segunda-feira, 27 de dezembro de 2010


Reflexão para 2011

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"A cada dia de nossa vida, aprendemos com nossos erros ou nossas vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo. Que o novo ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus."

terça-feira, 14 de dezembro de 2010


Portas que se abrem

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Mensagem: Você é fruto de suas Escolhas!

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Mensagem tocante

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Aprenda a Gostar de você

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DANIEL GODRI - MOTIVAÇÃO

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010


VOCÊ É O QUE VOCÊ PENSA...

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Se você pensa que é um medroso, nunca terá coragem…
Se pensa ser pobre, azarado, infeliz, nunca prosperará…
Se pensa ser doente, nunca terá saúde…
Se pensa ser um fracassado, é…
Se pensa que não é para você, nunca será…
Se pensa que veio para sofrer e pagar dívida, será sofredor…
Se pensa ser feliz e próspero, será…
Se pensa ser saudável e bonito, será…
Se pensa ser um empreendedor, será…
Se pensa que encontrará sua alma gêmea, encontra-la-á…
Se pensa ser um (a) ……………………………………………… , será.
Cuidado com os pensamentos que habitam sua mente,
eles se tornarão realidade.

Sucesso!!!

sábado, 4 de dezembro de 2010


Você é fruto de suas Escolhas!

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terça-feira, 30 de novembro de 2010


ADOLESCÊNCIA E A FAMÍLIA

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Impacto da família nos adolescentes:

Os adolescentes são muito influenciados pelas suas famílias ainda que, por vezes, nalgumas circunstâncias estes laços possam ser abalados. A ocorrência destes conflitos está relacionada sobretudo com as rotinas familiares, o estabelecimento de horas de entrada em casa, namoros, notas escolares, aparência física e hábitos alimentares. As investigações feitas nesta área indicaram igualmente que o conflito entre pais e adolescentes acerca dos valores económicos, religiosos, sociais e políticos são relativamente raros.

Os pais continuam, hoje, a influenciar os seus filhos adolescentes não só nas suas crenças mas também ao nível do seu comportamento. Contudo, mães e pais influenciam os adolescentes de maneira diferente. Parecem existir, pois, diferenças consideráveis entre o comportamento e o papel das mães e dos pais nas relações familiares com os filhos adolescentes. O envolvimento dos adolescentes com as mães é mais complexo. Mães e adolescentes interagem no que diz respeito por exemplo às responsabilidades nas tarefas domésticas, trabalhos escolares, disciplina dentro e fora de casa e actividades de lazer. Estas áreas podem resultar em maiores conflitos entre as mães e os seus filhos adolescentes contudo, tendem a criar maior proximidade entre mães/filhos de que entre pais/filhos.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010


Problemas de Aprendizagem – Por que existem pessoas que tem problemas para aprender

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Problemas de Aprendizagem – Por que existem pessoas que tem problemas para aprender?
É muito comum encontrar escolas e pais que não sabem o quê fazer com aquele aluno ou filho que tem uma certa dificuldade para aprender os conceitos das aulas. Grande parte das instituições de ensino, sobretudo as escolas da rede publica ,não contam com serviços de psicologos ou psicopedagogos para auxiliar esses individuos
Em um primeiro momento, podemos analisar superficialmente o problema de aprendizagem como uma dificuldade em absorver informação. Os motivos são multifatoriais. Pode ser desde um problema de visão simples de se corrigir com o uso de óculos ,como pode ser mais complicado como a Dislexia necessitando tratamento psicologico, psicopedagógico e dependendo do caso medicamentoso.

Ao se fazer referência às dificuldades de aprendizagem não se pode perder de vista a presença de distorções inerentes ao próprio sistema educacional e às influências ambientais que funcionam como contexto para as manifestações comportamentais e as peculiaridades do indivíduo que pode apresentar, no sistema escolar, o sintoma de não aprender (Linhares, 1998; Marturano, Linhares & Parreira, 1993).

As escolas ou qualquer outra instituição de ensino tendem a estigmatizar o aluno que esta tendo baixo rendimento, supondo que é um problema do proprio aluno. Hoje com os avanços da Psicologia da Educação, sabemos que o Ambiente tem muita importancia. Grande parte das escolas tendem a ignorar o problema, colocando no aluno toda a culpa por seu baixo desempenho, encaminhando o para psicologos que acabam não achando nada errado. Quando se faz uma caracterização do Ambiente, entendemos claramente os motivos dos problemas de aprendizagem que a instituição atribuiu unicamente ao aluno.

Ao constatar individuos com problemas de aprendizagem, é importante verificar qual é o ambiente que esse individuo esta inserido. Ele tem todos os materiais apropriados para aprender ? Essa pessoa possui algum problema emocional ou organico que a impedem de fixar atenção nas disciplinas ? Sera que esse ambiente é favoravel ao aprendizado?

Enfim, existem inumeras questões antes de colocarmos a culpa no aluno. Analisando grande parte dos casos que chegam aos consultorios dos psicologos, entendemos que grande parte do problema esta no ambiente e não no individuo. Existem formas de ensino que são mais eficientes para transmitir conhecimento. Uma dessas propostas é a Abordagem Comportamental.

Se você esta tendo dificuldades em entender os conceitos da sua escola, faculdade ou trabalho, pare uns minutos por dia. Comece a pensar em como é o seu ambiente de trabalho, como é o seu ambiente na faculdade ou na escola. É um ambiente acolhedor ? Aconchegante ? Iluminado ? Os professores parecem animados ao ensinar? Como esta a sua vida ? Esta muito ansioso ? Um periodo de mudanças ou mesmo de Stress com algo?
Caro leitor, o problema de aprendizagem não é uma sentença, muito pelo contrario, definindo as causas reforçadoras para o não aprender, podemos planejar estrategias de intervenção eficientes para a mudança comportamental do não aprender.Claro que dependendo do caso é sempre recomendado procurar um Psicologo qualificado para discutir as questões que o perturbam e restalebecer seu foco.
Alguns problemas são especialmente dificeis de se resolver sozinho, nesses casos é muito importante que um psicologo seja consultado. As vezes o problema é mais facil de se resolver do que se pensa.
O importante é que você o resolva e alcance todos os seus objetivos.
Por : Marcelo C. Souza

quinta-feira, 26 de agosto de 2010


Leader Training II - Transcendendo seus Limites

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TRANSTORNO DE CONDUTA:

O transtorno de conduta é um conjunto de problemas emocionais e comportamentais apresentado por algumas crianças e adolescentes em que há um padrão repetitivo e persistente de conduta agressiva, desafiadora, anti-social, onde os direitos básicos alheios, regras e normas sociais são violados. Trata-se de uma condição mais grave quando comparada ao transtorno desafiador opositivo e é responsável por freqüente encaminhamento aos serviços de psiquiatria infanto-juvenil.

A violação de regras é o componente marcante deste transtorno. Jovens com transtorno de conduta apresentam comportamento anti-social com agressão física e comportamento cruel com outras pessoas e animais, sendo muitas vezes autores de bullying dentro do ambiente escolar. Não demonstram sentimento de culpa ou remorso pelos seus atos, são negativistas, desafiadoras, hostis e podem realizar atos de vandalismo, furtos e destruição de patrimônio alheio. Roubos freqüentes de brinquedos em lojas de departamento ou de objetos pessoais de colegas em sala de aula, além de agressões físicas e intimidações contra colegas podem ser observados em quadros iniciais do transtorno de conduta.
Podem apresentar dificuldade de interações sociais, possuindo poucos amigos, baixa tolerância à frustração, irritabilidade e explosões de raiva freqüentes, fatores que normalmente culminam com comportamentos agressivos e violentos, provocações de brigas corporais em ambiente escolar ou na rua, inclusive com a utilização de armas como faca, bastão ou arma de fogo. Abandono e reprovação escolar, fugas de casa, mentiras, consumo de álcool e drogas, comportamento sexual de risco e ausência de arrependimento por seus atos também são freqüentes. O comportamento delinquencial grupal, como nas gangues de rua também são comuns e estão muito associados com violência e consumo de drogas.

Por.: Dr. Gustavo Teixeira

quarta-feira, 11 de agosto de 2010


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Ansiedade na Adolescência


Apesar de todo adolescente enfrentar episódios de ansiedade uma vez ou outra, alguns parecem ser mais ansiosos que a média.

A ansiedade é uma reação normal do organismo a qualquer situação de estresse, podendo ocorrer desde uma prova na escola até a falar em público, marcar um encontro ou participar de uma competição. O problema começa quando a resposta a este estresse se torna tão intensa a ponto de comprometer seu desempenho ou seu relacionamento com outras pessoas no dia a dia.

Além de ser uma reação normal, a ansiedade também pode ser considerada uma ferramenta útil. Por exemplo, ao estudar para um teste, um pouco de ansiedade pode ser o tempero que faltava para lhe fazer estudar com mais afinco. Entretanto, quando excessiva, ela pode prejudicar a capacidade de raciocínio.

