola, na figura da professora, fazer a “escuta” adequada destas manifestações, considerando o estado geral da criança em seu dia a dia, o contexto familiar em que está inserida e os eventuais problemas familiares que possam estar vivenciando, desde o nascimento de um irmão, a morte de um familiar, uma situação de desemprego, separação dos pais, entre outros problemas.

Material e Métodos

Os autores aqui referidos basearam-se em estudos e pesquisas que abordam sobre as dificuldades de aprendizagem e a escola, bem como todos os aspectos relacionados. São muitos os autores que se preocupam com as dificuldades que as crianças encontram em idade escolar.

Resultados e Discussão

O fracasso escolar perturba profundamente a criança, pois sofre a pressão da família, dos professores, dos colegas, prenunciando seu insucesso na vida escolar.

A criança deixa o professor sem saber como trabalhar com ela. Ela não aprende, mas não apresenta qualquer incapacidade particular. A recusa em aprender é um ato agressivo diante de seu fracasso e frustração. Ao entrar na escola, a criança perturba-se devido à dificuldade que encontra na transição da família e do aprendizado informal, para o convívio com estranhos e o aprendizado formal.

Com o estudo, pudemos perceber que a escola tem muito ainda o que fazer para ajudar seus alunos.

Alguns exemplos são métodos inadequados de ensino, falta de percepção, por parte da escola, do nível de maturidade da criança, professores que não dominam determinados assuntos, superlotação das classes, dificultando a atenção do professor para todos os alunos.

Planos de prevenção nas escolas, com toda a equipe escolar, principalmente com professores e batalhar para que o professor possa ensinar com prazer para que o aluno também possa aprender com prazer são atitudes básicas com que as escolas deveriam preocupar-se.

Muitas dificuldades de aprendizagem são decorrentes de metodologia inadequada, professores desmotivados e incompreensivos, brigas e discussões entre colegas, entre outras. Volto a enfatizar que a escola deve ser a segunda casa do indivíduo, um lugar onde ele possa se sentir bem e entre amigos, contar com a professora sempre que precisar ou sempre que tiver um problema familiar. (outra causa de dificuldades de aprendizagem) e manter contato com os outros membros da equipe escolar, como coordenação pedagógica, por exemplo.

Se o aluno sente-se a vontade para conversar com a professora e lhe pedir opiniões ou mesmo ajuda é sinal de que as coisas andam bem na relação professor X aluno.

Conclusão

A escola é um dos agentes responsáveis pela integração da criança na sociedade, além da família. É um componente capaz de contribuir para o bom desenvolvimento de uma socialização adequada da criança, através de atividades em grupo, de forma que capacite o relacionamento e participação ativa das mesmas, caracterizando em cada criança o sentimento de sentir-se um ser social.

Se a criança não se envolve com o grupo ou este não a envolve, começa haver um baixo nível de participação e envolvimento nas atividades e, conseqüentemente, o isolamento que interferirá no desempenho escolar. O comportamento retraído de uma criança no ambiente escolar, pode ser interferência do ambiente familiar.

A escola tem uma tarefa relevante no resgate da auto-imagem distorcida da criança, por ter uma concepção socialmente transmissora de educação e de cultura, que transcende as habilidades educacionais familiares, além da responsabilidade e competência em desvendar para a criança o significado e o sentido do aprender.

As escolas devem buscar formas de prevenção nas propostas de trabalho, preparar os professores para entenderem seus alunos, diferenciar um a um, respeitar o ritmo de cada um. A escola deve ser um ambiente onde as crianças possam sentir-se bem, amadas e sempre alegres.

A metodologia da escola deve ser adequada, envolvendo seus alunos. E no momento em que surgir algum problema com algum aluno é importante que haja uma mobilização por parte da escola, a fim de que solucionem a possível dificuldade. A escola deve esforçar-se para a aprendizagem ser significativa para o aluno. Com isso todos tem a a ganhar, a escola, a família e principalmente a criança.

Esta será uma criança mais flexível, mais motivada e mais interessada em aprender.
Autora: Aline Berghetti Simoni Belleboni

terça-feira, 1 de novembro de 2011


O MEDO NA CRIANÇA

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Achas que és medroso? Às vezes, ter um pouco de medo é bom, porque… imagina que não tínhamos medo de nada. Éramos capazes de ver um buraco no chão e meter lá a mão sem pensar no assunto duas vezes. Todavia, o medo é como um alarme que nos avisa:
— Olha, tem cuidado, que pode ser que haja um bicho venenoso!
Ele faz-nos agir com precaução e, desse modo, não nos acontece nada.
Por vezes o alarme é distorcido e temos medo de coisas que não representam qualquer perigo, como, por exemplo, de uma mosca. Nesse caso, o medo já não é bom, porque se torna tão incómodo e tão pesado que não nos deixa fazer nada.

Tenho medo de…

É possível ter-se medo de ir ao dentista, dos automóveis, das cobras, dos lápis, dos monstros, da montanha-russa, das trovoadas, das pastilhas elásticas, do escuro, dos cães, do cabeleireiro, dos óculos, das ratazanas, das aranhas, dos extraterrestres, dos mosquitos, da música, do ruído, dos relâmpagos, de algumas pessoas… e de todas as coisas que possas imaginar! No entanto, de certeza que nesta lista existem vários medos que te dão vontade de rir, não é verdade?

Não vejo nada

Fundiu-se a lâmpada do corredor e tens uma vontade imprescindível de ir à casa de banho. Vais pedir a alguém que te acompanhe, mas ninguém está disposto a ir contigo. Olhas para o caminho que tens de percorrer e este parece compridíssimo!
Mas não te preocupes, podes usar uma lanterna e fingires que és um explorador: o corredor da tua casa pode transformar-se num túnel fantástico!
É normal que tenhas um pouco de medo do escuro, porque não consegues ver nada; mas, se aprenderes a brincar nele, verás que é muito divertido. Ânimo, corajoso!

Vai-te embora, trovoada!

