sábado, 22 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA)
Distúrbio de Déficit de Atenção (DDA)
O DDA ocorre como resultado de uma disfunção neurológicano córtex pré-frontal. Quando pessoas que têm DDA tentam se concentrar, a atividade do córtex pré-frontal diminui, ao invés de aumentar (como nos sujeitos do grupo de controle de cérebros normais). Assim sendo, pessoas que sofrem de DDA mostram muitos dos sintomas discutidos nesse capítulo, como fraca supervisão interna, pequeno âmbito de atenção, distração, desorganização, hiperatividade (apesar de que só metade das pessoas com DDA sejam hiperativas), problemas de controle de impulso, dificuldade de aprender com erros passados, falta de previsão e adiamento.
Quanto mais as pessoas que têm DDA tentam se concentrar, pior para elas. A atividade no córtex pré-frontal, na verdade, desliga, ao invés de ligar. Quando um pai, professor, supervisor ou gerente põe mais pressão na pessoa que tem DDA, para que ela melhore seu desempenho, ela se torna menos eficiente. Muitas vezes, quando isso acontece, o pai, o professor ou chefe interpretam o ocorrido como um decréscimo de performance, ou má conduta proposital, e daí surgem problemas sérios(...) A verdade é que quase todos nós nos saímos melhor com elogios.
Um âmbito de atenção pequeno é a identificação desse distúrbio. Pessoas que sofrem de DDA têm dificuldade de manter a atenção e o esforço durante períodos de tempo prolongados. Sua atenção tende a vagar e freqüentemente se desligam da tarefa, pensando ou fazendo coisas diferentes da tarefa a ser realizada. Ainda assim, uma das coisas que muitas vezes enganam clínicos inexperientes ao tratar desse distúrbio é que as pessoas com DDA não têm um âmbito pequeno de atenção para tudo. Freqüentemente, pessoas que sofrem de DDA conseguem prestar muita atenção em coisas que são bonitas, novas, novidades, coisas altamente estimulantes, interessantes ou assustadoras. Essas coisas oferecem uma estimulação intrínseca suficiente a ponto de ativarem o córtex pré-frontal, de modo que a pessoa consiga focalizar e se concentrar. Uma criança com DDA pode se sair muito bem em uma situação interpessoal e desmoronar completamente em uma sala de aula com 30 crianças.Pessoas com DDA têm dificuldade em prestar atenção por muito tempo em assuntos longos, comuns, rotineiros e cotidianos, como lição de casa, trabalho de casa, tarefas simples ou papelada.
Desorganização é outro marco importante do DDA. A desorganização inclui tanto o espaço físico, como salas, escrivaninhas, malas, gabinetes de arquivo e armários, quanto o tempo. Freqüentemente quando se olha para as áreas de trabalho de pessoas com DDA, é admirar que possam trabalhar ali. Elas tendem a Ter muitas pilhas de "coisas"; a papelada é algo que freqüentemente elas têm muita dificuldade de organizar; e parece que têm um sistema de arquivo que só elas podem entender (e mesmo assim só nos dias bons). Muitas pessoas com DDA têm atrasos crônicos ou adiam as coisas até o último momento.
Muitas pessoas com DDA tendem a ser mal-humoradas, irritadiças e negativas. Como o córtex pré-frontal está pouco ativo, ele não pode moderar totalmente o sistema límbico, que fica hiperativo, levando a problemas no controle do humor. De outro modo sutil, como já mencionado, muitas pessoas com DDA preocupam-se com ou ficam superconcentradas em pensamentos negativos, como uma forma de auto-estimulação. Se não conseguem arrumar confusão com os outros no meio ambiente, buscam isso dentro de si mesmas. Elas freqüentemente têm uma atitude do tipo "o mundo está acabando", o que as distancia dos outros.
· Não grite.
· Quanto mais a voz dela aumenta, mais sua voz deve diminuir.