A partir de que ponto a ansiedade pode ser considerada excessiva?

Existem alguns sinais que sugerem que os níveis de ansiedade ultrapassaram os limites da normalidade. Os principais são:

- Você passa a ficar ansioso, preocupado ou assustado sem motivo aparente.

- Você se preocupa demais com situações ou atividades rotineiras, como preparar uma refeição ou fazer um telefonema.

- Você checa repetidamente se fez uma determinada coisa certa (p.ex.: volta várias vezes para ver se fechou a porta).

- Você simplesmente tem ataques de pânico em certas situações corriqueiras (p.ex.: treme e sente náuseas ou vontade de desmaiar durante uma prova na escola).

Todos estes sintomas significam que, provavelmente, seu nível de ansiedade está além do normal.

Por.: Palavras de Condão... :: ECOLOGIA/SAÚDE MENTE

segunda-feira, 2 de agosto de 2010


O QUE É DISLEXIA?

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Disgrafia: é uma inabilidade ou atraso no desenvolvimento da Linguagem Escrita, especialmente da escrita cursiva. Escrever com máquina datilográfica ou com o computador pode tornar-se mais fácil para o disléxico. Na escrita manual, as letras podem ser mal desenhadas, borradas ou incompletas, com tendência à escrita em letra de forma. Os erros ortográficos, supressões ou substituições de letras, sílabas e números, como inversões do sentido direcional de letras e números - chamada escrita de espelho, ficam caracterizados com muita frequência.


Discalculia - As dificuldades com a Linguagem Matemática são muito variadas em seus diferentes níveis e complexas em sua origem. Podem evidenciar-se já no aprendizado aritmético básico, como, mais tarde, na elaboração do pensamento matemático mais elaborado. Embora essas dificuldades possam manifestar-se sem nenhuma inabilidade em leitura, há outras que decorrem de dificuldades no processamento lógico-matemático da linguagem lida ou ouvida. As dificuldades mais graves são decorrentes da imprecisa percepção de espaço e tempo, na apreensão, coordenação e processamento de fatos matemáticos em sua devida ordem.


Déficit de Atenção - É a dificuldade de concentrar e de manter concentrada a atenção em objetivo central, para discriminar, compreender e assimilar o foco central de um estímulo. Esse estado de concentração é fundamental para que, através do discernimento e da elaboração do ensino, possa completar-se a fixação do aprendizado. A Deficiência de Atenção pode manifestar-se isoladamente ou associada a uma Linguagem Corporal que caracteriza a Hiperatividade ou, opostamente, a Hipoatividade.


Hiperatividade - Refere-se à atividade psicomotora excessiva, com padrões diferenciais de sintomas: o jovem ou a criança hiperativa com comportamento impulsivo é aquela que fala sem parar e nunca espera por nada. Não consegue esperar por sua vez, interrompendo e atropelando tudo e todos. Porque age sem pensar e sem medir conseqüências, é comum que sempre tenha muitos hematomas e cortes. Um segundo tipo de hiperatividade tem características mais pronunciadas em sintomas de dificuldades de foco de atenção. É uma superestimulação nervosa que leva esse jovem ou essa criança a passar de um estímulo a outro, não conseguindo focar sua atenção em um único tópico. Assim, nos dá a falsa impressão de que é desligada mas, ao contrário, é por estar ligada em tudo, ao mesmo tempo, que não consegue concentrar-se em um único estímulo à sua volta, ignorando outros.


Hipoatividade - A Hipoatividade se caracteriza por um nível baixo de atividade psicomotora, com reação lenta a qualquer estímulo. Trata-se daquela criança chamada "boazinha", que parece estar, sempre, no "mundo da lua", "sonhando acordada". Comumente, o hipoativo tem memória pobre e comportamento vago, pouca interação social e quase não se envolve com seus colegas.


Sintomas na Primeira Infância:

1 - atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar, sentar e andar;

2 - atraso ou deficiência na aquisição da fala, desde o balbucio á pronúncia de palavras;

3 - parece difícil para essa criança entender o que está ouvindo;

4 - distúrbios do sono;

5 - enurese noturna;

6 - suscetibilidade à alergias e à infecções;

7 - tendência à hiper ou a hipo-atividade motora;

8 - chora muito e parece inquieta ou agitada com muita freqüência;

9 - dificuldades para aprender a andar de triciclo;

10 - dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares.


Observação:
Pesquisas científicas neurobiológicas recentes concluiram que o sintoma mais conclusivo acerca do risco de dislexia em uma criança, pequena ou mais velha, é o atraso na aquisição da fala e sua deficiente percepção fonética.

Quando este sintoma está associado a outros casos familiares de dificuldades de aprendizado - dislexia é, comprovadamente, genética, afirmam especialistas que essa criança pode vir a ser avaliada já a partir de cinco anos e meio, idade ideal para o início de um programa remediativo, que pode trazer as respostas mais favoráveis para superar ou minimizar essa dificuldade.
A dificuldade de discriminação fonológica leva a criança a pronunciar as palavras de maneira errada.


Essa falta de consciência fonética, decorrente da percepção imprecisa dos sons básicos que compõem as palavras, acontece, já, a partir do som da letra e da sílaba. Essas crianças podem expressar um alto nível de inteligência, "entendendo tudo o que ouvem", como costumam observar suas mães, porque têm uma excelente memória auditiva. Portanto, sua dificuldade fonológica não se refere à identificação do significado de discriminação sonora da palavra inteira, mas da percepção das partes sonoras diferenciais de que a palavra é composta.


Esta a razão porque o disléxico apresenta dificuldades significativas em leitura, que leva a tornar-se, até, extremamente difícil sua soletração de sílabas e palavras. Por isto, sua tendência é ler a palavra inteira, encontrando dificuldades de soletração sempre que se defronta com uma palavra nova.
Porque, freqüentemente, essas crianças apresentam mais dificuldades na conquista de domínio do equilíbrio de seu corpo com relação à gravidade, é comum que pais possam submete-las a exercícios nos chamados "andadores" ou "voadores". Prática que, advertem os especialistas, além de trazer graves riscos de acidentes, é absolutamente inadequada para a aquisição de equilíbrio e desenvolvimento de sua capacidade de andar, como interfere, negativamente, na cooperação harmônica entre áreas motoras dos hemisférios esquerdo-direito do cérebro.


Por isto, crianças que exercitam a marcha em "andador", só adquirem o domínio de andar sozinhas, sem apoio, mais tardiamente do que as outras crianças.Além disso, o uso do andador como exercício para conquista da marcha ou visando uma maior desenvoltura no andar dessa criança, também contribui, de maneira comprovadamente negativa, em seu desenvolvimento psicomotor potencial-global, em seu processo natural e harmônico de maturação e colaboração de lateralidade hemisférica-cerebral.


A Partir dos Sete Anos de Idade:

1 - pode ser extremamente lento ao fazer seus deveres:

2 - ao contrário, seus deveres podem ser feitos rapidamente e com muitos erros;

3 - copia com letra bonita, mas tem pobre compreensão do texto ou não lê o que escreve;

4 - a fluência em leitura é inadequada para a idade;

5 - inventa, acrescenta ou omite palavras ao ler e ao escrever;

6 - só faz leitura silenciosa;

7 - ao contrário, só entende o que lê, quando lê em voz alta para poder ouvir o som da palavra;

8 - sua letra pode ser mal grafada e, até, ininteligível; pode borrar ou ligar as palavras entre si;

9 - pode omitir, acrescentar, trocar ou inverter a ordem e direção de letras e sílabas;

10 - esquece aquilo que aprendera muito bem, em poucas horas, dias ou semanas;

11 - é mais fácil, ou só é capaz de bem transmitir o que sabe através de exames orais;

12 - ao contrário, pode ser mais fácil escrever o que sabe do que falar aquilo que sabe;

13 - tem grande imaginação e criatividade;

14 - desliga-se facilmente, entrando "no mundo da lua";

15 - tem dor de barriga na hora de ir para a escola e pode ter febre alta em dias de prova;

16 - porque se liga em tudo, não consegue concentrar a atenção em um só estímulo;

17 - baixa auto-imagem e auto-estima; não gosta de ir para a escola;

18 - esquiva-se de ler, especialmente em voz alta;

19 - perde-se facilmente no espaço e no tempo; sempre perde e esquece seus pertences;

20 - tem mudanças bruscas de humor;21 - é impulsivo e interrompe os demais para falar;

22 - não consegue falar se outra pessoa estiver falando ao mesmo tempo em que ele fala;

23 - é muito tímido e desligado; sob pressão, pode falar o oposto do que desejaria;

24 - tem dificuldades visuais, embora um exame não revele problemas com seus olhos;