Avistas um relâmpago no céu e de seguida, burrum! Ouve-se um trovão que faz imenso barulho. Não sabes porquê, mas, sempre que há uma trovoada, sentes-te muito mal. Toda a gente te diz que não deves ter medo das trovoadas, que não acontece nada…
…mas, para ti, parece que o céu está a rasgar-se! Se fosse por ti, nunca haveria trovoadas.
Porque não experimentas observar uma trovoada através de uma fresta da janela? E por que não tentas tapar os ouvidos?
Daqui a uns tempos, quando conseguires olhar para elas, vais ver que são fantásticas.

Pequenos animais

É normal que alguns animais nos causem medo, porque são perigosos, como é o caso dos leões, das cobras ou das vespas. Contudo, há outros animais que não fazem mal nenhum, como, por exemplo os gatinhes recém-nascidos. E, sendo assim, vai em frente e aproxima-te sem receio! Se lhes fizeres festas, verás que são como bolinhas de algodão.
No entanto, não te armes em valente! Deves ter muito cuidado com os animais que não conheces, porque alguns deles têm muito mau génio. Não te esqueças de que, às vezes, não faz mal nenhum ter um bocadinho de medo.

Não quero ir ao médico!

O médico toca-te na barriga com as mãos frias, põe-te um pauzinho na boca e manda-te dizer “aaaaa!” e às vezes chega a picar-te para te dar uma injecção. Mas isso também não é assim tão terrível!
Olha para o nariz dele, ou para a cor do seu cabelo, ou então vê bem se ele tem sardas na cara. Se te distraíres, sentir-te-ás mais tranquilo enquanto ele te examina para ver se estás forte e saudável. E, se lhe contares o que te mete medo, o médico vai ter muito mais cuidado. De certeza que ele é muito amável e carinhoso!

Pesadelos

Vais para a cama muito cansado e, depois de já estares a dormir há um bom bocado… Ahhh, um pesadelo horrível! Acordas de repente, tremendo de medo. Precisas que alguém te abrace e te proteja. Pouco a pouco vais ficando mais calmo e, finalmente, voltas a adormecer e agora sim, vais ter um sonho muito bonito.
Os pesadelos provocam muito medo, mas não passam de sonhos e, quando acordas, eles desaparecem por completo. Não lhes dês muita importância, pois eles são muito aborrecidos e antipáticos!

Vamos à água!

Tens medo dos lagos, dos rios, do mar, da piscina… enfim, de qualquer lugar que tenha muita água? Ou talvez tenhas medo dos animais que imaginas haver debaixo de água? Mas podes ter a certeza de que eles têm muito mais medo do que tu! A melhor maneira de começar a perder o medo da água é metermo-nos dentro dela, aos poucos.
E, dentro de algum tempo, poderás vir a ser um grande nadador ou um marinheiro fantástico. Ou então, quem sabe, até mesmo um mergulhador!

Não me deixes sozinho!

Hoje a mãe do Carlos aborreceu-se imenso. Começou a gritar e disse que ia dar uma volta, porque não aguentava mais. O Carlos ficou em casa com o pai… e ficou muito triste. Tem medo de que algum dia os seus pais se vão embora para sempre, porque os ama muito!
Por vezes, os pais precisam de estar fora de casa durante muitas horas… e até mesmo durante algumas semanas! No entanto, embora estejam longe, estão sempre a pensar em ti. Nunca se esquecem de ti!

Monstros

Um bicho com muito pêlo, sem pêlo nenhum… ou um fantasma?
Aaah! Seja lá o que for, mete muito medo. É um monstro que se esconde pelos cantos, no escuro, nos pesadelos, debaixo de água… É um monstro terrível, pior do que qualquer outro. É o monstro da tua imaginação!
Às vezes, a imaginação prega-te enormes partidas e faz-te pensar em monstros horríveis, mas não penses muito nisso, porque não te podem fazer mal nenhum.

Não posso falar!

O que é que preferes? Estar num quarto às escuras ou no meio de um grupo de pessoas que não conheces de lado nenhum? Por vezes parece que dá mais medo estar entre gente desconhecida, não é verdade? É como se as palavras quisessem sair e nós ficássemos calados sem saber para onde olhar e… ufa, o que nos apetecia era desaparecer!
Talvez todo o medo que sentimos por dentro pudesse sair se disséssemos algo, como por exemplo:
“Olá, o meu nome é Marta.” E o que mais poderíamos dizer?

Ruídos horríveis

Aí está, começa a festa e não podem comemorá-la sem fazer barulho. Quando menos esperas, bum, rebenta um balão! E tu até tens medo de balões, de trovões, de petardos e de música demasiado alta! O ruído causa-te tanto medo que, quando vês um balão, desatas a correr!
No entanto, não gostarias de ouvir ruídos fortes sem teres que saltar como um canguru, com o susto que apanhas? E se, para começar, tentasses acostumar-te com os ruídos mais fraquinhos? Até poderia ser divertido!

Ai, ai, ai!

Caíste e… ai! Fizeste uma ferida que deita sangue! É normal que te assustes quando sangras, mas deves ser corajoso e acalmar-te enquanto os adultos te tratam. Para te distraíres, podes pensar em coisas que sejam da cor do sangue, como por exemplo o tomate, as rosas, os morangos…
A dor que sentes é muito boa, porque te avisa que deves ter cuidado com a ferida até que esta esteja curada. Desse modo, prestarás mais atenção e não vais ferir-te mais.

Sem medo

Não tenhas medo de ter medo, pois não tardarás a ver que este se vai, aos poucos, tornando cada vez mais pequeno, até que acaba por desaparecer. Todavia, não percas o medo de todo: é sempre bom sentir um bocadinho de medo.



Guia para os pais

Alarme!

O medo é uma reacção natural, quando nos encontramos em situações que podem tornar-se perigosas. O suor, o aumento do ritmo cardíaco e respiratório, a tensão muscular, etc., preparam-nos para reagir perante uma situação inesperada. As crianças, quando sentem medo ou temor de alguma coisa, reagem chorando ou gritando. Desta forma chamam a atenção dos adultos, que são os que se encarregarão de fazer frente a um possível perigo. A reacção dos adultos é muito importante para elas, visto que eles são o modelo a seguir.
Assim, elas vêem que diante de algumas coisas que lhes pareciam terríveis, tais como um petardo ou um trovão, os adultos estão tranquilos e chegam mesmo a rir-se: vêem que não se trata de um perigo terrível, de modo que podem acalmar-se, porque os adultos, que são os responsáveis pelo seu bem-estar, não têm medo. Perante situações perigosas, há que ensiná-las a ser prudentes, mas sempre com reacções proporcionais ao tipo de perigo que aquelas situações representam.