· Se você sente a situação começar a sair do controle, dê um tempo. Dizer que você precisa ir ao banheiro pode ser uma boa receita. Provavelmente a pessoa não vai tentar impedi-lo. Pode ser uma boa idéia Ter um livro grosso em mãos, caso a pessoa esteja realmente transtornada e você precise se afastar por um longo período.
· Use de humor (mas não humor sarcástico ou bravo) para apaziguar a situação.
· Seja um bom ouvinte.
Como ser organizado
Se quiser melhorar sua maneira de ser organizado, o primeiro ponto é querer, é ter vontade de mudar.
Ser organizado é algo que vem de dentro, é um hábito.
1º - Para você se organizar, tem que saber quais atividades tem que dar conta.
Você só vai se organizar se souber o que tem a fazer.
2º - Quando você analisar o que tem a fazer, veja o que dará conta e distribua naagenda, que melhor se adapte ao seu perfil.
Você só vai se organizar se dividir bem, suas atividades durante o dia e a semana.
3º - Para dar conta dos compromissos da vida de nossos dias, existe a necessidade de querer.
Você só vai se organizar se seguir sua programação, com eficiência.
4º - Analise seus hábitos.
Você só vai conseguir se organizar se tiver bons hábitos.
5º - Nada é fácil na vida por isto é necessária muita determinação.
Você só vai conseguir se organizar se superar obstáculos.
6º - Superar obstáculos não é fácil, mas com vontade alcançará o seu objetivo.
Cada artigo lido, internalizará em você algum conceito e aos poucos, sem perceber será organizado e estará dando conta de muitos assuntos.
Não existe receita, para sermos organizados. Leia artigos e livros sobre organização e persista que você conseguirá.
As atividades devem ser divididas em grupos identificadas por cores diferentes.
Grupo 1 - Atividades Urgentes
As atividades urgentes devem ser concluídas no menor espaço de tempo possível. Elas causam stress, por isso devemos trabalhar com antecedência para evitar essa pressão.
Grupo 2 - Atividades Importantes
As atividades importantes devem trabalhadas com calma e atenção para evitar que se tornem urgentes.
Grupo 3 - Atividades Necessárias
As atividades necessárias devem ser feitas todos os dias. Neste grupo entram as atividades de trabalho que são mais leves como, responder e-mails, abrir correspondência e planejar os compromissos do dia seguinte.
Grupo 4 - Atividades Imprevistas
Depois de uma semana você terá noção de quanto tempo terá disponível para possíveis atividades não agendadas. Você terá que repensar a sua vida, se quiser dominar o seu tempo.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Irmãos mais Velhos com os Recém-Nascidos
O sintoma mais comum da rivalidade entre irmãos é uma grande exigência por atenção, a criança mais velha quer ser carregada e cuidada, especialmente quando a mãe está ocupada com o recém-nascido. Outros sintomas incluem agir como bebê novamente (comportamento regressivo), como chupar o dedo, fazer xixi, ou cocô nas próprias roupas. Comportamento agressivo, como pegar o bebê rudemente, também pode ocorrer. Todos esses sintomas são normais. Enquanto alguns podem ser prevenidos, o restante pode melhorar dentro de alguns meses.
Prevenção
1.Durante a gestação
- Prepare o irmão para o novo bebê. Fale a respeito da gravidez. Deixe seu filho sentir os movimentos do bebê.
- Tente achar um hospital que providencie aulas para os irmãos onde as crianças possam aprender sobre bebês e sobre dividir os pais com um novo irmão ou irmã.
- Tente providenciar a chance de estar por perto de um bebê, então terá uma melhor idéia do que aguardar.
- Encoraje seu filho a ajudar a preparar o quarto do bebê.
- Mude seu filho para um quarto diferente ou nova cama vários meses antes do nascimento do bebê. Se já estiver freqüentando a escola, provavelmente aceitará melhor as novidades do nascimento.