25 - embora alguns sejam atletas, outros mal conseguem chutar, jogar ou apanhar uma bola;

26 - confunde direita-esquerda, em cima-em baixo; na frente-atrás;

27 - é comum apresentar lateralidade cruzada; muitos são canhestros e outros ambidestros;

28 - dificuldade para ler as horas, para seqüências como dia, mês e estação do ano;

29 - dificuldade em aritmética básica e/ou em matemática mais avançada;

30 - depende do uso dos dedos para contar, de truques e objetos para calcular;

31 - sabe contar, mas tem dificuldades em contar objetos e lidar com dinheiro;

32 - é capaz de cálculos aritméticos, mas não resolve problemas matemáticos ou algébricos;

33 - embora resolva cálculo algébrico mentalmente, não elabora cálculo aritmético;

34 - tem excelente memória de longo prazo, lembrando experiências, filmes, lugares e faces;

35 - boa memória longa, mas pobre memória imediata, curta e de médio prazo;

36 - pode ter pobre memória visual, mas excelente memória e acuidade auditivas;

37 - pensa através de imagem e sentimento, não com o som de palavras;

38 - é extremamente desordenado, seus cadernos e livros são borrados e amassados;

39 - não tem atraso e dificuldades suficientes para que seja percebido e ajudado na escola;

40 - pode estar sempre brincando, tentando ser aceito nem que seja como "palhaço" ;

41 - frustra-se facilmente com a escola, com a leitura, com a matemática, com a escrita;

42 - tem pré-disposição à alergias e à doenças infecciosas;

43 - tolerância muito alta ou muito baixa à dor;

44 - forte senso de justiça;

45 - muito sensível e emocional, busca sempre a perfeição que lhe é difícil atingir;

46 - dificuldades para andar de bicicleta, para abotoar, para amarrar o cordão dos sapatos;

47 - manter o equilíbrio e exercícios físicos são extremamente difíceis para muitos disléxicos;

48 - com muito barulho, o disléxico se sente confuso, desliga e age como se estivesse distraído;

49 - sua escrita pode ser extremamente lenta, laboriosa, ilegível, sem domínio do espaço na página;

50 - cerca de 80% dos disléxicos têm dificuldades em soletração e em leitura.


Crianças disléxicas apresentam combinações de sintomas, em intensidade de níveis que variam entre o sutil ao severo, de modo absolutamente pessoal. Em algumas delas há um número maior de sintomas e sinais; em outras, são observadas somente algumas características. Quando sinais só aparecem enquanto a criança é pequena, ou se alguns desses sintomas somente se mostram algumas vezes, isto não significa que possam estar associados à Dislexia. Inclusive, há crianças que só conquistam uma maturação neurológica mais lentamente e que, por isto, somente têm um quadro mais satisfatório de evolução, também em seu processo pessoal de aprendizado, mais tardiamente do que a média de crianças de sua idade.Pesquisadores têm enfatizado que a dificuldade de soletração tem-se evidenciado como um sintoma muito forte da Dislexia.


sábado, 17 de julho de 2010


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TRANSTORNO BIPOLAR DO HUMOR

Sinônimos e nomes relacionados:
Psicose maníaco-depressiva, transtorno ou doença afetivo bipolar, incluindo tipos específicos de doenças ou transtornos do humor, como ciclotimia, hipomania e transtorno misto do humor.


O que é a doença bipolar do humor:


O Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva, é caracterizado por oscilações ou mudanças cíclicas de humor. Estas mudanças vão desde oscilações normais, como nos estados de alegria e tristeza, até mudanças patológicas acentuadas e diferentes do normal, como episódios de MANIA, HIPOMANIA, DEPRESSÃO e MISTOS. É uma doença de grande impacto na vida do paciente, de sua família e sociedade, causando prejuízos freqüentemente irreparáveis em vários setores da vida do indivíduo, como nas finanças, saúde, reputação, além do sofrimento psicológico. É relativamente comum, acometendo aproximadamente 8 a cada 100 indivíduos, manifestando-se igualmente em mulheres e homens.


O que causa a doença bipolar do humor:

A base da causa para a doença bipolar do humor não é inteiramente conhecida, assim como não o é para os demais distúrbios do humor. Sabe-se que os fatores biológicos (relativos a neurotransmissores cerebrais), genéticos, sociais e psicológicos somam-se no desencadeamento da doença. Em geral, os fatores genéticos e biológicos podem determinar como o indivíduo reage aos estressores psicológicos e sociais, mantendo a normalidade ou desencadeando doença. O transtorno bipolar do humor tem uma importante característica genética, de modo que a tendência familiar à doença pode ser observada.
Como se manifesta a doença bipolar do humor:
Pode iniciar na infância, geralmente com sintomas como irritabilidade intensa, impulsividade e aparentes “tempestades afetivas”. Um terço dos indivíduos manifestará a doença na adolescência e quase dois terços, até os 19 anos de idade, com muitos casos de mulheres podendo ter início entre os 45 e 50 anos. Raramente começa acima dos 50 anos, e quando isso acontece, é importante investigar outras causas. A mania (eufórica) é caracterizada por:
Humor excessivamente animado, exaltado, eufórico, alegria exagerada e duradoura;
Extrema irritabilidade, impaciência ou “pavio muito curto”;
Agitação, inquietação física e mental;
Aumento de energia, da atividade, começando muitas coisas ao mesmo tempo sem conseguir terminá-las
Otimismo e confiança exageradas;
Pouca capacidade de julgamento, incapacidade de discernir;
Crenças irreais sobre as próprias capacidades ou poderes, acreditando possuir muitos dons ou poderes especiais;
Idéias grandiosas;
Pensamentos acelerados, fala muito rápida, pulando de uma idéia para outra,tagarelice;
Facilidade em se distrair, incapacidade de se concentrar;
Comportamento inadequado, provocador, intrometido, agressivo ou de risco;
Gastos excessivos;
Desinibição, aumento do contato social, expansividade;
Aumento do impulso sexual;
Agressividade física e/ou verbal;
Insônia e pouca necessidade de sono;
Uso de drogas, em especial cocaína, álcool e soníferos.

segunda-feira, 12 de julho de 2010


Motivação para a Viver - Qualidade de Vida

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quarta-feira, 7 de julho de 2010


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TRATAMENTO DO TABAGISMO


Isso não é propriamente um artigo, são compilações de artigos do site do INCA e de outros, utilizados sem autorização prévia.


O que você ganha parando de fumar:


A pessoa que fuma fica dependente da nicotina. Considerada uma droga bastante poderosa, a nicotina atua no sistema nervoso central como a cocaína, com uma diferença: chega ao cérebro em apenas 7 segundos - 2 a 4 segundos mais rápido que a cocaína. É normal, portanto, que, ao parar de fumar, os primeiros dias sem cigarros sejam os mais difíceis, porém as dificuldades serão menores a cada dia.
As estatísticas revelam que os fumantes comparados aos não fumantes apresentam um risco: • 10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão • 5 vezes maior de sofrer infarto • 5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar • 2 vezes maior de sofrer derrame cerebral
Se parar de fumar agora... • após 20 minutos sua pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal • após 2 horas não tem mais nicotina no seu sangue • após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza • após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta a comida melhor • após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a circulação melhora • após 5 A 10 anos o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou Doenças associadas ao uso dos derivados do tabaco Muitos estudos desenvolvidos até o momento evidenciam sempre o mesmo: o consumo de derivados do tabaco causa quase 50 doenças diferentes, principalmente as doenças cardiovasculares (infarto, angina) o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite).


Além disso, esses estudos mostram que o tabagismo é responsável por:
200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora); 25% das mortes causadas por doença coronariana - angina e infarto do miocárdio; 45% das mortes causadas por doença coronariana na faixa etária abaixo dos 60 anos; 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos; 85% das mortes causadas por bronquite e enfisema; 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos); 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer (de boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo de útero); 25% das doenças vasculares (entre elas, derrame cerebral).
O tabagismo ainda pode causar: impotência sexual no homem; complicações na gravidez; aneurismas arteriais; úlcera do aparelho digestivo; infecções respiratórias; trombose vascular.
As doenças cardiovasculares e o câncer são as principais causas de morte por doença no Brasil, sendo que o câncer de pulmão é a primeira causa de morte por câncer. As estimativas sobre a incidência e mortalidade por câncer no Brasil, publicadas anualmente pelo INCA indicam que, em 2003, 22.085 pessoas deverão adoecer de câncer de pulmão (15.165 entre homens e 6.920 entre mulheres) causando cerca de 16.230 mortes. Desse total de óbitos, 11.315 deverão ocorrer entre os homens e 4.915 entre mulheres. Porém, ao
parar de fumar , o risco de ter essas doenças vai diminuindo gradativamente e o organismo do ex-fumante vai se restabelecendo.