Lista de medos

Cada criança é única; por isso, as coisas que assustam as crianças e a idade em que cada medo se manifesta variam muito de criança para criança, e até mesmo de uma cultura ou esfera social para outra. Ainda assim, regista-se uma relação muito generalizada entre a idade e o aparecimento de determinados medos. A lista seguinte pode servir como orientação:

* Até à idade de um ano, as crianças pequenas têm medo dos estímulos intensos e de tudo o que é desconhecido para elas, como, por exemplo, as pessoas. O medo das pessoas desconhecidas, em geral, diminui até ao ano e meio de idade.

* Entre os 2 e os 4 anos surge o medo das trovoadas, dos animais e das catástrofes. Essa também costuma ser a idade em que as crianças começam a ter medo do escuro, medo esse que normalmente desaparece até aos nove anos.

* Entre os 4 e os 6 anos aparece o medo dos monstros imaginários, como as bruxas e os fantasmas e o medo da separação dos pais.

* Entre os 9 e os 12 anos os medos distintos estão mais relacionados com as coisas do quotidiano, tais como os acidentes, as doenças, os conflitos com os pais, o insucesso escolar, etc.

Que podemos fazer para prevenir o medo

É muito importante vigiar o tipo de modelo que representamos diante das crianças, uma vez que este é o primeiro exemplo de comportamento que elas conhecem. Face a um perigo real, há que educá-las para que sejam prudentes, evitando contudo a superprotecção. A aprendizagem pode comportar um certo grau de temor: conhecer gente nova, aproximar-se de um animal desconhecido, subir umas escadas especialmente altas… Diante de qualquer situação desconhecida, a criança pode sentir um pouco de medo. É enfrentando esse temor que se aprende e se assume que se é capaz de o dominar. Por outro lado, é muito importante não utilizar o medo como ferramenta educativa: ameaçar uma criança com um monstro que virá se ela não se portar bem, fechá-la num quarto às escuras, etc.

O que devemos fazer face ao medo

Quando uma criança se sente atemorizada, devemos evitar rir-nos dela ou do seu medo. Há que desdramatizar a situação, mas tendo sempre em atenção que isso está a assustar a criança. Não devemos compará-la com outras crianças que não têm medo, nem falar diante de terceiros dos medos da criança e de como isso nos preocupa. Também não devemos obrigar a criança a enfrentar de forma brusca aquilo que ela teme, nem ameaçá-la e lembrar-lhe o seu medo. Ao fim e ao cabo, não temos que dar uma importância excessiva ao medo infantil, mas devemos, isso sim, respeitar o que a criança sente e evitar ridicularizá-la sozinha ou em frente de terceiros.

Quando o medo se torna demasiado grande

Às vezes é difícil para os pais determinar quando um medo infantil requer alguma forma de terapia. Nestas idades, as reacções das crianças podem ter a intensidade suficiente para nos fazerem duvidar da sua “normalidade”. Para diagnosticar se um medo se transformou em fobia, há que ter em conta a idade da criança e o tempo de persistência do temor. Em caso de dúvida, se se notar que a criança sofre e que o temor afecta a sua vida quotidiana, poderá procurar-se o aconselhamento profissional de algum especialista.

Conclusão

Sentir medo ante diferentes estímulos faz parte dos sentimentos humanos, independentemente da idade que tivermos. Aprender a superar o medo é uma capacidade que a criança pode começar a criar desde muito pequena: quanto mais compreensão e confiança tivermos com ela (e ela connosco), tanto mais fácil será enfrentar aquilo que lhe causa medo. E este expediente continuará a aplicar-se durante a idade adulta. Não se trata apenas de superar o medo, mas sim de estabelecer as estratégias para que cada um o consiga fazer.

Núria Roca
O medo, do mais medroso ao mais corajoso
Porto, Ambar, 2003

adaptado

segunda-feira, 31 de outubro de 2011


PORQUE ROUBAM AS CRIANÇAS?

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Nas primeiras vezes, as justificações dos mais pequenos são descomplicadas:

"Trouxe para casa porque encontrei no pátio da escola" ou
"foi um colega que me deu, porque já não queria".

Mas quando acontece com frequência é inevitável: os pais ficam angustiados. "A inquietação principal reside no facto de não saberem o que levou a criança a praticar o acto, qual a sua dimensão, há quanto tempo isso acontece e o seu significado", reconhece Mário Cordeiro.

Os especialistas são unânimes e garantem que é "normal" que a criança se aproprie de uma coisa pela qual se interessa. "E isso não pode ser considerado propriamente um roubo, pelo menos até que ela tenha idade suficiente para perceber que o objecto de que se apropriou é de outra pessoa", explica Rita Jonet.

Esta noção de sentimento de posse e de transição de posse surge entre os três e os cinco anos. Rita Jonet defende que só se pode falar verdadeiramente em cleptomania a partir dos sete ou oito anos "porque aí já há maior consciência do acto".

Mas o que leva as crianças a roubar?

"Podem querer o mesmo que um irmão ou uma irmã, perante os quais se sentem desfavorecidos", sugere Mário Cordeiro. Mas há outras razões: "Para se fazerem valer perante os colegas, já que roubar pode ser entendido como uma atitude de liderança ou coragem", "para poderem ter um presente para dar e assim conseguirem fazer amigos ou tornar-se populares" ou por causa de "predisposições genéticas e alguns factores sociais e económicos", como enumera o pediatra Paulo Oom.

Mas não há uma explicação concreta para o aparecimento da cleptomania. A maior parte dos especialistas concorda que se trata de um problema que tem a ver com carência afectiva da criança - que rouba na tentativa de compensar o amor e a atenção que não encontra em casa. A psicóloga brasileira Nancy Earlach, que se tem dedicado ao estudo desta perturbação de personalidade, sugere mesmo que os furtos acontecem "em crianças frustradas".