- Elogie seu filho por comportamentos maduros, como falar, usar o banheiro, alimentar-se ou vestir-se.
- Não faça nenhuma cobrança por novas habilidades (como o uso do banheiro), durante os meses que precedem a chegada.
- Mesmo que seu filho pareça pronto, adie estas mudanças até que tenha feito uma boa adaptação com o novo bebê.
- Diga para seu filho para onde está indo e quem cuidará dele enquanto estiver no hospital, em caso de não ficar em casa com o pai.
- Leiam livros juntos sobre o que acontece durante a gravidez e depois que o bebê nascer.
- Veja fotografias de família e conte como foi o primeiro ano de vida dele.
2. No hospital
- Faça ligações diárias para ele enquanto estiver no hospital.
- Providencie que ele vá visitá-la e ao novo bebê. Muitos hospitais permitem isso.
- Se não puder visitá-la, mande para ele uma foto do novo bebê.
- Encoraje o pai a fazer algum programa especial neste período (por exemplo, levá-lo ao parque, zoológico ou museu).
3. Ao voltar para casa
- Quando entrar em casa, gaste os primeiros momentos com o outro filho. Tenha alguém para carregar o novo bebê para dentro de casa.
- Dê para o filho mais velho um presente "do novo bebê".
- Peça para as visitas darem atenção extra para o filho mais velho. Deixe ele desembrulhar os presentes do bebê.
- Desde o início, refira-se ao novo bebê como "nosso bebê".
4. Os primeiros meses em casa
- Dê para seu filho mais velho a atenção extra que ele precisa. Faça ele se sentir mais importante. Tente dar a ele pelo menos 30 minutos exclusivos e ininterruptos por dia. Contrate uma babá para cuidar do bebê e leve o mais velho para passeios ou mostre a ele o álbum do bebê. Tenha certeza que o pai e os avós também gastam tempo extra com ele durante o primeiro mês. Dê a ele muita afeição física durante todo o dia.
- Quando você estiver ocupada cuidando do bebê, tente envolver o mais velho através de conversas com ele. Quando estiver cuidando ou dando mamadeira para o bebê, leia uma estória, jogue um jogo, ou monte um quebra-cabeça.
- Encoraje seu filho mais velho a tocar e a brincar com o novo bebê na sua presença. Permita que carregue o bebê. Evite avisos do tipo "Não toque no bebê". Recém-nascidos não são tão frágeis e é importante mostrar a verdade. Contudo, não permita que carregue o bebê até que ele atinja a idade escolar.
- Recrute seu filho mais velho como ajudante. Encoraje-o a ajudar com os banhos, secar o bebê, pegar uma fralda limpa, ou a achar brinquedos ou a chupeta. Em outros momentos encoraje-o a alimentar ou dar banho numa boneca quando você estiver fazendo o mesmo com o bebê. Enfatize o quanto o bebê gosta do irmão mais velho. Faça comentários do tipo "olhe como ele fica feliz quando você brinca com ele", ou "Você pode fazê-lo sempre rir".
- Não peça para os irmãos mais velhos ficarem quietos por causa do bebê. Recém-nascidos podem dormir bem sem a casa estar em silêncio absoluto. Esta exigência pode trazer ressentimentos desnecessários.
- Aceite comportamento regressivo, como chupar o dedo ou agarrar-se, como algo que seu filho precisará temporariamente. Não o critique.
- Quando seu filho se comportar de maneira agressiva, intervenha prontamente. Diga a ele "Nós nunca machucamos bebês". Mande seu filho para o castigo por alguns minutos. Não bata em seu filho nestes momentos. Se você bater, ele eventualmente tentará fazer o mesmo com o bebê como vingança. Durante as próximas semanas não os deixe sozinhos.
- Se o seu filho é suficiente crescido, encoraje-o a falar sobre seus sentimentos sobre o novo bebê. Sugira um comportamento alternativo: "Quando você estiver desapontado com o bebê, venha até mim para um grande abraço."