Conheça o cigarro por dentro:
A fumaça do cigarro é uma mistura de aproximadamente 4.700 substâncias tóxicas diferentes; que se constitui de duas fases fundamentais: a fase particulada e a fase gasosa. A fase gasosa é composta, entre outros por monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína. A fase particulada contém nicotina e alcatrão. O alcatrão é um composto de mais de 40 substâncias comprovadamente cancerígenas, formado a partir da combustão dos derivados do tabaco. Entre elas, o arsênio, níquel, benzopireno, cádmio, resíduos de agrotóxicos, substâncias radioativas, como o Polônio 210, acetona, naftalina e até fósforo P4/P6, substâncias usadas para veneno de rato. O monóxido de carbono (CO) tem afinidade com a hemoglobina (Hb) presente nos glóbulos vermelhos do sangue, que transportam oxigênio para todos os órgãos do corpo. A ligação do CO com a hemoglobina forma o composto chamado carboxihemoglobina, que dificulta a oxigenação do sangue, privando alguns órgãos do oxigênio e causando doenças como a aterosclerose. A nicotina é considerada pela Organização Mundial da Saúde/OMS uma droga psicoativa que causa dependência. A nicotina age no sistema nervoso central como a cocaína, com uma diferença: chega em torno de 9 segundos ao cérebro. Por isso, o tabagismo é classificado como doença estando inserido no Código Internacional de Doenças (CID-10) no grupo de transtornos mentais e de comportamento devido ao uso de substância psicoativa. Além disso, a nicotina aumenta a liberação de catecolaminas, causando vasoconstricção, acelerando a freqüência cardíaca, causando hipertensão arterial e provocando uma maior adesividade plaquetária. A nicotina juntamente com o monóxido de carbono, provoca diversas doenças cardiovasculares. Além disso, estimula no aparelho gastrointestinal a produção de ácido clorídrico, o que pode causar úlcera gástrica. Também desencadeia a liberação de substâncias quimiotáxicas no pulmão, que estimulará um processo que irá destruir a elastina, provocando o enfisema pulmonar.


Não tenha medo:
Dos sintomas da síndrome de abstinência O organismo volta a funcionar normalmente sem a presença de substâncias tóxicas e alguns fumantes podem apresentar (varia de fumante para fumante) sintomas de abstinência como fissura (vontade intensa de fumar) dor de cabeça, tonteira, irritabilidade, alteração do sono, tosse, indisposição gástrica e outros. Esses sintomas, quando se manifestam, duram de 1 a 2 semanas. Da recaída A recaída não é um fracasso. Comece tudo novamente e procure ficar mais atento ao que fez você voltar a fumar. Dê várias chances a você... até conseguir. A maioria dos fumantes que deixaram de fumar fez em média 3 a 4 tentativas até parar definitivamente . De engordar Se a fome aumentar, não se assuste, é normal um ganho de peso de até 2 kg, pois seu paladar vai melhorando e o metabolismo se normalizando. De qualquer forma, procure não comer mais do que de costume. Evite doce e alimentos gordurosos. Mantenha uma dieta equilibrada com alimentos de baixa caloria, frutas, verduras, legumes etc. Prefira produtos diet / light e naturais. Beba sempre muito líquido, de preferência água e sucos naturais. Evite café e bebidas alcoólicas. Eles podem ser um convite ao cigarro.


Escolha um método para deixar de fumar:
O mais importante é escolher uma data para ser o seu primeiro dia sem cigarro. Este dia não precisa ser um dia de sofrimento. Faça dele uma ocasião especial e procure programar algo que goste de fazer para se distrair e relaxar.
Parada Imediata Você marca uma data e nesse dia não fumará mais nenhum cigarro. Esta deve ser sempre sua primeira opção.
Este tipo de parada caracteriza-se pela suspensão total do cigarro em uma data pré-estabelecida por você. Dessa forma, você passa do número total de cigarros consumidos para nenhum. Se você optou por utilizar a reposição (adesivos ou chicletes), comece imediatamente após a interrupção dos cigarros.


Parada Gradual Você pode utilizar este método de duas formas:
Reduzindo o número de cigarros. Por exemplo: Um fumante de 30 cigarros por dia, no primeiro dia fuma os 30 cigarros usuais. no segundo - 25 no terceiro - 20 no quarto - 15 no quinto - 10 no sexto - 5 O sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros. Retardando a hora do primeiro cigarro Por exemplo: no primeiro dia você começa a fumar às 9 horas, no segundo às 11 horas, no terceiro às 13 horas, no quarto às 15 horas, no quinto às 17 horas, no sexto às 19 horas, no sétimo dia seria a data para deixar de fumar e o primeiro dia sem cigarros
A estratégia gradual não deve gastar mais de duas semanas para ser colocada em prática, pois pode se tornar uma forma de adiar, e não de parar de fumar. O mais importante é marcar uma data-alvo para que seja seu primeiro dia de ex-fumante. Lembre-se também que fumar cigarros de baixos teores não é uma boa alternativa. Todos os tipos de derivados do tabaco (cigarros, charutos, cachimbos, cigarros de Bali, etc) fazem mal à saúde.
Opção de João: João acorda às 7:00 e vai dormir às 23:00. João decidiu parar de fumar e optou por uma parada gradual de adiamento. Estabeleceu uma meta e iniciou seu tratamento numa segunda-feira. Neste dia, João, que costumava fumar assim que levantava da cama, ou seja, às 7:00, começou a fumar às 9:00 e passou o resto do dia fumando até a hora em que foi dormir, às 23:00. No segundo dia João começou a fumar às 11:30 até a hora em que foi dormir, às 23:00. No terceiro ele começou a fumar somente às 14:00 e continuou dormindo no seu horário habitual, no quarto às 16:30, no quinto às 19:00, no sexto às 22:00. Se João costuma dormir às 23:00, provavelmente ele fumou muito pouco nos últimos dias, visto que teve pouco tempo para fumar. Se você se identificou com João e acha que poderia parar dessa mesma forma, que tal fazer a sua programação levando em conta seus horários e que ela deve durar apenas seis dias, pois no sétimo você já não poderá mais estar fumando. Se você optou por utilizar a reposição (adesivos ou chicletes), só comece a usá-la quando estiver parado totalmente de fumar, ou seja, a partir do sétimo dia.
Outra opção de João: João fuma em média dois maços por dia, ou seja, 40 cigarros. João decidiu parar de fumar e optou por uma parada gradual de redução. Estabeleceu a seguinte programação:
Dia 1
Dia 2
Dia 3
Dia 4
Dia 5
Dia 6
Dia 7
30 cigarros
24 cigarros
17 cigarros
10 cigarros
05 cigarros
01 cigarro
Não fumar
Se você se identificou com João e acha que poderia parar dessa mesma forma, que tal fazer a sua programação levando em conta o número de cigarros que você fuma e que ela deve durar apenas seis dias, pois no sétimo você já não poderá mais estar fumando. Se você optou por utilizar a reposição (adesivos ou chicletes), só comece a usá-los quando estiver parado totalmente de fumar, ou seja, a partir do sétimo dia.


Cuidado com as armadilhas :

Nos momentos de stress Procure se acalmar e entender que momentos difíceis sempre vão ocorrer e fumar não vai resolver seus problemas. Sentindo vontade de fumar A vontade de fumar não dura mais que alguns minutos. Nesses momentos, para ajudar, você poderá chupar gelo, escovar os dentes a toda hora, beber água gelada ou comer uma fruta. Mantenha as mãos ocupadas com um elástico, pedaço de papel, rabisque alguma coisa ou manuseie objetos pequenos. Não fique parado - converse com um amigo, faça algo diferente que distraia sua atenção. Exercícios de relaxamento São um ótimo recurso saudável para relaxar. Faça a respiração profunda : respire fundo pelo nariz e vá contando até 6, depois deixe o ar sair lentamente pela boca até esvaziar totalmente os pulmões. Relaxamento muscular : estique os braços e pernas até sentir os músculos relaxarem.