E Rita Jonet concorda: "A criança autocompensa-se com coisas, num descontrolo perfeito e numa ansiedade desenfreada, num apelo de atenção, porque prefere ser castigada a ser ignorada." Por isso, os pais devem reflectir e perceber se lhe têm dado a atenção e o carinho devidos. E se, apesar de uma atitude consertada dos pais e educadores, os furtos continuarem, então está na altura de procurar apoio especializado.

Comentários por: Rita Jonet

Cleptomania

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quarta-feira, 28 de setembro de 2011


Mary e Max Dublado PT-BR - Bullying

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o que é bullying / bullying nas escolas

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sábado, 3 de setembro de 2011


Psicóloga LILIAN WOLSKI atua em Terapia Cognitiva-Comportamental.

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Consultório de Psicologia ITAQUERA (Atendimento CRIANÇAS E ADOLESCENTES) Tratamento para depressão, ansiedade, transtorno bipolar, fobia, pânico, luto, timidez, dificuldades de aprendizagem, dislexia, medo do escuro, medo de vento e chuva, entre outros.

Endereço: RUA DR CAMPOS MOURA, 327 - ARTUR ALVIM/SP - Fone: 98302-2242 OU 11 2815-0145
CONVÊNIOS E PARCERIAS (descontos especiais): APEOESP, APROFEM, ARPEN, SEEL, SIND. BANCÁRIOS, SINDLOJAS, SINDSEP, SIRCESP, UNIDENTAL. CONVÊNIOS COM ESCOLAS E FACULDADES.

Psicóloga LILIAN WOLSKI atua em Terapia Cognitiva-Comportamental.

sábado, 13 de agosto de 2011


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A linguagem infantilizada até onde compromete o desenvolvimento da criança?

Falar errado atrapalha o desenvolvimento da criança, prejudicando o prendizado da língua e a alfabetização.

A maneira carinhosa e aparentemente inofensiva de se comunicar com os pequenos pode colocar em risco seu desenvolvimento da fala e é também uma forma de subestimar sua capacidade intelectual. Ao utilizar palavras erradas, no diminutivo, em linguagem infantilizada, estamos fazendo com que a criança assimile o idioma de modo equivocado. Freqüentemente, essas crianças se tornam retraídas, tímidas e inseguras, evitando situações em que tenham que se expor.Qualquer alteração na linguagem deve ser detectada o mais cedo possível.
O melhor caminho para isso é lidar com ele sem se esquecer de que são inteligentes e tem muita capacidade de aprender. Conversar com eles é muito importante. Carinho e atenção continuam sendo extremamente necessários.

segunda-feira, 25 de julho de 2011


Jô Soares entrevista Tito Paes de Barros Neto 19/05/2010 (Parte 1 de 4)

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quinta-feira, 21 de julho de 2011


Thirteen - Movie Trailer (aos treze)

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terça-feira, 28 de junho de 2011


O MENINO DO PIJAMA LISTRADO

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domingo, 29 de maio de 2011


SEU FILHO FAZ XIXI NA CAMA?

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Isso tem um nome Enurese (micção noturna) é um problema constrangedor e difícil para a criança. Sua auto-estima pode ficar abalada. Dormir fora de casa pode se tornar uma tortura, e até mesmo cogitar ir para a casa da avó ou para um acampamento pode criar um enorme peso para a criança que faz xixi na cama. Não é intencional e a criança não é culpada. Pode estar provavelmente relacionado a problemas emocionais ou orgânicos.

Dentre as causas emocionais encontram-se situações de:

Estresse; Medo, Mudança para uma nova casa, Nascimento de um irmãozinho,Separação dos pais.



sábado, 21 de maio de 2011


Afirmações Positivas para a CRIATIVIDADE - Louise Hay

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Eu me liberto de toda a resistência à plena expressão da minha criatividade.

Estou sempre em contato com minha fonte criativa.

Crio com facilidade quando deixo meus pensamentos partirem da fonte de amor que é meu coração.

Faço algo novo, ou pelo menos diferente, todos os dias.

Sempre é tempo para expressar minha criatividade em qualquer área que eu escolher.

Minha família me apóia totalmente na realização dos meus sonhos.

Todos os meus projetos criativos me dão grande alegria.

Sei que sou capaz de criar milagres em minha vida.

Sinto-me bem ao me expressar das mais variadas formas criativas.

Sou um ser único: especial, criativo e maravilhoso.

Canalizo meus talentos criativos para qualquer coisa que me dê prazer.

A chave para a criatividade é saber que meu pensamento cria as minhas experiências. Uso esta chave em todas as áreas da minha vida.

Penso com clareza e me expresso com facilidade.

Estou aprendendo a ser mais criativo a cada dia.

Estou descobrindo talentos que não sabia que possuía.

Meu trabalho permite que eu expresse meus talentos e habilidades, e eu gosto de usá-los.

Meu potencial é ilimitado.

Minha criatividade inata me surpreende e me encanta.

Estou em segurança e me realizo em tudo o que faço.

Meus talentos são solicitados e meus dons especiais são valorizados por todos os que me rodeiam.

A vida nunca está imobilizada, pois cada momento é sempre novo e original.

Meu coração é o centro da minha força. Sigo meu coração.

Sou uma expressão alegre e criativa da Vida.

As idéias me ocorrem facilmente e sem nenhum esforço. Faço algo novo, ou pelo menos diferente, todos os dias.

sábado, 14 de maio de 2011


Lindo demais x)

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AS DOENÇAS E NÓS - Louise l. Hay

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Segundo a psicóloga americana Loise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós mesmos.
Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece em nosso organismo.
"Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga americana Louise L. Hay.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar, nós mesmos ou outrem...
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Angústia, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.
Perdoar dissolve o ressentimento.

A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise.
Reflita, vale a pena refletir e evitá-las:

DOENÇAS / CAUSAS:

AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.

ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.

APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.

ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.

ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.

ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.

BRONQUITE: Ambiente famíliar inflamado. Gritos, discussões.

CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.

COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.

DERRAME: Resistência. Rejeição a vida.

DIABETES: Tristeza profunda.

DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.

DOR DE CABEÇA: Auto-crítica, falta de auto-valorização.

ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.

FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.

FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.

GASTRITE: Rancor, vive do passado. Sensação de condenação.

HEMORROIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.

HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.

INSONIA: Medo, culpa.

LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.

MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.

NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.

PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.

PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.

PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.

PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.

PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.

PULMÕES: Medo de absorver a vida.

QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.

RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.

REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.

RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.

RINS: Crítica, desapontamento, fracasso.

SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.

TIROÍDE: Humilhação.

TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.

ÚLCERAS: Crença de não ser bom o bastante.

VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

Curioso não?
Por isso vamos tomar cuidado com os nosso sentimentos... principalmente aqueles, que escondemos de nós mesmos.
Quem esconde os sentimentos, retarda a evolução da Alma.

sexta-feira, 6 de maio de 2011


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Minha Mãe Turma do Balão Mágico
Hoje é um dia tão especial
Pra você
Que não dá pra esquecer
Em vez de comemorar eu queria te agradecer
Por tudo o que me fez
Você me viu nascer, crescer e andar
E a cada passo meu cuidava de mim
Me ensinou tudo o que eu sei
E muito mais
E agora é hora de dizer o que aprendi

Minha mãe
O que passou por mim ninguém vai passar
Minha mãe
Eu sei o que sofreu por mim sem reclamar
Você daria a vida por mim
Só pra me defender
Faria qualquer coisa por mim sem se arrepender
Esse é o dom de amar que Deus te deu

Minha mãe
Valeu pelo carinho e atenção
Minha mãe
Valeu do fundo do meu coração
Pra você o seu maior presente fui eu
Então saiba que pra mim nós somos iguais
Pois você é o melhor dos presentes que Deus me deu

Mãe eu te amo demais


Você me viu nascer, crescer e andar
E a cada passo meu cuidava de mim
Me ensinou tudo o que eu sei
E muito mais
E agora é hora de dizer o que aprendi

Minha mãe
O que passou por mim ninguém vai passar
Minha mãe
Eu sei o que sofreu por mim sem reclamar
Você daria a vida por mim
Só pra me defender
Faria qualquer coisa por mim sem se arrepender
Esse é o dom de amar que Deus te deu

Minha mãe
Valeu pelo carinho e atenção
Minha mãe
Valeu do fundo do meu coração
Pra você o seu maior presente fui eu
Então saiba que pra mim nós somos iguais
Pois você é o melhor dos presentes que Deus me deu

Mãe eu te amo demais


http://www.vagalume.com.br/a-turma-do-balao-magico/minha-mae.html#ixzz1LX0LpVv9

Feliz Dia Das Mães!

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segunda-feira, 25 de abril de 2011


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Síndrome do Intestino Irritável

O segundo cérebro


Reduzido à essência, o aparelho digestivo é um tubo no qual órgãos como fígado, pâncreas e glândulas salivares despejam secreções para ajudar a digestão e absorção dos nutrientes necessários para a manutenção das funções vitais.Como é essencial que os alimentos engolidos progridam no interior do sistema, a seleção natural elegeu mecanismos de alta complexidade para assegurar movimentos de contração e relaxamento da musculatura das paredes do tubo digestivo que conduzam o bolo alimentar até o meio externo. A eles damos o nome de ondas peristálticas.Uma extensa circuitaria de neurônios disposta ao longo do tubo, conectada com o cérebro e com a medula espinhal, controla o ritmo das ondas peristálticas. Hormônios e mais de trinta substâncias conhecidas como neurotransmissores ajudam a modular os impulsos nervosos que trafegam de um neurônio para outro, com a finalidade de fazer o ajuste fino dos movimentos de contração e relaxamento que dão origem e mantém as ondas.Esses mecanismos são tão eficazes que o aparelho digestivo pode realizar suas tarefas independentemente do sistema nervoso central. Nos traumatismos cranianos que interrompem as conexões nervosas do cérebro com o resto do corpo, todos os movimentos desaparecem, mas o aparelho digestivo continua a funcionar por conta própria, como se fosse dotado de um cérebro próprio.

A conexão serotonina
A coordenação precisa entre os sinais enviados pelos neurotransmissores e os impulsos nervosos que caminham de um neurônio para outro, garantem funcionamento harmonioso, rítmico, do aparelho digestivo.Quando os alimentos caem no estômago, ocorre liberação de hormônios e neurotransmissores que provocam o ato reflexo conhecido como reflexo gastrocólico, verdadeira ordem para que as alças intestinais se movimentem. Um dos neurotransmissores mais atuantes na transmissão de mensagens entre os neurônios do aparelho digestivo é a serotonina. Fatores que alteram a produção de serotonina, ou modificam as características dos receptores aos quais ela se liga, podem desorganizar os movimentos intestinais e causar constipação (prisão de ventre), diarréia, dispepsia (digestão difícil) e a síndrome do intestino irritável.

Constipação
Constipação é o termo científico correspondente à prisão de ventre, condição caracterizada pela diminuição da freqüência e/ou do volume das evacuações, desconforto ao evacuar e fezes endurecidas. Estudos mostram que 10% a 20% dos adultos se queixam de constipação. A incidência nas mulheres parece ser duas vezes maior.Há dois tipos de constipação crônica. O primeiro é caracterizado por lentidão do trânsito intestinal. No segundo, a freqüência das evacuações pode ser normal ou mesmo aumentada, mas o volume está reduzido e as fezes são difíceis de eliminar. Nos dois casos há sensação de esvaziamento incompleto do conteúdo intestinal. Existe uma tendência entre os gastroenterologistas de considerar a constipação crônica, como parte da chamada síndrome do intestino irritável.
SIR (síndrome do intestino irritável)Antigamente chamada de “colite nervosa”, nessa síndrome não encontramos alterações patológicas no intestino. A SIR é causada por alterações no mecanismo de sinalização mediado pela serotonina (e por outros neurotransmissores) e seus receptores, que desorganizam as ondas peristálticas modificando os hábitos intestinais.