Dicas
Durante os primeiros dias após largar o vício, passe o maior tempo possível em lugares onde fumar é proibido - livrarias, museus, teatros, igrejas.
Beba grande quantidade de água e suco de frutas.
Evite álcool, café e outras bebidas que você associa ao cigarro.
Comece a conversar com alguém ao invés de ficar numa luta contra o um cigarro.
Se você sente falta da sensação de ter um cigarro na sua mão, segure algum outro objeto - uma caneta, um clips , uma bola de gude.
Se você sente falta de ter algo na sua boca, tente palitos de dente ou algo parecido.
Evite a tentação ficando longe de situações que você associa ao hábito de fumar.
Ache novos hábitos e desenvolva um ambiente de não-fumantes ao seu redor.
Dê ênfase construtiva a sua atitude para diminuir o desconforto.
Evite reiniciar o hábito antecipando futuras situações/crises que podem levá-lo a fumar, e expresse suas razões para não ceder.
Inspire e expire profundamente.
Lembre-se do seu objetivo e do fato de que o desejo eventualmente irá passar.
Tenha pensamentos positivos e evite os negativos.
Escove os dentes.
Faça exercícios breves (abdominais, subir um lance de escadas, tocar os dedos dos pés, etc).
Ligue para um amigo que o apóia.
Faça uma lista de "Atividades Motivadoras" e comece pelo topo quando a vontade bater.
Faça várias pequenas refeições. Isto mantém constante o nível de açúcar e ajuda a prevenir o desejo de fumar. Evite alimentos muito doces ou temperados, que despertam o desejo para os cigarros.
E acima de tudo, recompense a si mesmo. Planeje fazer algo divertido para mostrar o melhor de você.
Quando bate o "desespero" tenha substitutos pra o cigarro à mão: chicletes, maçãs, etc.
Tome um banho, se possível.
Aprenda a relaxar rápido e profundamente. Deixe o corpo mole, visualize uma situação de alívio, agradável, e esqueça de tudo por um momento. Concentre na imagem de tranqüilidade e em nada mais.
Acenda incenso ou uma vela, ao invés de um cigarro.
Nunca se deixar levar pelo pensamento de que "unzinho não vai fazer mal", porque com certeza irá fazer.


Por: Psicóloga Márcia Copetti

sábado, 3 de julho de 2010


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Que são os Transtornos Alimentares?

Os Transtornos Alimentares são definidos como desvios do comportamento alimentar que podem levar ao emagrecimento extremo (caquexia) ou à obesidade, entre outros problemas físicos e incapacidades.

Os principais tipos de Transtornos Alimentares são a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa.

Essas duas patologias são intimamente relacionadas por apresentarem alguns sintomas em comum: uma idéia prevalente envolvendo a preocupação excessiva com o peso, uma representação alterada da forma corporal e um medo patológico de engordar. Em ambos os quadros os pacientes estabelecem um julgamento de si mesmos indevidamente baseado na forma física, a qual freqüentemente percebem de forma distorcida.

O impacto que os Transtornos Alimentares exercem sobre as mulheres é mais prevalente, ainda que a incidência masculina esteja aumentando assustadoramente. A Vigorexia, por exemplo, tem sido predominante nos homens, mas já se estão detectando casos de mulheres obcecadas pelo músculo. Já os Transtornos Dismórficos acometem igualmente ambos sexos.

Os Transtornos Alimentares são todos aqueles que se caracterizam por apresentar alterações graves na conduta alimentar e os mais freqüentes são Anorexia e Bulimia nervosas.

ANOREXIA NERVOSA
A Anorexia nervosa é um transtorno emocional que consiste numa perda de peso derivada e num intenso temor da obesidade. Esses sentimentos têm como conseqüência uma serie de condutas anômalas. A Anorexia Nervosa acomete preferentemente a mulheres jovens entre 14 e 18 anos.

Os sintomas mais freqüentes são:
1. medo intenso a ganhar peso, mantendo-o abaixo do valor mínimo normal.
2. pouca ingestão de alimentos ou dietas severasimagem corporal distorcida
3. sensação de estar gorda quando se está magragrande perda de peso (freqüentemente em um período breve de tempo)
4. sentimento de culpa ou depreciação por ter comido
5. hiperatividade e exercício físico excessivo
6. perda da menstruação
7. excessiva sensibilidade ao frio
8. mudanças no caráter (irritabilidade, tristeza, insônia, etc.)

BULIMIA NERVOSA
A Bulimia Nervosa é um transtorno mental que se caracteriza por episódios repetidos de ingestão excessiva de alimentos num curto espaço de tempo (as crises bulímicas), seguido por uma preocupação exagerada sobre o controle do peso corporal, preocupação esta que leva a pessoa a adotar condutas inadequadas e perigosas para sua saúde. A Bulimia Nervosa também acomete preferentemente a mulheres jovens ainda que algo maiores que em Anorexia.

Os sintomas mais freqüentes são:
- Comer compulsivamente em forma ataques de fome e a escondidas,- Preocupação constante em torno da comida e do peso,- Condutas inapropiadas para compensar a ingestão excessiva com o fim de não ganhar peso, tais como o uso excessivo de fármacos, laxantes, diuréticos e vômitos auto-provocados.- Manutenção do peso pode ser normal ou mesmo elevado,- Erosão do esmalte dentário, podendo levar à perda dos dentes,- Mudanças no estado emocional, tais como depressão, tristeza, sentimentos de culpa e ódio para si mesma.

Por que os Transtornos Alimentares aumentaram e acometeram preferentemente as mulheres?
Dos séculos XVII a XIX a Anorexia Nervosa recebia nomes de Anorexia Histérica, Apepsia Histérica e Compunção Nervosa, com inúmeras descrições científicas de autores famosos, como Morton (1689), Gull (1874) e Lassegue. Nestas épocas esse transtorno era considerado próprio de mulheres.
Em 1914 o doutor Simod descreveu este transtorno com o nome de Caquexia Hipofisária, ressaltando que era uma doença que acometia mulheres no pós-parto, as quais começavam a perder peso e acabavam morrendo. Em 1939, Otto Sheehan realizou o diagnóstico diferencial entre Caquexia Hipofisária (de origem eminentemente orgânica) e a Anorexia Nervosa.
Para entender porque vem aumentando a incidência dos Transtornos Alimentares e porque eles têm especial predileção pelo público feminino, temos que entender a "História do Comer Mal" e a "História do Valor da Magreza".
A partir de 1925, os padrões de beleza feminina deram uma guinada muito importante.

Desapareceram totalmente os tais espartilhos (usado por quase 4 séculos) do vestuário feminino, e a mulher começa a mostrar seu corpo de outra maneira. Neste ano aparecem pela primeira vez os figurinos de moda, nos quais se prega uma estilização progressiva. Essa mudança coincide com a incorporação da mulher ao esporte e começa a moda de mulheres delgadas.
Esta nova exibição do corpo feminino é definitivamente contínua e progressiva, fazendo com que a mulher se preocupe mais com sua estética corporal visível, a qual passa a ser objeto de observação e crítica sociais. Entretanto o modelo de beleza dos anos cinqüenta, como fora Marilin Monroe ou Ava Gadner, continua sendo representado por uma mulher mais cheia de curvas, mais palpável mas não gorda. E, a contar pelo entusiasmo que a imagem de Monroe provoca ainda hoje, há razões para crer-se que boa parcela da população masculina tem essa mesma preferência. Mas parece que as mulheres estão se importando cada vez menos com as preferências masculinas...

A partir dos anos 50 aumenta a preocupação com os Transtornos Alimentares. Começa o estudo das diferentes tendências de pensamento sobre esses transtornos, não só das idéias representadas pelos fatores biológicos e psicológicos, senão também dos elementos sociais e educativos que influenciavam a nova cultura da magreza.
O papel da mulher também passa a ser melhor analisado a partir dos anos 60, não só em relação à moda, mas também em relação à mudança social que se produz a partir de sua incorporação maciça no panorama ocupacional. Suspeita-se que dessa ocasião o surgimento de algumas dietas errôneas.

Para isso contribuíram alguns fatores da cultura da época, tais como, a ausência de uma pessoa que se responsabilize pelos horários familiares de comida (papel tradicionalmente atribuído à mãe), o desaparecimento do hábito de comer em família e supressão da merenda e da ceia.
Todas essas alterações da conduta alimentar sofreram ainda a influência dos diferentes estilos de vida que surgiam em conseqüência das jornadas prolongadas de trabalho (tanto para homens como para mulheres), das dificuldades para traslados dos bairros distantes para os centros de trabalho e do frenético ritmo urbano que propiciava a necessidade de se comer fora de casa.
Portanto, as facilidades para se alimentar mal, juntamente com a cultura do emagrecimento, podem ter favorecido o aumento dos Transtornos Alimentares.

Ballone, GJ - Transtornos Alimentares.

quinta-feira, 1 de julho de 2010


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Agitação ou TDAH?



A partir de que idade é possível perceber que uma criança tem TDAH?


A criança com a síndrome tem um comportamento peculiar, que pode ser observado a partir dos 4 anos, já que nessa idade a questão da atenção e da movimentação dela já é um pouco mais definida. Ela tem uma organização motora capaz de fazê-la ficar sentada por alguns períodos quietinha ou então ter uma movimentação razoável, e também já é capaz de prestar atenção.
A atenção dela começa a se estabelecer e por isso é com essa idade que a criança começa a aprender as cores, as formas, etc., até que, aos seis anos, aquela que não tem o transtorno já está alfabetizada. Os casos ficam mais aparentes aos 7 anos, quando está na primeira série. A criança sem o transtorno vai para o recreio e corre, corre, corre. Depois volta para a sala, senta-se e começa a fazer a lição. Já a que apresenta TDAH volta para a sala e continua correndo. É preciso observar a quantidade do movimento, a profundidade e a quantidade de energia que é gasta o tempo todo, pois ela não pára mesmo.

Existem crianças que tem o TDAH mas não são hiperativas? Qual a diferença entre os casos?Sim. As meninas em geral só têm transtorno de déficit de atenção. São aquelas meninas que sentam no fundo da classe, que a orientadora nunca viu, que são tidas como superboazinhas. O problema é que elas sofrem muito. Existem também os alunos que, além do déficit de atenção, apresentam hiperatividade; e, ainda, aqueles que são extremamente impulsivos. O problema disso é que, se isso for deixado para o futuro, a hiperatividade diminui. Então, quando a criança chega aproximadamente aos 14 anos, uma determinada região do cérebro, que é responsável pela hiperatividade, fica praticamente igual tanto nos hiperativos quanto nos não-hiperativos.
Já em relação à questão da atenção, se não for feito nada pela pessoa, ela vai ficar cada vez mais prejudicada, porque a atenção é uma coisa voluntária que é preciso treinar para ter e, quando a pessoa não consegue treinar esse “prestar atenção”, esse selecionar e trocar estímulo, com o passar do tempo não ganha o hábito. Podemos fazer uma comparação com “escovar os dentes”. Embora seja uma ação automática, é necessário aprender a fazer para depois fazer bem sempre.

Tem cura?
A TDAH não tem cura. Ela é como o diabete: o portador da síndrome tem de aprender a conviver com ela. O que vemos nos consultórios de psicopedagogia é que a terapia sozinha, em muitos casos, dá muito certo. Por outro lado, há uma parcela de crianças que, depois de as atendermos de seis meses a um ano, podemos constatar que realmente precisam um exame médico para que seja receitada uma medicação adequada. A partir daí, podemos trabalhar apenas para ajudar a diminuir o sintoma.
Caso contrário, não há como trabalhar com uma criança que não consegue prestar atenção e não consegue parar nem um pouco. Assim, é impossível fazer com que ela aprenda as funções básicas. A criança precisa desenvolver estratégias de pensamento, como qualquer um de nós. A diferença é que conseguimos fazer isso por nós mesmos, enquanto ela precisa de um caminho para isso. E essas crianças têm condições, porque, em sua maioria, são inteligentes, mas o fato é que algumas, por razões morfológicas, não conseguem desenvolver essas estratégias e, por isso, não são capazes de planejar e de prever uma conseqüência porque, para elas, essas coisas não estão concatenadas.

Em que casos os pais devem levar a criança para fazer uma avaliação com um psicopedagogo?
Quando percebem que o seu filho é distraído demais, que ele perde muitas coisas na escola, larga o material em qualquer canto, a todo momento dá uma resposta sem muito sentido ou agressiva, fica o tempo inteiro interrompendo todos e recebem muita reclamação na escola de que ele não pára na classe, não pára de falar, que o caderno dele está muito mal cuidado ou que a letra dele é ruim. Nesses casos, é preciso que os pais avaliem se ele tem vários desses sintomas e o comparem com outras crianças para saber se esses sintomas são excessivos. Se perceberem que a criança está com esses problemas, devem buscar ajuda correndo.
Se, de 4 para 5 anos, a criança não começa a se acalmar, a prestar atenção, não consegue fazer uma seqüência correta, não consegue saber os meses do ano, não consegue decorar coisas desse nível, começa a ter dificuldade de ficar sentado a não ser que seja na frente da televisão, não se entretém ou quando se entretém faz um escândalo para mudar de atividade. Os pais devem fazer uma consulta com um psicopadagogo para iniciar um tratamento.
As crianças portadoras do TDAH não conseguem, sozinhas, selecionar estímulos nem manter ou mudar o foco da atenção. Muitas vezes, por falta de informação, elas são vistas simplesmente como mal-educadas ou sem limites no meio social.Segundo a especialista em Psicopedagogia Maria Irene Maluf, o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, conhecido como TDAH, é uma síndrome que, quando diagnosticada cedo e tratada corretamente por profissionais, pode fazer parte da vida da criança sem causar sérios problemas em seu dia-a-dia. Ela afirma que é possível aprender a conviver bem com o transtorno.

Para Maria Irene, sua causa ainda não está perfeitamente definida, mas já se sabe que diz respeito a três aspectos: o biológico (que é a parte genética e hormonal), o psicológico e o social. “É um transtorno de origem biopsicossocial, ou seja, não se pode separar a causa genética da psicológica e da social. Para que a criança desenvolva o transtorno, é preciso que ela nasça com uma predisposição genética e ainda tenha uma estimulação do meio para desenvolver, em maior ou menos grau, esse transtorno”, explica.

Seus sintomas acabam fazendo com que o portador aja de forma diferente do padrão e, em alguns casos, implica também em problemas psicológicos que podem agravar o caso. As crianças com a síndrome têm muito problema em casa e na escola, muitas vezes são confundidas com crianças mal-educadas e sem limites. Antes que um diagnóstico seja feito - e, em muitos casos, até depois disto – as crianças sofrem com o preconceito dos seus educadores (pais e professores) e, por não receber o tratamento adequado, podem ter seu desenvolvimento intelectual e social retardado.

É importante ressaltar que alguns sintomas isolados não significam que a criança tenha TDAH. “É preciso que ela tenha vários deles e que os pais comparem com outras crianças para saber se esses sintomas são excessivos”, diz a especialista. “Quando a questão da desatenção e da agitação excessiva pode ser controlada pelo indivíduo ou pelo meio de modo eficaz, ao longo de várias horas e em diferentes situações, dificilmente se trata de uma criança ou um jovem com TDAH”, completa. Mas somente um profissional poderá diagnosticar se a criança é apenas agitada, com poucos limites ou se é portadora do transtorno. Entender a síndrome, suas causas e conseqüências é o primeiro passo para um tratamento bem-sucedido.

Em entrevista ao portal, a presidente Nacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), Maria Irene Maluf, falou sobre esse transtorno, que ainda gera muita dúvida entre pais e professores, e explicou como lidar com ele em casa e na escola.

domingo, 27 de junho de 2010


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ATAQUE DE PÂNICO

O paciente com pânico avalia o perigo em fatores externos e internos, sente apreensão e crê na catástrofe iminente, e então tem mais sintomas de ansiedade, um aumento na respiração, uma interpretação errônea e catastrófica dos sintomas fisiológicos e das situações de pânico que provocam a perpetuação da interpretação catastrófica e levam a mais dificuldades.
Além disso, os indivíduos se tornam mais atentos a sintomas físicos que interpretam como evidência de desastres fisiológicos potenciais.
Quando os ataques de pânico ocorrem, as pessoas tendem a desenvolver um sistema de evitação de sintomas ou de situações em que tiveram os ataques, isto é chamado de comportamento de segurança.
Os comportamentos de segurança são definidos como evitação real de situações ou sintomas.
A fuga quando os sintomas começam e os pensamentos ou comportamentos que o paciente usa, e que ele acredita ser a única razão para não ter havido uma catástrofe é o que acaba mantendo o transtorno.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental o paciente é ensinado a se distrair quando começar a ter as sensações físicas que tanto teme, são habilitados a desenvolver uma série de estratégias para impedir que se concentre nos sintomas e nas sensações que tem quando enfrentam uma situação que provoque ansiedade e que não possa evitar.
O tratamento dos ataques de pânico envolve reduzir a superestimação de eventos desastrosos e corrigir as interpretações catastróficas sobre sensações corporais que os pacientes desenvolvem. Os pacientes aprendem que a razão para os seus sintomas é que eles interpretam um fenômeno fisiológico normal de forma incorreta. Pode-se comparar um alarme de carro que dispara na ausência de um ladrão, ao alarme que o corpo das pessoas emitem e que são interpretados de forma incorreta.
Para os que pensam que transtorno do pânico "é frescura, maneira de chamar atenção", não é! É sim um transtorno complexo e incapacitante, por isso, diante dos primeiros sinais não hesite, procure ajuda especializada.

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O QUE É SER FELIZ!!