1 - Formas de apresentação - classicamente, a SIR costuma ser subdividida em três grupos:1.1 – SIR com predomínio de constipação;1.2 – SIR com predomínio de diarréia;1.3 – Forma alternante, em que constipação e diarréia se alternam.Atualmente, a utilidade dessa classificação tem sido questionada porque a separação entre os grupos não é clara e são freqüentes os casos que se instalam com prisão de ventre e evoluem com diarréia, ou com alternância de diarréia e constipação.

2 - Diagnóstico - como não existem achados anatômicos responsáveis pelo aparecimento da SIR, o diagnóstico é feito clinicamente, depois que o médico ouviu as queixas, interpretou os sintomas, pediu exames e excluiu a possibilidade de patologias mais graves. É importante lembrar que sintomas como diarréia e constipação podem ocorrer no câncer de cólon e em doenças inflamatórias intestinais como a retocolite ulcerativa e a doença de Crohn, patologias que exigem a realização de colonoscopia, para visualizar o revestimento interno do intestino grosso.Vários critérios foram estabelecidos para ajudar os médicos a padronizar o diagnóstico. Para exemplificar, vamos citar os critérios Manning, estabelecidos em 1978, e os de Rome II publicado em 1999:


2.1 – Critérios de Manning
Dor abdominal aliviada ao evacuar;
Fezes amolecidas;
Evacuações mais freqüentes quando as dores se instalam;
Distensão abdominal;
Presença de muco nas fezes;
Sensação de que a evacuação foi incompleta.


2.2 – Critérios de Rome II
Pelo menos 12 semanas -- que não precisam ser consecutivas --, nos últimos 12 meses, de desconforto abdominal ou dores que tenham pelo menos duas das três características abaixo:
a) sensação de alívio ao evacuar e/ou b) instalação associada com mudança na freqüência das evacuações e/ou c) instalação associada à mudança no formato das fezes.
Vários autores, no entanto, sugerem que os médicos adotem uma definição mais abrangente: “desconforto abdominal associado a alterações dos hábitos intestinais”.


3 - Tratamento da SIR
Prisão de ventre, flatulência, desconforto abdominal, dor, diarréia, urgência para ir ao banheiro e dificuldade para evacuar, sintomas característicos da enfermidade, podem interferir com a qualidade de vida de seus portadores e exigir tratamento. Muitas vezes, os pacientes só procuram ajuda depois de tentativas infrutíferas de resolver o problema pelo uso crônico de laxantes, lavagens e de tratamentos caseiros inadequados.


4. - Medidas gerais e cuidados dietéticos - são aconselháveis em todos os casos: hidratação adequada, atividade física, alimentar-se em intervalos regulares e usar o banheiro num mesmo horário para estabelecer um ritmo diário, assim como evitar comidas picantes, muito salgadas, com excesso de condimentos ou conservantes, doces concentrados e alimentos que provocam gazes (feijão, grão de bico, repolho, etc.). Em certos casos é preciso cuidado com o leite (60% a 70% da população com mais de 60 anos apresenta algum nível de intolerância à lactose). As fibras devem ser selecionadas de acordo com a presença de diarréia ou constipação. As fibras solúveis, como as encontradas em polpas de frutas e alguns cereais ajudam a formar e compactar o bolo fecal. As insolúveis, presentes na casca das frutas, em alguns cereais e em todas as verduras, não têm o poder de compactar o bolo, e funcionam como laxantes.Embora sempre úteis essas medidas costumam ser insuficientes para controlar os sintomas: a maioria dos pacientes necessita de medicamentos. Os mais utilizados são:
Antiespasmódicos: Embora úteis para aliviar sintomas, as reações indesejáveis limitam seu uso. Devem ser empregados com cuidado nos casos de constipação;
Agentes que aumentam o bolo fecal: Os estudos mostram que os portadores da SIR nem sempre se beneficiam da adição de fibras a suas dietas. Em alguns casos, elas podem piorar a flatulência. Embora sua utilidade não tenha sido demonstrada na SIR, as fibras estão indicadas no tratamento da constipação;
c) Agentes antidiarréicos: Os estudos mostram que medicamentos como a loperamida são eficazes contra a diarréia, mas não melhoram os sintomas nem as dores abdominais da SIR. Portanto, não devem ser usados se houver constipação;
Antidepressivos tricíclicos: Como os portadores de SIR sentem mais dor do que o normal quando o intestino se distende, e esse grupo de drogas interfere com a transmissão do estímulo doloroso, alguns trabalhos procuraram avaliar sua eficácia. Os resultados não foram suficientemente significantes para recomendar seu emprego na síndrome, mas há evidências de que possam melhorar as dores. Estão contraindicados em quadros de constipação porque podem agravá-los.
Antagonistas do receptor 5HT3 da serotonina: usados para inibir as náuseas provocadas pela quimioterapia do câncer. Esses agentes diminuem a sensação de desconforto causada pela distensão do cólon e retardam o trânsito intestinal. Estão indicados apenas nos casos de diarréia;
Agonistas do receptor 5HT4 da serotonina: O único medicamento desse grupo, aprovado para uso é o tegaserod. Esse agente estimula o reflexo peristáltico, acelera o trânsito intestinal, reduz as descargas elétricas dos neurônios que conduzem estímulos nervosos para o reto e reduz a sensibilidade abdominal. Seu uso durante 12 semanas, seguidas de reavaliação clínica, e administração por períodos mais longos, se houver resposta favorável, é considerado tratamento de escolha não apenas nos casos de SIR com constipação, mas também na constipação crônica.


5 -Conclusões - não vai longe o tempo em que a síndrome do intestino irritável era interpretada como simples distúrbio alimentar, provocado pelo estresse em pessoas nervosas. Hoje sabemos que se trata de uma doença crônica, causada por alterações de hormônios e neurotransmissores que modulam os movimentos peristálticos. Seu tratamento exige cuidados dietéticos, orientação médica e medicamentos de uso prolongado para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

Drauzio Varella


A criança e o brincar 0001

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domingo, 24 de abril de 2011


Estratégias para professores

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TDAH DDA Legião Urbana clip HIPERATIVIDADE TDA ADHD Hyperactivity Defici...

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BULLYING

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http://youtu.be/ZFn1jUo6HR8

BULLYING

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Bullying é o uso do poder ou da força para intimidar ou perseguir os outros na escola ou no trabalho. As vítimas normalmente são pessoas sem defesas que são incapazes de motivar outras para agir em seu apoio.

Principais atos do bullying são:· Ameaçar; Apelidar; Agredir; Hostilizar; Ofender; Humilhar; Discriminar; Excluir; Isolar; Intimidar; Perseguir; Assediar.

sexta-feira, 25 de março de 2011


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Quando buscar ajuda de um psicologo para meu filho ( psicologia infantil ) ?

Muitos adultos têm dúvidas sobre a necessidade de buscar psicoterapia para seu filho ( psicologia infantil ). Embora as crianças manifestem em geral comportamentos que indicam quando algo não está bem, a grande maioria dos pais reluta em procurar ajuda. Os pais tendem a pensar que a criança esta passando apenas por uma fase, que sera superada sozinha. Ou se sentirem culpados, receosos de que a terapia possa apontar que eles têm alguma responsabilidade pelo sofrimento de seus filhos.

Realmente não é fácil julgar o momento apropriado para levar uma criança à psicoterapia. Muitos adolescentes iniciam um acompanhamento com psicologo por vontade própria. E algumas crianças podem pedir ocasionalmente para ver alguém. No entanto, é a escola que costuma ser a primeira a notar mudanças de comportamento e solicitar um encaminhamento para psicologio infantil. Os primeiros sinais de problemas incluem a hiperatividade, a dificuldade de concentração, a agressividade, o comportamento inadequado, a dificuldade em brincar com outras crianças e ansiedade da separação e social. Estes comportamentos podem comprometer o desempenho escolar da criança e sua vida familiar.

Como é realizada a psicologia infantil ?

Durante a psicoterapia, o psicólogo utiliza recursos lúdicos para compreender os sentimentos, angústias e fantasias que a criança expressa através das brincadeiras.Antes do início da psicoterapia, o psicólogo realiza entrevistas iniciais com os pais para reunir informações sobre a história da criança e da família.Após esse contato inicial, o psicólogo tem maiores condições de avaliar o número de sessões semanais (que varia de uma a quatro) necessárias com a criança bem como a trama familiar que pode estar envolvida nos sintomas expressos por ela. Iniciado o trabalho com a criança, as sessões ocorrem nos dias e horários estipulados, com duração de cinqüenta minutos cada. Além disso, ao longo da terapia infantil, são realizados encontros periódicos com os pais.

Quais os principais motivos da procura pela terapia para criança ( psicologia infantil ) ?

São varios os motivos que levam os pais a buscarem atendimento psicológico para seus filhos.

- Dificuldades de aprendizagem
- Enurese ou ecoprese diurna ou noturna
- Pesadelos, dificuldades para dormir
- Distúrbios alimentares, dentre outros.
- Agressividade em casa e na escola
- Hiperatividade, atrasos no desenvolvimento motor (atrasos para falar, andar, etc.)

Quais os beneficios trazidos pela psicologia infantil?

Por se sentir acolhida e compreendida no contexto terapêutico, a criança passa a comunicar através do lúdico suas dificuldades emocionais, apresentando melhora significativa em casa e na escola.

Além disso, caso a criança permaneça no atendimento com o psicologo o tempo necessário, terá maiores chances de se tornar um adolescente e, posteriormente, um adulto mais consciente de si e de seus próprios sentimentos e emoções.

sexta-feira, 18 de março de 2011


MOTIVACIONAL - Mensagem Escolhas

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011


Ser Psicólogo por Walmir Moreira

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Conquistando o Impossível - Motivação Pessoal

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sábado, 26 de fevereiro de 2011


Forrest Gump Piano Theme

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Forrest Gump Theme by Alan Silvestri

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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011


Mude - Pedro bial

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BOM,RUIM, ASSIM, ASSIM - Narrado Por Pedro Bial

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sábado, 22 de janeiro de 2011


Esmilinguido

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011


Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA)

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Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA)


O DDA ocorre como resultado de uma disfunção neurológicano córtex pré-frontal. Quando pessoas que têm DDA tentam se concentrar, a atividade do córtex pré-frontal diminui, ao invés de aumentar (como nos sujeitos do grupo de controle de cérebros normais). Assim sendo, pessoas que sofrem de DDA mostram muitos dos sintomas discutidos nesse capítulo, como fraca supervisão interna, pequeno âmbito de atenção, distração, desorganização, hiperatividade (apesar de que só metade das pessoas com DDA sejam hiperativas), problemas de controle de impulso, dificuldade de aprender com erros passados, falta de previsão e adiamento.

Quanto mais as pessoas que têm DDA tentam se concentrar, pior para elas. A atividade no córtex pré-frontal, na verdade, desliga, ao invés de ligar. Quando um pai, professor, supervisor ou gerente põe mais pressão na pessoa que tem DDA, para que ela melhore seu desempenho, ela se torna menos eficiente. Muitas vezes, quando isso acontece, o pai, o professor ou chefe interpretam o ocorrido como um decréscimo de performance, ou má conduta proposital, e daí surgem problemas sérios(...) A verdade é que quase todos nós nos saímos melhor com elogios.

Um âmbito de atenção pequeno é a identificação desse distúrbio. Pessoas que sofrem de DDA têm dificuldade de manter a atenção e o esforço durante períodos de tempo prolongados. Sua atenção tende a vagar e freqüentemente se desligam da tarefa, pensando ou fazendo coisas diferentes da tarefa a ser realizada. Ainda assim, uma das coisas que muitas vezes enganam clínicos inexperientes ao tratar desse distúrbio é que as pessoas com DDA não têm um âmbito pequeno de atenção para tudo. Freqüentemente, pessoas que sofrem de DDA conseguem prestar muita atenção em coisas que são bonitas, novas, novidades, coisas altamente estimulantes, interessantes ou assustadoras. Essas coisas oferecem uma estimulação intrínseca suficiente a ponto de ativarem o córtex pré-frontal, de modo que a pessoa consiga focalizar e se concentrar. Uma criança com DDA pode se sair muito bem em uma situação interpessoal e desmoronar completamente em uma sala de aula com 30 crianças.Pessoas com DDA têm dificuldade em prestar atenção por muito tempo em assuntos longos, comuns, rotineiros e cotidianos, como lição de casa, trabalho de casa, tarefas simples ou papelada.