Ser feliz não é ter uma vida isenta de perdas e frustrações.
É ser alegre, mesmo se vier a chorar;
É viver intensamente, mesmo no leito de um hospital;
É nunca deixar de sonhar, mesmo se tiver pesadelos;
É dialogar consigo mesmo, ainda que a solidão o cerque;
É sempre ser jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem.
É contar histórias para os filhos, mesmo se o tempo for escasso;
É amar os pais, mesmo se eles não compreenderem;
É agradecer muito, mesmo se as coisas derem erradas;
É transformar erros em lições de vida;
Ser feliz é sentir o sabor da água, sentir o frescor de uma brisa a tocar-lhe o rosto, é sentir o cheiro de terra molhada;
É extrair das pequenas coisas, grandes emoções;
É encontrar todos os dias, motivos para sorrir, mesmo que não existam grandes fatos;
É rir de suas próprias tolices;
É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções;
É ter amigos para pedir consolo e dividir alegrias;
É agradecer a Deus pelo espetáculo da vida... e perceber o quanto é facil e simples ser feliz...

quinta-feira, 24 de junho de 2010


Mensagem linda -Hoje é tempo de ser feliz

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segunda-feira, 21 de junho de 2010


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O que é a Terapia Comportamental-Cognitiva?

A Terapia Comportamental-Cognitiva ou Cognitiva-Comportamental é a união de duas abordagens:

Comportamental: visa entender os padrões gerais de comportamento de cada pessoa, analisando o histórico de vida do indivíduo e verificando a presença de padrões de comportamentos que possam ser improdutivos e/ou causar sofrimento. Assim, é possível que o paciente, junto com o terapeuta, venham a pensar em outras alternativas de comportamento que sejam mais saudáveis. Criada pelo psicólogo americano John B. Watson (1879-1958) e aprimorada por B.F. Skinner (1904-1990).

Cognitiva: baseia-se no princípio de que a maneira como pensamos ou julgamos os fatos que nos acometem determina o modo como nos sentimos. Por exemplo: uma pessoa negativista tende a enxergar tudo que lhe acontece de maneira ruim, o que a leva a se sentir triste, preocupada e angustiada. Neste caso, o terapeuta trabalha em conjunto com o paciente para descobrir padrões de pensamento disfuncionais que estejam gerando dor (chamados pensamentos irracionais) e quais seriam as possíveis alternativas para compreender a situação de modo mais realista. Desenvolvida pelo psicólogo americano Aaron Beck.

A TCC é a forma mais eficaz de tratar inúmeros distúrbios psiquiátricos como:

Depressão
Transtorno Afetivo-Bipolar
Síndrome do Pânico
Ansiedade Generalizada
Fobia Social
Transtorno Obsessivo-Compulsivo
Esquizofrenia
Dependência Química e Alcoolismo
Anorexia Nervosa, Bulimia e outros transtornos alimentares
Transtornos Sexuais
Adicção (vício) ao Jogo
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
dentre outros.

sexta-feira, 18 de junho de 2010


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VIVA O PRESENTE!!!


Idade para ser Feliz!!



Existe somente uma idade para ser feliz...
Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos...

E ter bastante energia para realizá-las a respeito de todas as dificuldades e obstáculos...

Uma só idade para se encantar com a vida e viver apaixonadamente...

E desfrutar tudo com toda intensidade...

Sem medo, nem culpa de sentir prazer...

Fase dourada em que podemos criare recriar a vida...

A nossa própria imagem e semelhança...

E vestir-se com todas as cores...

E experimentar todos os sabores...

E entregar-se a todos os amores...

Sem preconceito nem pudor...

Tempo de entusiasmo e coragemem que todo o desafio é mais um convite à luta...

Que enfrentamos com toda disposiçãode tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso...

Essa idade tão fugaz na vida chama-se PRESENTE...

E tem a duração do instante que se passa!!!


Mário Quintana

segunda-feira, 14 de junho de 2010


Você é fruto de suas escolhas...

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sábado, 12 de junho de 2010


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Qual a linha de psicoterapia usada pela psicóloga Lilian Wolski:


Terapia cognitivo-comportamental (TCC). Cognição diz respeito ao conhecimento, raciocínio e pensamento.


Como funciona a psicoterapia TCC?

Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma terapia breve porque trabalha com um número de sessões reduzidas. O terapeuta ensina métodos para que os clientes resolvam os seus problemas atuais e possam evitar problemas futuros. Estes métodos foram testados muitas vezes em estudos científicos realizados nas maiores universidades no mundo todo.


Qual a teoria que embasa os métodos da Terapia cognitivo-comportamental (TCC)?

Nossas cognições influenciam sobre nossas emoções e comportamentos. Os comportamento afetam os pensamentos e emoções. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) se baseia em preceitos sobre a função da cognição no controle da emoção e dos comportamentos.
A personalidade é moldada por crenças que se desenvolvem cedo na vida, como resultado de experiências pessoais e da influência dos pais e da sociedade. As pessoas criam crenças rígidas e absolutas com base em suposições errôneas, pensamentos distorcidos, conceitos vagos e processamento falho das informações. As crenças provocam dificuldades nos relacionamentos.
Para resolver os problemas é preciso ter consciência das crenças e dos pensamentos distorcidos.
Exemplo: um homem que tem o pensamento distorcido “dificilmente serei bem sucedido como os outros”, poderá interpretar negativamente uma avaliação neutra ou boa, na escola ou trabalho. A avaliação negativa dele provocará comportamentos ruins: frustração, desânimo, irritação e todas as conseqüências dos sentimentos negativos.
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) ensina o paciente a “pensar sobre o pensamento” para trazer à consciência os pensamentos automáticos, reconhecer os erros de cognição e a conseguir o controle sobre eles.


Como o terapeuta ajuda o cliente?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o terapeuta ajuda o cliente a enxergar as crenças (= ter conhecimento, consciência), os prejuízos que elas causam e a desfazer os pensamentos distorcidos. O cliente aprende a corrigir o pensamento distorcido que julgava ser infalível. Como corrige? Testando a validade da crença, encontrado falhas nelas e substituindo as mesmas por pensamentos alternativos, mais favoráveis à qualidade de vida e mental. O terapeuta ajuda o cliente ir à busca da raiz das crenças, a enxergar pensamentos irrealistas/distorcidos, os comportamentos destrutivos e a comunicação inadequada.


Como age o terapeuta?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o terapeuta é pragmático (prático), objetivo, vai direto ao ponto. Por isto a terapia é breve. O cliente não fica analisando por meses ou anos as influências dos pais e da sociedade. Saiba mais sobre a relação entre terapeuta e paciente.


Qual o objetivo daTerapia cognitivo-comportamental (TCC)?

É comprovar através de técnicas que os pensamentos distorcidos/automáticos do cliente estão ligados a emoções e como estas são originadas das crenças aprendidas, que por sua vez se originaram de falhas no processamento de informações. A terapia cognitivo-comportamental (TCC) reeduca o cliente. Ele aprende a processar adequadamente as informações.


Quais as ferramentas que o terapeuta usa?

Entrevistas, formulários para coletar informações, questionários, exercícios e tarefas. Os exercícios servem para trazer à tona as crenças básicas e mostrar ao cliente sobre o que elas causam.


Qual a diferença entre a Terapia cognitivo-comportamental (TCC) e outras terapias?

Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) se difere por ser orientada para um alto grau de colaboração entre o paciente e o terapeuta, por ser fortemente empírica (prática) e pelo uso de técnicas direcionadas para a ação. O terapeuta cognitivo-comportamental é normalmente mais ativo do que os terapeutas de outras formas de terapia.
Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o “paciente” é incentivado a ser ativo, assumir responsabilidades na relação terapêutica porque precisa colaborar com o terapeuta. A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) é focada para o trabalho prático e para o senso de equipe (cliente + terapeuta). A TCC usa o questionamento socrático e descoberta guiada que consiste em fazer perguntas ao cliente estimulando-o a inquirir, a ser curioso e se envolver na aprendizagem de descobrir padrões de comportamento inadequados. A TCC é psicoeducativa. O terapeuta usa mini-aulas para esclarecer o cliente e recomenda leitura de livros. A Terapia
cognitivo-comportamental (TCC) usa métodos de estruturação como estabelecimentos de metas, prescrição de tarefas de casa e realização de avaliação de sintomas.
A Terapia cognitivo-comportamental (TCC)trabalha com a reestruturação cognitiva porque ajuda o cliente a identificar pensamentos automáticos/distorcidos e a mudar estes pensamentos.
A TCC usa métodos comportamentais que ajudam o cliente a romper padrões de desesperança, emoções dolorosas, fuga, evitação e a ser habilidoso em padrões de enfrentamento responsável. Na Terapia cognitivo-comportamental (TCC) o cliente aprende treinamento de respiração e de relaxamento, entre outros.


Quantas sessões de psicoterapia serão necessárias?

Depende das dificuldades. Sugere-se entre 10 ou 15 sessões.


Fontes de pesquisa para este texto:

1. Aprendendo a terapia cognitivo – comportamental, de Jesse Wright, Mônica Basco e Michael Thase, Artemed Editora.


Agel Portas que se abrem - www.f1franquia.com

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sexta-feira, 11 de junho de 2010


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De onde vem seu medo?



Todos sabemos que o medo é uma reação protetora e saudável do ser humano. O medo "normal" vem de estímulos reais de ameaça à vida.