Desorganização é outro marco importante do DDA. A desorganização inclui tanto o espaço físico, como salas, escrivaninhas, malas, gabinetes de arquivo e armários, quanto o tempo. Freqüentemente quando se olha para as áreas de trabalho de pessoas com DDA, é admirar que possam trabalhar ali. Elas tendem a Ter muitas pilhas de "coisas"; a papelada é algo que freqüentemente elas têm muita dificuldade de organizar; e parece que têm um sistema de arquivo que só elas podem entender (e mesmo assim só nos dias bons). Muitas pessoas com DDA têm atrasos crônicos ou adiam as coisas até o último momento.

Muitas pessoas com DDA tendem a ser mal-humoradas, irritadiças e negativas. Como o córtex pré-frontal está pouco ativo, ele não pode moderar totalmente o sistema límbico, que fica hiperativo, levando a problemas no controle do humor. De outro modo sutil, como já mencionado, muitas pessoas com DDA preocupam-se com ou ficam superconcentradas em pensamentos negativos, como uma forma de auto-estimulação. Se não conseguem arrumar confusão com os outros no meio ambiente, buscam isso dentro de si mesmas. Elas freqüentemente têm uma atitude do tipo "o mundo está acabando", o que as distancia dos outros.

Antes o DDA era considerado um distúrbio de garotos hiperativos que o superariam antes da puberdade. Sabemos agora que a maioria das pessoas que têm DDA não supera os sintomas do distúrbio e que este, freqüentemente, ocorre em meninas e mulheres.

Como ajudar crianças/adultos com DDA:

Muitas pessoas com problemas no córtex pré-frontal tendem a procurar conflito para estimular seu cérebro.
Portanto:

· Não grite.

· Quanto mais a voz dela aumenta, mais sua voz deve diminuir.

· Se você sente a situação começar a sair do controle, dê um tempo. Dizer que você precisa ir ao banheiro pode ser uma boa receita. Provavelmente a pessoa não vai tentar impedi-lo. Pode ser uma boa idéia Ter um livro grosso em mãos, caso a pessoa esteja realmente transtornada e você precise se afastar por um longo período.

· Use de humor (mas não humor sarcástico ou bravo) para apaziguar a situação.

· Seja um bom ouvinte.

· Diga que você quer entender e trabalhar a situação, mas só pode fazer isso quando as coisas estiverem tranqüilas.
A intervenção nutritiva pode ser especialmente útil nessa parte do cérebro. Uma dieta alta em proteínas e baixa em carboidratos, relativamente de pouca gordura tem um efeito estabilizador nos níveis de açúcar no sangue e ajuda tanto no nível de energia quanto na concentração.

Um estudo controlado descobriu que ouvir Mozart ajudava crianças com DDA. Rosalie Rebollo Pratt e colegas estudaram 19 crianças com DDA, entre os sete e dezessete anos. Eles tocavam discos de Mozart para as crianças, três vezes por semana, durante sessões de biofeedback de ondas cerebrais. Eles colocavam o 100 Masterpieces , volume 3, que incluía o Concerto para Piano n.º 21 em dó, O Casamento de Fígaro , o Concerto para Flauta n.º 2 em lá, Don Giovanni e outros concertos e sonatas. O grupo que ouvia Mozart reduzia sua atividade de ondas cerebrais teta (ondas lentas que são freqüentemente excessivas no DDA) ao ritmo exato do compasso subjacente da música; e exibia melhora de concentração e controle de humor, diminuindo a impulsividade e aumentando a habilidade social. Entre os sujeitos que melhoraram, 70 por cento mantiveram essa melhora seis meses depois do fim do estudo e sem treinamento posterior. (Estas descobertas foram publicadas no International Journal of Arts Medicine, 1995.)


Daniel G. Amen, M.D.


Como ser organizado

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Se quiser melhorar sua maneira de ser organizado, o primeiro ponto é querer, é ter vontade de mudar.

Ser organizado é algo que vem de dentro, é um hábito.

1º - Para você se organizar, tem que saber quais atividades tem que dar conta.

Você só vai se organizar se souber o que tem a fazer.


2º - Quando você analisar o que tem a fazer, veja o que dará conta e distribua naagenda, que melhor se adapte ao seu perfil.

Você só vai se organizar se dividir bem, suas atividades durante o dia e a semana.


3º - Para dar conta dos compromissos da vida de nossos dias, existe a necessidade de querer.

Você só vai se organizar se seguir sua programação, com eficiência.


4º - Analise seus hábitos.

Você só vai conseguir se organizar se tiver bons hábitos.


5º - Nada é fácil na vida por isto é necessária muita determinação.

Você só vai conseguir se organizar se superar obstáculos.


6º - Superar obstáculos não é fácil, mas com vontade alcançará o seu objetivo.

Cada artigo lido, internalizará em você algum conceito e aos poucos, sem perceber será organizado e estará dando conta de muitos assuntos.

Não existe receita, para sermos organizados. Leia artigos e livros sobre organização e persista que você conseguirá.

As atividades devem ser divididas em grupos identificadas por cores diferentes.

Grupo 1 - Atividades Urgentes

As atividades urgentes devem ser concluídas no menor espaço de tempo possível. Elas causam stress, por isso devemos trabalhar com antecedência para evitar essa pressão.

Grupo 2 - Atividades Importantes

As atividades importantes devem trabalhadas com calma e atenção para evitar que se tornem urgentes.

Grupo 3 - Atividades Necessárias

As atividades necessárias devem ser feitas todos os dias. Neste grupo entram as atividades de trabalho que são mais leves como, responder e-mails, abrir correspondência e planejar os compromissos do dia seguinte.

Grupo 4 - Atividades Imprevistas

Depois de uma semana você terá noção de quanto tempo terá disponível para possíveis atividades não agendadas. Você terá que repensar a sua vida, se quiser dominar o seu tempo.