A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo. Mas e quando tudo tem causado medo e não conseguimos agir?


Todo mundo teme algo - assaltos, aviões, doenças, dentistas, solidão, entre outras coisas. Claro que a intensidade do medo é intensificada pelo histórico de vida de cada um. Portanto, diante de nossos pavores, só nos restam duas alternativas: lutar ou fugir.
Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva. Isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa.


Tudo depende da situação e é preciso reconhecer os próprios limites.

Quando há uma situação de ameaça real à sua vida, o medo não é uma reação patológica, mas de proteção e autopreservação.
O mesmo não acontece quando estamos sob o domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência. Quando em pânico, a pessoa nem foge nem enfrenta, mas fica paralisada e sem controle. Nesses casos, deve-se buscar a sua origem para conseguir agir.

Situações reais de perigo exigem discernimento, mas o medo irracional, sem causa real, deve ser enfrentado. Nosso inconsciente não diferencia fantasia de realidade. Por isso, ficar pensando em todas as vezes que não conseguiu, ou ainda, que nem adianta começar, baseando-se nas experiências anteriores negativas, fará com que sua mente reaja de acordo com esse pensamento, pois o medo nasce da associação que nossa mente estabelece com essas experiências, sem discernir que não ocorrerão mais. Sua mente não sabe distinguir o que é passado e presente, realidade e fantasia. E se esse seu pensamento continuar presente, sua mente irá acreditar nele como real.

Como surge o medo?


Além dos perigos iminentes e reais, nossos temores podem aparecer por causa das associações que fazemos ao longo da vida. Por exemplo, uma criança que teve sua casa destruída durante uma tempestade pode sentir-se ameaçada por uma tragédia toda vez que chover intensamente. Querendo ou não, sua mente fará essa relação. Ou pessoas que passaram por muitas privações quando crianças e que não tinham o que comer, ou "brigavam" com os irmãos pela comia, podem desenvolver uma tendência de comer exageradamente, como se sentissem, ainda que inconscientemente, medo de passar fome novamente ou então para compensar aquilo que não tiveram.
Isso pode ocorrer. Nossa mente inconsciente é atemporal: não tem passado nem futuro. É como se tudo estivesse sendo vivenciado no momento presente. Não há discernimento do que aconteceu, o passado e o presente se misturam. O medo de que não vai conseguir é muito comum e acaba interferindo diretamente na auto-estima, no amor-próprio e na autoconfiança. Uma pessoa que não age por medo de não conseguir, não acredita em sua capacidade e, assim, está perdendo também a oportunidade de reverter todo esse quadro.


Pode ainda haver o medo de aumentar mais o peso e, assim, ter problemas de saúde, sobrecarregar os órgãos, medo esse por motivos concretos que podem estimular muitos a mudar seus hábitos em busca de uma melhor qualidade de vida. Se você consegue, ao menos, pensar que pode enfrentar a situação, já é um progresso. Mas, e quando nada conseguimos fazer, a não ser sentir medo?


Quando alguém diz que não consegue, que vai desistir porque sabe que não irá conseguir, geralmente são pessoas que estão com a auto-estima muito baixa e que se amam muito pouco ou não se sentem capazes de cuidar de si mesmas. Querem fórmulas mágicas, resultados imediatos. Querem o impossível, pois assim fica mais fácil justificarem para si mesmas que irão desistir por medo.


Procure descobrir o que o medo simboliza para você, o que ele representa, pois, quanto mais o negamos, mais poderoso ele se torna. Explore seu medo, descubra o que está por trás dele. Se tiver dificuldade para fazer isso, busque ajuda profissional. A pessoa mais prejudicada nesse processo todo é você mesma. Por isso, arregace as mangas e trabalhe contra tudo isso, sem pensar em desistir. Afinal, ou o medo controla você ou você o controla. Qual você prefere?

Por: Rosemeire Zago

quinta-feira, 10 de junho de 2010


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Esquizofrenia - quais os sintomas




A esquizofrenia é uma doença mental crônica e incapacitante, que geralmente se manifesta na adolescência ou início da idade adulta, entre 20 e 30 anos de idade. Sua freqüência na população em geral é da ordem de 1 para cada 100 pessoas. No Brasil estima-se que há cerca de 1,6 milhão de esquizofrênicos.

Quais são os sintomas da doença?

A esquizofrenia se manifesta de forma bastante variável e, às vezes, é difícil identificá-la em sua fase inicial. Os principais sintomas são descritos em dois grupos, chamados de sintomas positivos e sintomas negativos.
Os sintomas positivos são uma exacerbação ou distorção do funcionamento psíquico normal e compreendem os delírios, as alucinações, a desorganização do pensamento.
Os sintomas negativos são a diminuição ou perda das funções psíquicas e incluem uma redução da afetividade, da motivação, a pobreza de discurso e o retraimento social.



Descreveremos alguns destes principais sintomas: 1. Delírios: são idéias ou pensamentos que não correspondem à realidade, das quais o paciente tem convicção absoluta. Por exemplo, o paciente acredita que está sendo vigiado ou perseguido ou observado por câmeras escondidas, acredita que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal. 2. Alucinações: são percepções irreais dos órgãos dos sentidos. As alucinações auditivas são as mais freqüentes. O paciente diz que ouve vozes. Essas lhe dão ordens de como agir ou falam sobre ele. Podem ocorrer mais raramente outras formas de alucinações, como visuais, táteis ou olfativas.

3. Alterações do pensamento: as idéias podem se tornar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. 4. Alterações da afetividade: O paciente perde a capacidade de expressar suas emoções e de reagir emocionalmente às circunstâncias, ficando indiferente e sem expressão afetiva. Outras vezes o paciente apresenta reações afetivas que são inadequadas em relação ao contexto em que se encontra.Muitos outros sintomas podem ser observados nos pacientes com esquizofrenia, como diminuição da motivação, dificuldade de concentração, alterações da motricidade, desconfiança excessiva, indiferença. A esquizofrenia evolui geralmente em episódios agudos onde aparecem os vários sintomas acima descritos, principalmente delírios e alucinações, intercalados por períodos de remissão, com poucos sintomas manifestos.


Qual é a causa da esquizofrenia?


Até hoje não foi descoberta a causa da esquizofrenia. Fatores hereditários têm uma importância relativa, sabe-se que parentes de primeiro grau de um esquizofrênico têm chance maior de desenvolver a doença do que as pessoas em geral. Fatores ambientais (p. ex., complicações da gravidez e do parto, infecções, entre outros) que possam alterar o desenvolvimento do sistema nervoso no período de gestação parecem ter importância na doença. Alterações bioquímicas dos neurotransmissores cerebrais, particularmente da dopamina, parecem estar implicados na doença.



Como é feito o diagnóstico da esquizofrenia?



O médico psiquiatra é capaz de fazer o diagnóstico da doença a partir dos sinais e sintomas descritos acima. Não há nenhum tipo de exame de laboratório (exame de sangue, raio X, tomografia, eletroencefalograma etc.) que permita confirmar o diagnóstico da doença. Muitas vezes o clínico solicita exames, mas estes servem apenas para excluir outras doenças que podem apresentar manifestações semelhantes à esquizofrenia.



Como é o tratamento da esquizofrenia?


O tratamento da esquizofrenia tem como objetivo o controle dos sintomas e a reintegração do paciente.O tratamento da esquizofrenia é feito através de duas abordagens: medicamentosa e psicossocial. Tratamento medicamentoso:Os medicamentos têm duas funções principais:1. Alívio dos sintomas na fase aguda da doença;2. Prevenção de novos episódios da doença.O tratamento medicamentoso é imprescindível na esquizofrenia. Esses medicamentos são chamados de antipsicóticos ou neurolépticos. A maioria dos pacientes precisa utilizar a medicação de forma contínua para não ter novas crises. Portanto, o paciente deve ser avaliado pelo médico periodicamente.A abordagem psicossocial é necessária para promover a reintegração do paciente à família e à sociedade.



Qual deve ser a participação dos familiares no tratamento do paciente?



É muito importante que os familiares estejam orientados quanto à doença e que compreendam os sintomas e as atitudes do paciente, evitando interpretações errôneas. Os familiares são fundamentais no tratamento e na reintegração do paciente. O impacto inicial da notícia de que alguém da família tem esquizofrenia é bastante doloroso. Como a doença é pouco conhecida e sujeita a muita desinformação as pessoas se sentem perplexas e confusas. Freqüentemente, diante das atitudes excêntricas dos pacientes, os familiares reagem também com atitudes inadequadas, perpetuando um círculo vicioso difícil de ser rompido. Atitudes hostis, críticas e superproteção prejudicam o paciente. Apoio e compreensão são necessários para que ele possa ter uma vida independente e conviva satisfatoriamente com a doença.

IMPORTANTE

Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.


Por: Dra. Shirley de Campos